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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Crise europeia também derruba bolsas na Ásia

 

TÓQUIO - A preocupação com a fragilidade fiscal de países como Portugal, Grécia e Espanha, que derrubou os mercados norte-americanos e europeus, também fez as bolsas asiáticas terminarem a semana com forte queda. Nesta sexta-feira, o setor refletiu os temores de uma nova crise global.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível desde 2 de setembro, com perda de 3,3% e total de 19.665,08 pontos.

As renovadas preocupações sobre o ritmo de recuperação da economia global afetaram o desempenho das Bolsas da China. O índice Xangai Composto baixou 1,9% e encerrou aos 2.939,40 pontos. Já o índice Shenzhen Composto perdeu 2% e terminou aos 1.097,11 pontos.

O yuan apresentou ligeira desvalorização em relação ao dólar, após os fortes ganhos da moeda norte-americana sobre o euro nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8271 yuans, de 6,8266 yuans do fechamento de quinta-feira.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou o pior resultado em cinco meses. Com aumento no volume de negociações, o índice Taiwan Weighted caiu 4,3% e encerrou aos 7.217,83 pontos, o menor fechamento desde 4 de setembro.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve a maior queda porcentual e em pontos desde o final de novembro, quando os problemas com a dívida de Dubai chocaram os mercados mundiais. O índice perdeu 3% e fechou aos 1.567,12 pontos, a menor pontuação desde 30 de novembro.

Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney mergulhou para uma mínima de cinco meses e fechou em queda de 2,3%, encerrando aos 4.514,1 pontos.

O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, registrou baixa de 2% e fechou aos 2.855,64 pontos.

A Bolsa de Cingapura deslizou com a queda em Wall Street e preocupações com uma crise econômica em alguns países europeus. O índice Straits Times Index cedeu 2,2% e fechou aos 2.683,56 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, tombou 2,9% e fechou aos 2,518,97 pontos, com vendas de fundos estrangeiros em meio ao fraco sentimento no resto da região.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou1,6% e fechou aos 691,41 pontos, seguindo as baixas nas demais bolsas da Ásia somadas à instabilidade política local.

Na Malásia, o índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur recuou 1,4% e fechou aos 1.247,90 pontos, maior baixa em três meses, com preocupações sobre a recuperação da economia global.

As informações são da Dow Jones.

Euro tem menor cotação em relação ao dólar desde maio

 

Endividados, países europeus geram temores sobre 'calote'.
Com dívida esperada em 120% do PIB, Grécia tem situação mais grave.

O euro registrou nesta sexta-feira (5) a menor cotação em relação ao dólar desde maio, a 1,3658, afetado pelas preocupações com as dificuldades orçamentárias de vários países europeus. A moeda única usada por 16 países da União Europeia (UE) caiu a 1,3648 por dólar às 8H30 GMT (6H30 de Brasília), a menor cotação desde 6 de maio de 2009.

A divisa europeia é afetada pelos persistentes temores sobre as difíceis situações orçamentários de alguns países da zona do euro, como Grécia, Espanha e Portugal. Com pesados déficits fiscais, esses países levantam dúvidas sobre sua capacidade de pagar dívidas e pressionam a cotação da moeda comum.

Queda nas bolsas

Os temores sobre a capacidade de pagamento dos países europeus se espalharam nesta quinta-feira, depois que a repentina escalada nos custos para proteção contra um default (calote) da dívida soberana de Portugal levou a um medo de cortes no rating de vários países, após o governo local ter falhado em tentar aprovar um projeto para reduzir o déficit público.

Na Bolsa de Valores de São Paulo, o dia foi de perdas pesadas, com o Ibovespa caindo 4,75%. Nos Estados Unidos, o índice Dow Jones, referência na Bolsa de Nova York, fechou em queda de 2,61%, aos 10.002 pontos.

Fonte: G1

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Dólar perde 3% em dois dias e fecha em R$ 1,83

 

Após a escalada de janeiro, o dólar tem perdido fôlego neste começo de mês. A depreciação de 1,67% de ontem levou a cotação da moeda a R$ 1,83. Em dois dias, o dólar perdeu 2,92% de seu valor diante do real.
Para o mercado acionário, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, o mais importante da Bolsa brasileira, foi a 67.163 pontos, embalado por uma valorização de 0,89%.

No cenário internacional, o que se viu também foram as Bolsas em alta e o dólar em queda. O maior apetite a risco recebeu um empurrão das expectativas de que a Grécia vai conseguir que a União Europeia aprove seu plano fiscal amanhã. As dificuldades financeiras enfrentadas pela Grécia estão nos holofotes do mercado ao menos desde dezembro passado.
POSITIVO
O crescimento no índice de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA em dezembro agradou e favoreceu o desempenho positivo dos mercados. O índice acionário americano Dow Jones subiu 1,09%.
A Bolsa de Londres terminou com elevação de 0,68%. Em Frankfurt, os ganhos do mercado de ações foram de 0,98%.
A apreciação do petróleo e das commodities metálicas serviu de estímulo para a alta das ações, tanto na Europa quanto no mercado local.
O barril de petróleo registrou elevada valorização de 3,76% em Nova York e terminou cotado a US$ 77,23.
Na BM&FBovespa, quem seguiu de perto a oscilação do petróleo foram as ações da OGX, que subiram 3,46%. Para Petrobras, o dia foi fraco - sua ação PN recuou 0,58%.
Entre mineradoras e siderúrgicas, a gigante Vale não empolgou e terminou com leve alta 0,13%. Já MMX Mineração foi destaque no segmento, com apreciação de 5,10%, sendo a terceira ação do Ibovespa que mais subiu no pregão.
Acima da MMX, apareceram os papéis Rossi Residencial ON, com ganho de 7,77%, e Gol PN, que teve alta de 7,59%.
CAUTELA
Todavia, a melhora dos últimos dias ainda deve ser encarada com certa cautela. Ninguém pode afirmar que o dólar seguirá para baixo, e a Bolsa de Valores, em recuperação, segundo João Medeiros, diretor da corretora Pioneer.
“No caso do câmbio, fica difícil prever em quanto estará a cotação do dólar no fim do mês. Além das incertezas externas, o BC tem adquirido moeda tanto nos dias de baixa quanto nos de alta. O câmbio pode ser oficialmente flutuante, mas o BC não tem se ausentado do mercado nem nos dias tranquilos, o que acaba por ter efeito sobre as cotações”, diz Medeiros.
Na pesquisa semanal feita pelo BC com os bancos, divulgada anteontem, a previsão dos analistas para o dólar no fim do ano é de R$ 1,76 - um pouco abaixo do atual patamar.

Fonte: Folha

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Dólar sobe 8,2%. E lidera investimentos

 

O mau humor que tomou conta do mercado financeiro global neste início de ano fez o dólar subir 8,15% em janeiro, maior alta mensal desde outubro de 2008. Ontem, a moeda fechou a R$ 1,885. Com o desempenho, liderou o ranking de investimentos no período, seguida pelo ouro, com ganhos de 6,45%. Na contramão, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) perdeu 4,65% e ficou na rabeira do levantamento.
Analistas dizem que dois fatores - interligados - explicam o desempenho dos principais ativos financeiros do País neste começo de 2010: o aumento da chamada aversão ao risco no mundo, que pegou os preços brasileiros em níveis elevados. No ano passado, tanto o Ibovespa quanto o real lideraram os rankings das maiores valorizações de bolsa de valores e de moeda no planeta.
No momento, os profissionais de mercado se debruçam sobre vários indicadores para tentar identificar se a queda da bolsa e a alta do dólar configuram uma reversão da tendência positiva para o Brasil ou se significa apenas um movimento de realização de lucros (quando os investidores vendem ativos depois de acumularem expressivas altas).
"Por ora, não vejo fundamentos que justifiquem uma mudança estrutural na avaliação sobre o Brasil", afirmou a economista-chefe do Banco Fibra, Maristella Ansanelli. "Mas isso pode mudar a qualquer momento." Ela classificou de "exagero" a queda do real em janeiro.
O vice-presidente de Tesouraria do Banco WestLB, Ures Folchini, também avalia que, por enquanto, ocorre uma realização de lucros. "A valorização dos ativos brasileiros no ano passado já havia criado as condições para uma realização, que, diante de alguns fatos recentes da economia global, aconteceu", disse. "Temos indícios de que esse movimento já está perto do fim."
Folchini refere-se a questões como a tentativa do governo da China de desacelerar o ritmo de crescimento econômico por meio da alta das taxas de juros, as propostas do governo Barack Obama para alterar as regras do sistema bancário e a crise fiscal de alguns países europeus, sobretudo da Grécia.
Todos esses temores já fizeram os investidores estrangeiros tirarem R$ 2,5 bilhões da Bovespa entre os dias 20 e 27 de janeiro. Até a última quarta-feira, esses investidores venderam o equivalente a R$ 33,6 bilhões em ações brasileiras e compraram R$ 31,6 bilhões.
Especificamente em relação ao mercado de câmbio, os analistas ponderam que dois fatores empurram a moeda brasileira para baixo: a valorização do dólar no mundo, em decorrência das expectativas melhores para a economia americana do que para a europeia, e o aumento expressivo do déficit em conta corrente do Brasil.
Ontem, o euro chegou a ser cotado por menos de US$ 1,39 pela primeira vez desde julho do ano passado. Para especialistas, a tendência é de novas quedas.
Fonte: Estadão

Bernanke vai dirigir o Fed por mais 4 anos

 

Apesar das críticas de senadores dos dois extremos dos Partidos Democrata e Republicano pelo seu desempenho antes e durante a crise econômica, Ben Bernanke foi reconduzido ontem para um segundo mandato de quatro anos na presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A votação ocorreu poucos dias antes do encerramento do seu primeiro mandato.

Foram 77 votos a favor e 23 contra. Eram necessários 60 votos, no mínimo, para que o seu nome fosse levado para uma segunda votação simbólica para a confirmação oficial, onde seria preciso apenas uma maioria simples de 50 votos.
O número de votos para a sua aprovação superou as estimativas de analistas políticos, que, em alguns casos, chegaram a prever a sua derrota. O resultado pode ser considerado uma vitória para o presidente Barack Obama, que indicou Bernanke para um segundo mandato em agosto e o transformou em um dos pilares para a sua política econômica.
Alguns republicanos disseram ter aprovado Bernanke com relutância por temerem que Obama optasse por um nome ainda mais fraco na avaliação deles. Senadores democratas também preferiram votar a favor da manutenção do presidente do Fed para evitar uma crise política no governo em um ano de eleições parlamentares.
Ao assumir o cargo, nomeado por George W. Bush, Bernanke recebeu o comando das finanças americanas de Alan Greenspan, em fevereiro de 2006, com a economia americana em crescimento e as ações na Bolsa de Valores de Nova York batendo recordes. Seu principal desafio era manter o padrão de seu antecessor, idolatrado em Wall Street.
O problema é que tanto Bernanke quanto Greenspan não anteciparam a bolha no mercado imobiliário que culminaria na mais grave crise financeira e econômica dos Estados Unidos desde a Grande Depressão dos anos 30 do século 20.
Bancos como o Lehman Brothers faliram e o Fed, junto com o governo, intervieram fortemente na economia americana para evitar uma catástrofe que poderia levar a uma quebradeira generalizada de instituições financeiras.
Nesse momento, com o apoio de economistas à direita e à esquerda, conforme afirmou Obama em seu discurso do Estado da União na noite de quarta-feira, o Fed ajudou a salvar os bancos, injetando bilhões de dólares na economia.
Essa ajuda somou centenas de bilhões ao déficit americano, irritando senadores republicanos mais conservadores, que também criticam o enfraquecimento do dólar. A esquerda do Partido Democrata discordou da ajuda aos bancos porque essas instituições, um ano depois de terem sido salvas, começaram a distribuir bônus milionários aos seus executivos.
Já os defensores de Bernanke argumentam que ele salvou o país de uma nova depressão e a economia dá sinais de recuperação. "Ninguém nunca conseguiu agir tão bem quanto ele. A forma como Bernanke atuou foi extraordinariamente criativa e conseguiu impedir que o sistema financeiro não entrasse em colapso", disse o senador republicano Judd Gregg.
Segundo o senador democrata Kent Conrad, "quando a crise começou, ele assumiu o comando de forma sem precedentes". "Quando escreverem essa história, Bernanke será citado como um dos heróis."
Fonte: ùltimo segundo

BCE concentra atenção das bolsas na primeira semana do mês

 

A reunião mensal do Banco Central Europeu (BCE) será um dos principais eventos a marcar esta semana. Apesar de não se esperarem alterações na taxa de juro de referência, os investidores aguardam o discurso de Jean-Claude Trichet, presidente da...

Os dados das principais economias do mundo e os resultados das empresas vão continuar a marcar o dia-a-dia dos mercados accionistas.

A reunião mensal do Banco Central Europeu (BCE) será um dos principais eventos a marcar esta semana. Apesar de não se esperarem alterações na taxa de juro de referência

, os investidores aguardam o discurso de Jean-Claude Trichet, presidente da autoridade monetária da Zona Euro.
Entre os principais dados económicos em agenda está o desemprego nos Estados Unidos.
Tal como em todas as primeiras quintas-feiras de cada mês, o Conselho de Governadores do BCE reúne-se para decidir o rumo do preço do dinheiro na Zona Euro. A expectativa do mercado é de que a taxa de juro apenas comece a subir no final deste ano. As previsões de 28 economistas consultados pela agência Bloomberg apontam para um subida dos juros apenas no último trimestre deste ano

Os investidores esperam as declarações do responsável máximo do BCE após a reunião, numa altura em que a situação da Grécia continua a preocupar os mercados.

Outros dos temas importantes prende-se com a retirada das medidas de estímulo à economia. Na semana passada, Axel Weber, membro do BCE, afirmou que a autoridade monetária poderá tomar medidas adicionais antes do segundo semestre para retirar liquidez ao sistema bancário à medida que economia fortalece.
O mesmo responsável adiantou, ainda, que a Zona Euro terá uma recuperação económica "prolongada", sublinhando que deverão ser precisos dois a três anos para regressar às condições verificadas antes da crise.
Para além desta reunião, outros eventos estarão na agenda das bolsas. Os indicadores das principais economias do mundo continuarão em destaque. Na Zona Euro, entre os principais dados está o índice de preços no produtor que, em Dezembro, deverá ter atingido uma variação nula.
Nota também para as vendas a retalho, no último mês do ano passado. Os economistas ouvidos pela agência Bloomberg antecipam uma subida de 0,4% neste indicador, em relação a Novembro.
Do outro lado do Atlântico, a semana passada terminou com o anúncio do crescimento da economia. O produto interno bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu no último trimestre do ano passado ao ritmo mais rápido dos últimos seis anos. Esta semana, o destaque estará no mercado de trabalho. Na sexta-feira, o Departamento do Trabalho anuncia a taxa de desemprego, no mês de Janeiro. Os economistas prevêem que esta se tenha mantido nos 10%.
Na bolsa nacional, os investidores estarão atentos às contas do último trimestre de 2009 da Portucel. A época de apresentação de resultados na praça de Lisboa teve início na semana passada pela mão do Banco Espírito Santo (BES) e do BPI. Ambos superaram as estimativas.

Fonte: Último segundo

Euro cai para US$ 1,3878 em Frankfurt

 

Frankfurt (Alemanha), 1 fev (EFE).- O euro caiu nas primeiras horas de negociação no mercado de divisas de Frankfurt e era negociado a US$ 1,3878, frente a US$ 1,3909 dólares da sexta-feira.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,3966.

Fonte: G1

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

USD/CHF: em zona de ruptura

 

O dólar está neste momento às portas de 1.05 francos suíços por dólar, nível chave para as aspirações do dólar.

Se superar este nível, o par não só vai quebrar a MM de 200 dias no gráfico diário, como também vai quebrar o último máximo menor, antes de procurar o fibo 38.2, traçado desde o máximo até ao mínimo de 2009, a 1.07.

Em baixa, é uma zona clara de descida, que irá voltar a enviar o par à procura da paridade. No gráfico de uma hora, perder 1.047 poderá levar o preço novamente a 1.0435. Se a viragem for muito brusca, não seria de estranhar um deslize até 1.0395/76.

Fonte: ibitimes

GBP/USD: libra tenta recuperar novamente

 

A libra sucumbiu ontem à força do dólar, perdendo todos os ganhos do dia anterior, ao não conseguir superar a MM de 200 dias no gráfico de uma hora. Neste momento, o par formou um suporte a 1.6126 e, se aguentar, a libra deverá subir até 1.6151, tendo como próximo alvo 1.617, resistência de segunda-feira.

Uma vez aí, a libra vai tentar novamente recuperar o terreno perdido e se conseguir consolidar 1.6194 poderá tentar de novo romper a MM de 200 dias junto à resistência a 1.6239. Em baixa, se o preço não aguentar o nível a 1.6126 vai cair até ao mínimo de ontem a 1.61.

No gráfico diário, vemos que perder 1.61 é bastante significativo e poderá enviar o preço até 1.5934, enquanto se dirige até 1.5813. Para hoje, 1.6075/52/31, antigos suportes significativos, poderão entrar em jogo.

Fonte: Ibitimes

Cotação do Euro / Frankfurt

 

Berlim, 27 jan (EFE).- O euro abriu hoje em leve baixa em relação ao dólar, e, nos primeiros minutos das negociações no mercado de divisas de Frankfurt, custava US$ 1,4063, contra US$ 1,4069 de ontem.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou ontem o curso oficial do euro em US$ 1,4085. EFE

Fonte:G1

Euribor a três meses é a única a cair

 

As taxas Euribor a 6 e 12 meses ficaram hoje inalteradas, enquanto o prazo a três meses registou a 17ª queda consecutiva.

A Euribor a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação, ficou estável nos 0,964%, interrompendo um ciclo de oito descidas seguidas.

Também o prazo a 12 meses não sofreu alterações, mantendo-se nos 1,220%.

Em sentido contrário, a Euribor a três meses, a mais usada nos empréstimos às empresas, voltou a recuar, para 0,665%, naquela que é a 17ª queda consecutiva.

As taxas Euribor, que influenciam directamente os juros dos empréstimos da banca às empresas e às famílias, costumam seguir os juros na zona euro. Na última reunião, o Banco Central Europeu (BCE) deixou a sua principal taxa em 1% pelo oitavo mês consecutivo.

Hoje, o membro do Conselho de Governadores do BCE, Axel Weber, afirmou que os juros estão apropriados no nível actual e que o banco central vai começar a retirar algumas medidas extrordinárias de apoio ao sistema financeiro na primeira metade do ano.

Sapo.pt

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Aperto monetário e remessas fazem dólar subir

SÃO PAULO - A incerteza em relação às políticas monetárias de Estados Unidos, Europa e China e as remessas de moeda dos países emergentes para seus países de origem vêm fazendo com que o dólar comercial seja pressionado no Brasil e no mundo. Ontem, a moeda norte-americana encerrou o dia com alta de 0,28%, a R$ 1,82. Esta é a maior cotação deste o dia 11 de setembro do ano passado.

Em uma semana, o dólar comercial apresentou valorização de 3%, saindo de R$ 1,767 no dia 18 de janeiro, para o encerramento de ontem. Porém, nos últimos 12 meses, a moeda registra uma retração de 21,21%, quando era negociada a R$ 2,31 na venda.

"O que vem ocorrendo é uma correção dos mercados. É uma perspectiva de uma política monetária mais apertada na China que, na semana passada gerou uma realocação de recursos nos ativos, com a saída dos mercados emergentes e a volta para os mercados de origem", explica Julio Hegedus, economista-chefe do Lopes Filho e Associados.

Além da China, os Estados Unidos também devem passar por um arrocho monetário em breve. Na última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central do EUA), a decisão de manter os juros flutuando entre 0% e 0,25% ao ano já não foi unânime.

Na Europa, por sua vez, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, também afirmou que a decisão da autoridade monetária em manter o juro em 1% ao ano só ocorreu em virtude da situação econômica da Grécia, dando a entender que a taxa deve subir em breve.

A remessa feita por multinacionais e grandes investidores faz o dólar ficar escasso não só no mercado brasileiro, pressionando sua precificação para cima.

O especialista lembra ainda que, no Brasil, é ano de eleições e isso traz muita volatilidade para o mercado de câmbio. "Os indicadores são favoráveis, não teria grande realocação de recursos por conta dos números divulgados", afirma Hegedus.

Para a semana, a incerteza é muito grande e Hegedus projeta que a agenda pode trazer uma volatilidade ainda maior para a moeda norte-americana. "Aqui no Brasil teremos reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central] na quarta-feira", acrescenta Hegedus.

Na agenda internacional, teremos hoje a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido referente ao quarto trimestre de 2009. Na quarta-feira será realizada uma reunião do Fed. Na quinta-feira será divulgado o dado sobre os produtos Bens Duráveis nos EUA e, por fim, na sexta-feira será divulgado os dados do PIB dos EUA referentes ao quarto trimestre do ano passado.

"Tudo vai depender dos indicadores que serão divulgados nesta semana. A reunião do Fed será muito importante e deve ser acompanhada com muita atenção. A maior preocupação é com os números sobre o trabalho nos EUA", destaca o economista.

No longo prazo, Hegedus diz que o dólar comercial está estipulado em R$ 1,75. "Já estamos passando deste patamar, mas é claro que no final do ano pode ocorrer uma acomodação", afirma ele.

No mercado futuro da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa), é possível ver a elevação da moeda norte-americana para o ano. Vale destacar que as cotações ali presentes não representam o desempenho da moeda no ano, pois os contratos são utilizados, principalmente, por exportadores para tentar garantir o preço da mercadoria.

Os contratos com vencimento para fevereiro deste ano mostram o dólar comercial a R$ 1,826. Já os contratos para julho de 2010, encerraram a sexta-feira com valor de R$ 1,839. Por fim, os contratos negociados para dezembro deste ano finalizaram a R$ 1,958.

"Isso reflete o momento, as incertezas que estamos passando, mas não significa que o dólar vai fechar neste preço. Se confirmar este patamar novo, acima de R$ 1,80, teremos que revisar. O preço de R$ 1,80 seria o teto", finaliza o economista-chefe.

Na BM&F, o dólar pronto finalizou a segunda-feira a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30 (hora de encerramento do mercado de câmbio), a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

O clima no exterior foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Fed seja apoiada. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana. A Grécia captou 8 bilhões de euros com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo planejava levantar entre 3 bilhões de euros e 5 bilhões de euros, mas elevou o volume da oferta em meio à demanda, que atingiu 25 bilhões de euros.

Fonte: DCI

Trichet avisa: BCE não aceitará repetição do caso grego

 

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, garante que a instituição não aceitará jamais um caso como o grego, em que os números do orçamento não reflectem a realidade.

Questionado sobre a possibilidade de outros países acederem ao euro falseando os dados relativos à sua situação orçamental, Trichet foi peremptório: «Deixe-me ser muito claro em relação a isto: nunca mais aceitaremos números orçamentais que não reflictam os factos. Uma auditoria apropriada deve ser sempre possível. Já no mês que vem a Comissão Europeia apresentará propostas que melhorará significativamente a situação», afirmou numa entrevista à publicação semanal alemã «Focus».

Embora não tenha afastado ajudar a Grécia, o presidente do BCE também não pareceu muito entusiasmado com a ideia. Anda assim, Trichet pareceu convencido de que a Grécia conseguirá atingir o seu objectivo, de respeitar as regras orçamentais da Zona Euro até 2012.

Apesar de ter sublinhado que a Grécia não cumpriu as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), a que todos os países do euro estão obrigados, Trichet voltou a considerar «absurda» a hipótese de a Grécia abandonar a moeda única.

Recorde-se que o défice da Grécia alcançou os 13% do Produto Interno Bruto (PIB), quando o PEC prevê que o mesmo deve situar-se abaixo dos 3%.

Euribor a 3 meses desliza há 16 sessões

 

As taxas Euribor voltaram hoje a cair em todos os prazos e renovaram mínimos históricos nas maturidades a seis e três meses.

A Euribor a seis meses, a mais utilizada no cálculo dos juros do crédito à habitação, deslizou hoje para 0,964%, enquanto no prazo a três meses, a referência para os empréstimos às empresas, cedeu para 0,667%. Já a taxa a 12 meses recuou para 1,22%.

Esta tendência de queda das taxas Euribor contraria as previsões dos peritos que aguardavam por uma subida dos indexantes no início do ano, e uma aproximação da taxa a três meses à taxa de referência do BCE, que está actualmente em 1%, o nível mais baixo de sempre.

Os responsáveis de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) decidiram, na última reunião de 14 de Janeiro, não mexer no preço do dinheiro na zona euro pelo oitavo mês consecutivo. As taxas Euribor costumam seguir os juros na zona euro.

Dólar fecha com avanço de 0,33%

 

O dia de ontem foi de negócios esvaziados no câmbio doméstico, em razão do feriado em comemoração aos 456 anos da cidade de São Paulo. No balcão, o dólar à vista encerrou a R$ 1,821, em alta de 0,33%. Na mínima, atingiu R$ 1,814 e na máxima, R$ 1,825. Na BM&F, o dólar pronto fechou a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30, a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões em D+2. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

Com o centro financeiro do País fechado, as operações se restringiram às demais praças, que tentaram buscar no cenário externo alguma bússola para a definição das cotações. O clima no exterior, em geral, foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Federal Reserve seja apoiada pelos senadores norte-americanos. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana.

A Grécia captou 8 bilhões com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento para o investidor) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo grego planejava levantar entre 3 bilhões e 5 bilhões, mas elevou o volume da oferta em meio à forte demanda, que atingiu 25 bilhões, segundo o Ministério das Finanças da Grécia.

Lá fora, perto das 17h, o dólar mostrava leve queda ante o euro. A moeda europeia subia a US$ 1,4148 (+0,11%). Entretanto, o dólar avançava ante o iene, cotada a 90,25, ante 89,96 ienes no fechamento anterior. Hoje, o banco central do Japão anuncia sua decisão de política monetária. A expectativa é de manutenção da taxa básica de juro em 0,1%, e os analistas estarão atentos aos comentários do presidente da instituição, Masaaki Shirakawa, a respeito dos riscos da apreciação do iene e da deflação.

No Brasil, o noticiário trouxe o resultado da balança comercial da terceira semana de janeiro (18 a 24) e a pesquisa Focus. Segundo dados revelados ontem pelo BC, o saldo comercial do período ficou positivo em US$ 71 milhões. As exportações somaram US$ 3,105 bilhões e as importações, US$ 3,034 bilhões. No mês de janeiro, a balança comercial ainda é deficitária em US$ 896 milhões. Na pesquisa Focus, foi mantida em R$ 1,75 a estimativa para a taxa de câmbio em 2010. Também não houve alteração da perspectiva para a cotação ao final de 2011, em R$ 1,83.

Fonte: Jornal do Commercio

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

BCE não aceitará repetição do caso grego

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, garante que a instituição não aceitará jamais um caso como o grego, em que os números do orçamento não reflectem a realidade.

Questionado sobre a possibilidade de outros países acederem ao euro falseando os dados relativos à sua situação orçamental, Trichet foi peremptório: «Deixe-me ser muito claro em relação a isto: nunca mais aceitaremos números orçamentais que não reflictam os factos. Uma auditoria apropriada deve ser sempre possível. Já no mês que vem a Comissão Europeia apresentará propostas que melhorará significativamente a situação», afirmou numa entrevista à publicação semanal alemã «Focus».

Embora não tenha afastado ajudar a Grécia, o presidente do BCE também não pareceu muito entusiasmado com a ideia. Anda assim, Trichet pareceu convencido de que a Grécia conseguirá atingir o seu objectivo, de respeitar as regras orçamentais da Zona Euro até 2012.

Apesar de ter sublinhado que a Grécia não cumpriu as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), a que todos os países do euro estão obrigados, Trichet voltou a considerar «absurda» a hipótese de a Grécia abandonar a moeda única.

Recorde-se que o défice da Grécia alcançou os 13% do Produto Interno Bruto (PIB), quando o PEC prevê que o mesmo deve situar-se abaixo dos 3%.
Fonte: IOL diário

Casa Branca espera confirmação de Bernanke no Fed

 

Autoridades da Casa Branca expressaram confiança ontem na confirmação de Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), uma visão que encontra respaldo entre líderes republicanos no Senado. "Acreditamos que Bernanke será confirmado", disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs, ao programa "Fox News Sunday."

Sobre as possíveis repercussões financeiras de uma votação contra Bernanke no Senado, Gibbs afirmou que "a melhor forma de não ter de lidar com

essas repercussões é apoiar Bernanke para um segundo mandato". Segundo ele, os senadores podem mostrar apoio à estabilidade no sistema financeiro apoiando Bernanke.

O senador republicano Mitch McConnell, do Kentucky, não disse como irá votar, mas afirmou acreditar que Bernanke terá votos suficientes para continuar no comando do Fed. "Ele terá apoio bipartidário no Senado e eu anteciparia que ele será confirmado", afirmou McConnell no programa "Meet The Press", da NBC.

Outro republicano, o senador pelo Texas John Cornyn, no entanto, disse no programa "Fox News Sunday" que se opõe a Bernanke, elevando para 16 o total de senadores contrários a ele. No grupo estão 11 republicanos, quatro democratas e um independente. Vinte e sete já disseram que votarão a favor.

Cornyn afirma que Bernanke é um homem "brilhante e honroso", mas destacou a crise de confiança dos norte-americanos por causa da falta de transparência e responsabilidade no que diz respeito às ajudas e a outras atividades conduzidas pelo Fed.

O mandato de Bernanke termina no dia 31. Originalmente escolhido pelo republicano George W. Bush, ele foi nomeado por Barack Obama para um segundo mandato em agosto do ano passado. Agora, o Senado precisa confirmá-lo no cargo. As informações são da Dow Jones.
Fonte: G1

Euro sobe para US$ 1,4145 em Frankfurt

 

Frankfurt (Alemanha), 25 jan (EFE).- O euro abriu em alta na abertura do mercado de divisas de Frankfurt cotado a US$ 1,4145, frente a US$ 1,4129 dólares da sexta-feira.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,4135. EFE

Fonte: G1

Tóquio fecha em queda com NY, mas dólar limita perdas

 

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa, seguindo a queda das bolsas de Nova York na sexta-feira, mas a resistência do dólar diante do iene ajudou a limitar as perdas. Ações específicas, como as da Canon, também reagiram às notícias sobre seus próximos balanços trimestrais. O índice Nikkei 225 recuou 77,86 pontos, ou 0,7%, e fechou aos 10.512,69 pontos, o nível mais baixo desde 25 de dezembro. Já a Europa abriu o dia no positivo, com a recuperação do setor bancário.

O dólar manteve-se durante a maior parte da sessão acima da marca psicológica dos 90 ienes, nível considerado importante pelos traders. "Enquanto continuar a sustentação do dólar em 90 ienes, novas perdas em ações serão limitadas", disse o analista Yutaka Miura, da corretora Mizuho Securities. "Os traders têm visões mistas sobre se as preocupações acerca das regulações bancárias vão afundar mais as ações nos EUA", acrescentou.

Ações de imobiliárias e de seguradoras tiveram desempenho fraco. Entre as líderes, Mitsui Fudosan perdeu 1,8%, Mitsubishi Estate cedeu 2,2%. A seguradora Tokio Marine Holdings caiu 1,8%, enquanto Mitsui Sumitomo Insurance baixou 2,2%.

Kirin Holdings caiu 1,3%, em parte por causa das preocupações sobre sua planejada fusão com a Suntory Holdings. As fabricantes de cervejas e bebidas, que ano passado disseram que poderiam chegar a um acordo de fusão já no fim de 2009, provavelmente cão fazê-lo durante ou depois de fevereiro, segundo uma fonte próxima.

Sony fechou em alta de 0,2%, enquanto Canon adicionou 0,3%. As da Canon foram sustentadas por uma reportagem do jornal "The Nikkei" segundo a qual o lucro operacional da companhia deve ultrapassar a projeção inicial em 25 bilhões de ienes (US$ 277,5 milhões), chegando a 215 bilhões de ienes (US$ 2,386 bilhões) no ano encerrado em 31 de dezembro. As informações são da Dow Jones

Fonte: Jornal do Comercio

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Segunda volta no BCE

 

A candidatura de Vítor Constâncio à vice-presidência do Banco Central Europeu não passou à primeira em virtude de uma "complicação jurídica" relacionada com o método da votação. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, adiou para Fevereiro a escolha do substituto de Lucas Papademos, numa decisão que o ministro português das Finanças classificou de "estranha".
Esta situação foi "para mim surpreendente", e "acho muito estranho que uma pessoa tão experiente como o senhor presidente do Eurogrupo tenha de facto invocado a necessidade de um parecer jurídico que podia ter sido obtido previamente à reunião de ontem", disse o ministro Teixeira dos Santos em Bruxelas.

O ministro das Finanças reiterou o apoio de Lisboa ao candidato português: "O dr. Vítor Constâncio conta com o apoio claro na sua candidatura, e em Fevereiro cá estaremos para proceder a essa votação", assegurou Teixeira dos Santos.

Vítor Constâncio concorre contra o governador do Banco Central do Luxemburgo, Yves Mersch, que também faz parte do conselho do BCE, e contra o director do Banco Central da Bélgica, Peter Praet, que foi economista do Fundo Monetário Internacional (FMI) entre 1978 e 1980 e que trabalhou ainda no Fortis e no Banco Générale.

PORMENORES

NOMEAÇÃO

O candidato escolhido pelos ministros dos 27 será formalmente nomeado como vice-presidente do BCE numa reunião que terá lugar a 25 e 26de Fevereiro.

REUNIÕES

O Conselho do BCE reú-ne-se normalmente duas vezes por mês, na Eurotower, em Frankfurt, na Alemanha.

COMPOSIÇÃO

O principal órgão de decisão do BCE (o Conselho) é composto por seis membros da comissão executiva e 16 governadores dos bancos centrais da área do Euro.

Fonte: Correio da Manhã