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terça-feira, 23 de março de 2010

Euro segue em baixa frente ao dólar

O euro seguia com tendência negativa no cambial, terça-feira, com o mercado a manter preocupações sobre a situação financeira de vários países da região monetária, em particular a Grécia

A moeda única descia 0,29% frente à divisa dos Estado Unidos para 1,352, atenuando a variação negativa de 0,35% de quando trocava por 1,3507 dólares ao início da sessão em Frankfurt.

Na mesma altura, o euro contratava em mínimos de 1,433 francos suíços, descendo para 121,95 ienes, mas a apreciar-se frente à divisa britânica, para 0,8988 libras esterlinas.

Na segunda-feira, o BCE fixou a taxa de referência do euro a 1,3471 dólares, 121,25 ienes, ambos abaixo dos níveis operados no mercado à vista, e nos 0,899 libras e 1,4348 francos na relação com as outras divisas.

Fonte: diariodigital.sapo.pt

quarta-feira, 17 de março de 2010

Dólar Fecha Em Baixa Frente A Euro E Iene

Nova York, 16 mar (EFE).- O dólar se desvalorizou hoje em relação ao euro e ao iene, após o Federal Reserve (Fed, banco central americano) ter decidido manter a taxa básica de juros nos Estados Unidos em nível baixo.

Ao fim do dia, por 1 euro se pagava US$ 1,3777, frente à cotação de US$ 1,3673 de segunda-feira. Assim, para adquirir a moeda americana era preciso 0,7258 euro, em comparação com a cifra de 0,7314 euro de ontem.

Em relação à moeda japonesa, o dólar terminou intercambiado a 90,23 ienes, cotação menor que a de 90,49 ienes do pregão anterior.

A moeda americana fechou intercambiada assim frente às principais divisas:.

Fonte: G1

quarta-feira, 10 de março de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 10/03/2010

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Euro abre em baixa em relação ao dólar em Frankfurt

Frankfurt (Alemanha), 15 fev (EFE).- O euro abriu em baixa em relação ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt, e era negociado a US$ 1,3592, contra US$ 1,3612 de sexta-feira à tarde.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,3572. EFE
Fonte: G1
15 February

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

EUR - Euro se Recupera com o Possível Resgate da Grécia

O euro subiu acentuadamente ontem contra à maioria das principais moedas, ganhando mais de 150 pips frente ao dólar, e mais de 200 pips contra o iene. Também, obteve uma ligeira tendência de alta contra à libra.

A moeda única européia foi impulsionada sobre as perspectivas de que zona-euro irá ajudar a Grécia a conter a crise orçamental. Especulações sobre um possível plano de resgate tem encorajado a demanda por ativos de maior rendimento, reforçando o euro, em particular contra os ativos portos-seguros, como o dólar e o iene.

Estimativas consideram a possibilidade de que a Alemanha virá com um plano de apoio à economia grega. Enquanto o otimismo sobre a economia grega continuar, os ativos de maior rendimento, como o euro e a libra, serão provavelmente apoiados.

Hoje, os comerciantes são aconselhados à continuar procurando novas indicações referente à economia da Grécia, já que parecem ter forte impacto sobre o euro no momento. Além disso, os comerciantes devem acompanhar o relatório francês da produção industrial, agendado para às 07:45 GMT.

Esse relatório mede a variação no valor total de produção de produtores franceses. Expectativas atuais são de que a produção industrial francesa cresceu 0,6% em dezembro. Se o resultado assim for, deverá seguir apoiando o euro.

Fonte: IBTimes

USD - Dólar Cai com o Aumento do Apetite ao Risco

O dólar caiu contra à maioria das moedas mais importantes durante o pregão de ontem, principalmente contra o euro e à libra, com o par EUR/USD atingindo uma alta semanal de 1,3838.

Dois motivos principais levaram à desvalorização do dólar hoje.

A primeira razão cabe à especulações de que a economia da Grécia será resgatada. Isto tem ajudado a corrigir algumas das recentes perdas do euro, e como resultado, enfraqueceu o dólar. Além disso, esse otimismo também impulsionou o apetite ao risco, levando os investidores à procura de activos de maior rendimento, como o euro e a libra.

A segunda razão, foi devido aos dados menores do que os esperados do relatório sobre o Otimismo Econômico. A pesquisa mostrou que os cidadãos americanos estão pessimistas sobre suas perspectivas financeiras pessoais e têm menos confiança na política econômica federal.

Hoje, muitas publicações econômicas interessantes serão lançadas pelos E.U.. Às 13:30 GMT, a Balança Comercial (Trade Balance) de dezembro será publicada, um relatório que mede a diferença de valor entre as mercadorias importadas e exportadas e de serviços durante o mês de Dezembro.

Os analistas prevêem que o déficit comercial americano tenha sido reduzido de 36.4B para 35.8B, durante dezembro. Se assim for, é possível haver um fortalecimento do dólar. Também hoje, às 15:00 GMT, o presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, irá depor perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, em Washington DC., devendo discutir os futuros planos monetários do país, e o mercado deverá reagir imediatamente ao seu discurso.

Fonte: IBTimes

Análise Fundamentalista do Mercado Forex

Após a reunião do G-7 do final de semana e a previsão da reunião extraordinária da União Europeia para o dia 11 próximo, o mercado europeu de ontem apresentou sinais de menor preocupação e as bolsas europeias fecharam em alta. Assim, o iene apresentou desvalorização e o euro recuperou-se frente às principais moedas no decorrer desse mercado.

Porém o otimismo dissipou-se no mercado americano e a moeda única europeia voltou a cair junto com as bolsas dos Estados Unidos, enquanto o iene e o dólar americano ganhavam terreno.

O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em queda de 103.84 pontos (-1.04%) e pela primeira vez em três meses abaixo dos 10 mil pontos. O índice Nikkei, que ontem havia fechado abaixo dos 10 mil pontos, abriu hoje em queda de 75 ienes e no momento apresenta uma perda de 33.14 ienes (-0.33%).

Na falta de índices econômicos, os operadores ficam atentos à comentários que possam surgir em relação à dívida soberana dos países europeus.

Fonte: IBTimes

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dólar cede terreno ao Euro

Frankfurt - O dólar descia na relação com o euro, terça-feira, recuando pela primeira vez em cinco sessões.
A moeda única europeia marcava 1,373 dólares, em resultado da tendência no trading asiático, mostrando um ganho a rondar 0,6% face ao valor de fecho no dia anterior.
Na relação com a divisa do Japão, o euro progredia para 123,1 ienes, avançando ainda para 0,8782 libras esterlinas, perto de máximos de três semanas nas trocas com a moeda britânica.
Fonte:portalangop

Dólar avança frente ao euro e cai em relação ao iene

Nova York, 8 fev (EFE).- O dólar avançou hoje frente ao euro e cedeu terreno perante o iene, embora em ambos os casos com moderação, o que coincidiu com um dia de baixa na Bolsa de Nova York.
Ao terminar a atividade em Wall Street, por um euro era pago US$ 1,3660, comparado com US$ 1,3665 de sexta-feira, de modo que para adquirir um dólar era preciso 0,7321 euro, frente a 0,7318 euro na sessão anterior.
Em relação à divisa japonesa, o dólar era negociado a 89,30 ienes, após o pagamento de 89,38 ienes no dia anterior.
A moeda americana foi negociada assim frente às principais moedas internacionais:
MOEDA CÂMBIO ANTERIOR.
------ ------ --------.
Euro/dólar 1,3660 1,3665.
Dólar/iene 89,30 89,38.
Dólar/libra esterlina 0,6411 0,6398.
Dólar/franco-suíço 1,0725 1,0727.
Dólar/dólar canadense 1,0748 1,0701. EFE
Fonte: G1

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Resumo analítico para a semana de 1 a 5 de fevereiro

Depois de ter atingido suas maiores altas multimensais frente aos adversários europeus no final da semana passada, o dólar inverteu seu curso no início da semana corrente.
A razão principal da apreciação tão considerável do americano foi sem dúvida a preocupação relativa ao déficit orçamental grego. Pois a tensão se reduzia a medida que iam sendo divulgados os dados fundamentais tanto na Europa, como nos EUA, a tranqüilidade ficou cada vez mais acentuada. Mesmo a instabilidade pré-eleitoral na Grã-Bretanha, onde os Conservadores têm uma boa oportunidade de substituir os Laboristas (partido em poder), não obstaculizou o reforço das divisas européias.
Na quarta-feira, no contexto da aprovação do plano grego pela Comissão Européia, o o euro cotava a mais de 1,40, a libra oscilava perto de 1,6050. Portanto o otimismo dos investidores não se durou muito: o índice PMI para o setor dos serviços britânico revelou apenas 53,5 em vez de 56,5 esperados. Assim foi iniciada a desvalorização dos adversários do americano, onde a libra caiu para 1,59, o euro desceu abaixo de 1,39, o dólar/iene subiu quase 100 pontos até 91,00, o USD/CHF saltou do 1,0500 e registrou o máximo de dia 1,0599.
Convém mencionar que as posições do dólar australiano e do neozelandês também foram afetadas. As taxas de juros na Austrália contra todas as expectativas não foram elevadas e se mantiveram ao mesmo nível de 3,75%. Como resultado o AUD perdeu bruscamente 1 centavo, caindo para 0,8800. Na Nova Zelândia surgiram dificuldades no setor de emprego: a taxa de desemprego em vez de cair (como foi esperado) para 6,5%, cresceu até 7,3%. Assim, o NZD passou a custar menos de 70 centavos pela primeira vez desde o setembro do ano anterior.
No final da semana o dólar ficou ainda mais forte, uma vez que a queda das cotações nas bolsas asiáticas seguida pelo declínio nas praças da Europa e mais tarde dos EUA provocou a aversão quase completa por risco, causando as vendas maciças dos ativos de alta rentabilidade, inclusive as moedas com a taxa de juros relativamente alta. Como sempre serviram de refúgio seguro o dólar e o iene. Assim, quanto às notícias, as taxas de juros da zona européia e inglesa mantiveram-se inalteradas, enquanto a situação na zona Euro se tornou ainda mais grave: além das dificuldades gregas, os economistas da UE agora tem que “quebrar sua cabeça” sobre os problemas de Portugal. Pois o release otimista da inflação dos preços do produtor da Grã-Bretanha e da Massa Salarial Não Agrícola dos EUA já não mudaram nada: o americano continuava apreciando sem parar apesar dos dados econômicos mistos. Os preços do produtor na Inglaterra cresceram mais que o esperado, enquanto a taxa de desemprego americana subitamente diminuiu e marcou 9,7% em janeiro frente ao prognóstico de 10%.
Pois, no final da sessão o euro cotou a um pouco mais alto de 1,3700 (mínimo 1,3584), quase 2 centavos mais baixo do que na sexta passada. A libra esterlina caiu uns 350 pontos, descendo para 1,5600. O USD/CHF finalmente se fixou acima da figura de 1,07 e quase tocou 1,08. O dólar/iene após ter atingido o mínimo semanal de 88,53 (quinta-feira), terminou cotado a 89,37. Os pares cruzados de iene caíram uns 300-500 pontos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dificuldade fiscal torna aperto monetário na Zona Euro a mais distante

 

As dificuldades fiscais de países da zona do euro tornam mais distantes as perspectivas de alta dos juros na região, mantidos hoje em 1%. Analistas acreditam que o processo de redução da dívida pública em nações como Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha, os chamados Piigs, limitarão a criação de empregos e o crescimento econômico do bloco.

A avaliação não saiu da boca do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet – e nem poderia, como notam especialistas -, mas a preocupação com o aumento da dívida pública é crescente entre os investidores na Europa.
Em meio à recuperação ainda frágil, analistas acreditam que o BCE só teria condições de começar a elevar os juros a partir de setembro, na melhor das hipóteses.
Conforme Luigi Speranza, do BNP Paribas, a percepção de que o banco central responderia ao relaxamento fiscal com uma política monetária mais frouxa poderia prejudicar sua credibilidade e enfraquecer a estrutura da zona do euro no longo prazo. “Mas o BCE não pode ignorar os riscos de uma contaminação e as possíveis consequências para o sistema financeiro.”
Na coletiva de hoje, Trichet disse que o plano de redução do déficit da Grécia “está na direção certa” e chamou os países a cumprirem o Pacto de Estabilidade e Crescimento, pelo qual o déficit não pode ultrapassar 3% do PIB. “Quando você divide uma moeda com os outros, a contrapartida é que você precisa se comportar adequadamente”, afirmou Trichet.
Por outro lado, o presidente do BCE relativizou o tamanho do rombo na zona do euro, atualmente em 6% do PIB, ao afirmar que outros países desenvolvidos estão em situação pior, como os Estados Unidos e o Japão, com déficits acima de 10%.
Esse ponto provocou a discordância dos analistas. Elwin de Groot, do Rabobank, diz que o pacto do bloco não tem sido bem-sucedido, caso contrário alguns países não estariam na complicada situação atual. Além disso, esse raciocínio poderia subestimar o impacto do efeito de contágio na região. “A zona do euro é um sistema altamente interconectado e alguns de seus membros são grandes demais para falir.”
O economista-chefe do UniCredit, Marco Annunziata, avalia que os investidores continuarão olhando para os desequilíbrios específicos da Grécia, e não para a situação da zona do euro de forma consolidada. “A zona do euro permitiu que os membros construíssem combinações insustentáveis de dívida pública e privada a um baixo custo de financiamento de forma irreal.”
Para Speranza, do BNP Paribas, o custo do ajuste orçamentário que começa a ser feito na região, referente a crescimento e emprego, será maior do que o estimado. Portanto, o aperto monetário no bloco virá pelo canal fiscal.
Diversos analistas notaram que o tom do BCE sobre a situação econômica da zona do euro praticamente não mudou neste mês. De modo geral, a autoridade monetária avalia que o crescimento deve seguir em ritmo moderado e desigual nos países, refletindo o aumento do desemprego e o baixo nível de investimentos. Portanto, a perspectiva para a inflação é confortável.
A principal expectativa se volta agora para a reunião de março, quando o BCE trará avaliações sobre a estratégia de saída das medidas emergenciais usadas no combate à crise. O primeiro passo já foi dado em dezembro do ano passado, liderando o processo mundial, ainda que com ajustes leves.
O Banco da Inglaterra, que também se reuniu hoje, decidiu não ampliar o programa de compra de títulos, que já contabiliza 200 bilhões de libras. No entanto, deixou aberta a possibilidade de retomar a estratégia, caso seja necessário. Os juros foram mantidos em 0,5%.
O desafio do BOE é equilibrar uma retomada lenta, já que o país escapou por um triz da recessão, e a alta da inflação. “Mas, de forma geral, o BC ainda acredita que a inflação recuará para abaixo da meta em razão do excesso de capacidade de produção”, avalia Karen Ward, do HSBC.

Fonte: Estadão

Crise europeia também derruba bolsas na Ásia

 

TÓQUIO - A preocupação com a fragilidade fiscal de países como Portugal, Grécia e Espanha, que derrubou os mercados norte-americanos e europeus, também fez as bolsas asiáticas terminarem a semana com forte queda. Nesta sexta-feira, o setor refletiu os temores de uma nova crise global.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível desde 2 de setembro, com perda de 3,3% e total de 19.665,08 pontos.

As renovadas preocupações sobre o ritmo de recuperação da economia global afetaram o desempenho das Bolsas da China. O índice Xangai Composto baixou 1,9% e encerrou aos 2.939,40 pontos. Já o índice Shenzhen Composto perdeu 2% e terminou aos 1.097,11 pontos.

O yuan apresentou ligeira desvalorização em relação ao dólar, após os fortes ganhos da moeda norte-americana sobre o euro nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8271 yuans, de 6,8266 yuans do fechamento de quinta-feira.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou o pior resultado em cinco meses. Com aumento no volume de negociações, o índice Taiwan Weighted caiu 4,3% e encerrou aos 7.217,83 pontos, o menor fechamento desde 4 de setembro.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve a maior queda porcentual e em pontos desde o final de novembro, quando os problemas com a dívida de Dubai chocaram os mercados mundiais. O índice perdeu 3% e fechou aos 1.567,12 pontos, a menor pontuação desde 30 de novembro.

Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney mergulhou para uma mínima de cinco meses e fechou em queda de 2,3%, encerrando aos 4.514,1 pontos.

O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, registrou baixa de 2% e fechou aos 2.855,64 pontos.

A Bolsa de Cingapura deslizou com a queda em Wall Street e preocupações com uma crise econômica em alguns países europeus. O índice Straits Times Index cedeu 2,2% e fechou aos 2.683,56 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, tombou 2,9% e fechou aos 2,518,97 pontos, com vendas de fundos estrangeiros em meio ao fraco sentimento no resto da região.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou1,6% e fechou aos 691,41 pontos, seguindo as baixas nas demais bolsas da Ásia somadas à instabilidade política local.

Na Malásia, o índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur recuou 1,4% e fechou aos 1.247,90 pontos, maior baixa em três meses, com preocupações sobre a recuperação da economia global.

As informações são da Dow Jones.

USD/CHF: dólar dispara

 

O dólar está a avançar com grande decisão, depois de ter superado sem problemas a zona de 1.07, que coincide com o fibo 38.2, traçado desde o máximo até ao mínimo de 2009.

Neste momento, dirige-se até à zona de fortes confluências a 1.09, que coincide com o fibo 50. Antes, poderá travar a 1.0883, máximo de Agosto.

Em baixa, o par terá de aguentar, no gráfico de uma hora, sem quebrar 1.0751, de forma a voltar para 1.06.

Fonte: IBTimes

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Euro tem menor cotação em seis meses em relação ao dólar

LONDRES — O euro tinha cotação nesta quinta-feira de manhã em Londres de 1,3842 dólar, o menor nível desde julho, uma consequência da inquietação vinculada às dificuldades orçamentárias de países da zona euro, encabeçados pela Grécia. Às 8H40 GMT (6H40 de Brasília), a moeda única caiu a 1,3842 dólar, o menor nível desde 8 de julho de 2009. Fonte: AFP

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

USD - Dólar é Comercializado Superiormente Frente ao Iene Sob Dados Econômicos Positivos

O dólar ampliou ganhos frente ao iene e reduziu perdas contra o euro, na segunda-feira depois que dados mostraram a atividade de negócios na indústria transformadora dos E.U. se tornando mais forte do que se esperava, em janeiro. O dólar tem sido liquidado recentemente, parcialmente devido ao crescente otimismo sobre as perspectivas para a economia americana. No encerramento do dia de ontem, o dólar caiu ligeiramente em relação ao euro, empurrando o par frequentemente negociado, para 1,3930. O USD também obteve alta, ganhando mais de 50 pontos contra o JPY, para fechar-se em 90,70. O setor de manufatura dos E.U. apresentou o melhor crescimento em mais de cinco anos, em janeiro. O Instituto de Administração de Fornecimento (Institute for Supply Management), apresentou seu índice de produção (Manufacturing Index), subindo para 58,4%, em janeiro, um resultado maior que o de dezembro, de 54,9%. Este foi o sexto aumento mensal consecutivo do índice de Aquisição de Gestores (PMI - Purchasing Manager´s Index), e a leitura mais elevada desde agosto de 2004, superando as expectativas dos analistas. A força no setor de fabricação dos E.U. está sendo acompanhada pela expansão do mesmo setor da China para a Europa. Outro relatório, hoje, apresentou os Gastos Pessoais (Personal Spending) subindo 0,2% em dezembro, um terceiro ganho consecutivo, mostrando que um aumento de empregos é necessário para ajudar as lidar com as despesas de consumo nos próximos meses. Hoje, o mais importante indicador econômico previsto para ser liberado pelos E.U., será o das Vendas Imobilíarias Pendentes (Pending Home Sales), às 15:00 GMT. Os comerciantes estarão muito atentos quanto a este anúncio, já que um resultado mais forte do que o esperado poderá impulsionar o dólar no curto prazo. Deve-se prestar especial atenção no mercado já que existe uma oportunidade para os comerciantes aproveitarem as flutuações que podem acompanhar este lançamento. Fonte: ibtimes

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Bernanke vai dirigir o Fed por mais 4 anos

 

Apesar das críticas de senadores dos dois extremos dos Partidos Democrata e Republicano pelo seu desempenho antes e durante a crise econômica, Ben Bernanke foi reconduzido ontem para um segundo mandato de quatro anos na presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A votação ocorreu poucos dias antes do encerramento do seu primeiro mandato.

Foram 77 votos a favor e 23 contra. Eram necessários 60 votos, no mínimo, para que o seu nome fosse levado para uma segunda votação simbólica para a confirmação oficial, onde seria preciso apenas uma maioria simples de 50 votos.
O número de votos para a sua aprovação superou as estimativas de analistas políticos, que, em alguns casos, chegaram a prever a sua derrota. O resultado pode ser considerado uma vitória para o presidente Barack Obama, que indicou Bernanke para um segundo mandato em agosto e o transformou em um dos pilares para a sua política econômica.
Alguns republicanos disseram ter aprovado Bernanke com relutância por temerem que Obama optasse por um nome ainda mais fraco na avaliação deles. Senadores democratas também preferiram votar a favor da manutenção do presidente do Fed para evitar uma crise política no governo em um ano de eleições parlamentares.
Ao assumir o cargo, nomeado por George W. Bush, Bernanke recebeu o comando das finanças americanas de Alan Greenspan, em fevereiro de 2006, com a economia americana em crescimento e as ações na Bolsa de Valores de Nova York batendo recordes. Seu principal desafio era manter o padrão de seu antecessor, idolatrado em Wall Street.
O problema é que tanto Bernanke quanto Greenspan não anteciparam a bolha no mercado imobiliário que culminaria na mais grave crise financeira e econômica dos Estados Unidos desde a Grande Depressão dos anos 30 do século 20.
Bancos como o Lehman Brothers faliram e o Fed, junto com o governo, intervieram fortemente na economia americana para evitar uma catástrofe que poderia levar a uma quebradeira generalizada de instituições financeiras.
Nesse momento, com o apoio de economistas à direita e à esquerda, conforme afirmou Obama em seu discurso do Estado da União na noite de quarta-feira, o Fed ajudou a salvar os bancos, injetando bilhões de dólares na economia.
Essa ajuda somou centenas de bilhões ao déficit americano, irritando senadores republicanos mais conservadores, que também criticam o enfraquecimento do dólar. A esquerda do Partido Democrata discordou da ajuda aos bancos porque essas instituições, um ano depois de terem sido salvas, começaram a distribuir bônus milionários aos seus executivos.
Já os defensores de Bernanke argumentam que ele salvou o país de uma nova depressão e a economia dá sinais de recuperação. "Ninguém nunca conseguiu agir tão bem quanto ele. A forma como Bernanke atuou foi extraordinariamente criativa e conseguiu impedir que o sistema financeiro não entrasse em colapso", disse o senador republicano Judd Gregg.
Segundo o senador democrata Kent Conrad, "quando a crise começou, ele assumiu o comando de forma sem precedentes". "Quando escreverem essa história, Bernanke será citado como um dos heróis."
Fonte: ùltimo segundo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Dólar se valoriza diante do euro e perde terreno para o iene

Nova York, 28 jan (EFE).- O dólar ganhou terreno hoje em relação ao euro e perdeu espaço para o iene após a divulgação de dados pouco animadores relativos ao desemprego nos Estados Unidos e de pregão com forte tendência de baixa. Ao final do pregão em Wall Street, o euro era negociado a US$ 1,3972, comparado com US$ 1,4022 de quarta-feira. Em relação à moeda japonesa, o dólar trocava de mãos a 89,85 ienes, frente a 90,04 ienes do fechamento anterior. A moeda americana se mudou hoje assim frente às principais moedas internacionais: MOEDA FECHAMENTO FECHAMENTO ANTERIOR. Euro/dólar 1,3972 1,4022. Dólar/iene 89,85 90,04. Dólar/libra esterlina 0,6199 0,6186. Dólar/franco suíço 1,0522 1,0501. Dólar/dólar canadense  ,0662 1,0647.

Fonte: G1

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Receios com défice da Grécia e Portugal levam euro a baixar fasquia dos 1,40 dólares

O euro fixou hoje um novo mínimo de seis meses. Quebrou em baixa a fasquia dos 1,40 dólares, pressionado pelos receios quanto à situação das contas públicas da Grécia, e também de Portugal. Perante o “stress” com os défices destes dois países, o UBS recomenda “vender” a moeda europeia.
Os investidores “deveriam vender euros, contra o dólar, à medida que as preocupações quanto aos défices das contas públicas da Grécia e Portugal aumentam”, refere o analista Gareth Berry, do UBS, numa nota de investimento emitida hoje, citada pela agência Bloomberg.
Sobre Portugal, o UBS afirma que o Orçamento do Estado “fez pouco para afastar os receios relativamente ao compromisso do País na redução do défice”, alertando que “não é de afastar a possibilidade de novos cortes no ‘rating’ da dívida” por parte das agências de notação financeira.
Estes dois países estão a condicionar a moeda europeia, que hoje recua face a divisa dos EUA. O euro fixou já um novo mínimo de seis meses, ao negociar nos 1,3938 dólares. Segue a cotar nos 1,4004 dólares, nível a partir do qual o UBS recomenda “vender” a divida. Baixando este patamar, o euro pode chegar aos 1,35 dólares.

Fonte: jornaldenegocios

EUR - Euro Registra Baixa Perto de Números Recordes Frente ao Dólar

O euro caiu abaixo da marca psicologicamente importante de 1,4000, ontem, em relação ao dólar americano. Isso se deu em grande parte por rumores de que as taxas de juros dos E.U. poderão ser aumentadas em breve, juntamente com as preocupações persistentes quanto à dívida da Grécia.

Os investidores se esquivaram de moedas mais arriscadas, já que ficou evidente que as taxas de juro européias provavelmente permanecerão em seus registros recordes de baixa ainda por algum tempo.

Hoje, qualquer movimento feito entre os pares do euro serão provavelmente um resultado de notícias relacionadas ao dólar. A única publicação potencialmente significativa da Europa, de hoje, será do relatório da Mudança do Desemprego alemão, às 08:55 GMT, que tem previsão de mostrar um aumento durante o mês passado, que, se for verdade, provavelmente pesará sobre o já fraco euro.

Os comerciantes vão querer prestar atenção em qualquer notícia sobre a manipulação de Portugal quanto à sua dívida.

Especialistas dizem que o orçamento atual do país não é o suficiente para reduzir o seu défice em nível significativo. Se for verdade, isso provavelmente trará mais notícias ruins para o euro no mercado cambial.

Fonte: ibitimes

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 27/01/2010