Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PIB da zona do euro sobe 0,1% no 4º trimestre

Londres - O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro (que reúne os 16 paíes que adotam o euro como moeda) subiu 0,1% no quarto trimestre do ano passado, em comparação com o terceiro trimestre. Em relação ao mesmo período de 2008, houve queda de 2,1%. No terceiro trimestre, o PIB havia crescido 0,4%.

A desaceleração da expansão e o fato de a Itália e a Espanha terem tido contração sugerem que a recuperação da segunda maior área econômica do mundo pode ter perdido força, depois de ter recebido um impulso temporário da formação de estoques global.

Os números provavelmente vão convencer o Banco Central Europeu (BCE) a não elevar a taxa de juros básica e a não retirar as medidas de suporte para o setor bancário rapidamente. Também podem convencer os governos da necessidade de manter suas medidas de estímulo fiscal em um momento em que os investidores do mercado de bônus estão pedindo ações para redução de déficits orçamentários e contenção do aumento das dívidas.

No terceiro trimestre do ano passado, a Alemanha havia guiado a recuperação da zona do euro, mas isso foi revertido no quarto trimestre, quando a economia alemã se estagnou em relação ao terceiro trimestre. No caso da França, houve crescimento de 0,6%.

Na mesma base de comparação, a economia da Itália teve 0,2% de contração e a da Espanha, 0,8%. Portugal se estagnou, enquanto o crescimento na Holanda e na Áustria se desacelerou. Na República Checa, a economia teve 0,6% de contração. Na União Europeia como um todo, o PIB cresceu 0,1% em comparação com o terceiro trimestre e caiu 2,3% ante o quarto trimestre de 2008.

Indústria

A produção industrial caiu 1,7% na zona do euro em dezembro, na comparação com novembro, informou hoje a agência de estatísticas da União Europeia (Eurostat). Houve queda de 5% em relação a dezembro do ano passado. A queda mensal é a maior desde fevereiro de 2009, mas a retração anual é a menor desde setembro de 2008. Os números surpreenderam os analistas, que esperavam aumento mensal de 0,2% da produção industrial e uma queda anual de 1,4%. As informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Bolsas da Ásia sobem com expectativa sobre Europa

A Bolsa de Hong Hong seguiu a alta das bolsas dos EUA e da China, sob a liderança dos papéis do HSBC e da petrolífera Cnooc. O índice Hang Seng avançou 0,67% e fechou aos 19.922,22 pontos.

Na China, as bolsas fecharam em alta depois que o banco central minimizou as preocupações com a inflação no país e os dados sobre a exportação em janeiro reforçaram a expectativa de que o comércio exterior continue a se recuperar neste ano. O índice Xangai Composto, que segue as ações A e B, terminou em alta de 1,1% e fechou aos 2.982,50 pontos. O Shenzhen Composto ganhou 1,5% e encerrou aos 1.117,40 pontos.

No mercado de câmbio, o yuan caiu para seu menor nível diante do dólar em cinco meses, por causa da forte demanda pela divisa dos EUA antes do feriado do Ano Novo Lunar e dos dados sobre exportação em janeiro, mais fracos do que o esperado. Apesar da valorização desta quarta-feira, a expectativa de que Pequim mantenha sua política de yuan estável limitou a alta do dólar. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8302 yuans, de 6,8267 yuans do fechamento de terça-feira. Já a paridade central foi fixada em 6,8269 yuans por dólar, pouco alterada em relação aos 6,8271 yuans por dólar da terça-feira.
Na terceira sessão seguida de ganhos, a Bolsa de Taipé, em Taiwan, seguiu no encalço dos demais mercados regionais, com suspeita de compras por parte de fundos governamentais. O índice Taiwan Weighted subiu 1,1% e encerrou aos 7.441,84 pontos.
Já na Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, os investidores andaram de lado. As incertezas sobre um possível pacote de resgate para a Grécia restringiram as compras. Por conta disso, o índice Kospi fechou estável, terminando aos 1.570,12 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney seguiu sob tensão. Os ganhos do pregão da manhã acabaram atenuados pela falta de iniciativa na recompra de ações por parte da BHP Billiton e pelo pagamento de dividendos da Commonwealth Bank of Australia abaixo das expectativas. O índice S&P/ASX 200 fechou em elevação de 0,2%, terminando aos 4.513,4 pontos.
O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, subiu 2,1% e fechou aos 2.857,24 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em baixa, uma vez que os investidores realizaram os lucros obtidos na terça-feira em meio a contínuas incertezas sobre as perspectivas econômicas globais antes do feriado do ano novo lunar. O índice Straits Times recuou 0,4% e fechou aos 2.734,39 pontos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,4% e fechou aos 688,41 pontos, encerrando 4 sessões de perdas, mas as negociações foram apáticas por conta de preocupações com as economias europeias e questões políticas locais.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,2% e fechou aos 2.483,43 pontos, em ligeiras realizações de lucros em papéis relacionados a commodities e blue chips de bancos, em meio a preocupações sobre a tendência de instabilidade dos mercados de capitais globais.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve alta de 1,0% e fechou aos 1.246,17 pontos, puxado por ações de primeira linha, em especial do setor de construção e financeiras após divulgação de lucros. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Ultimo segundo

USD - Dólar Cai com o Aumento do Apetite ao Risco

O dólar caiu contra à maioria das moedas mais importantes durante o pregão de ontem, principalmente contra o euro e à libra, com o par EUR/USD atingindo uma alta semanal de 1,3838.

Dois motivos principais levaram à desvalorização do dólar hoje.

A primeira razão cabe à especulações de que a economia da Grécia será resgatada. Isto tem ajudado a corrigir algumas das recentes perdas do euro, e como resultado, enfraqueceu o dólar. Além disso, esse otimismo também impulsionou o apetite ao risco, levando os investidores à procura de activos de maior rendimento, como o euro e a libra.

A segunda razão, foi devido aos dados menores do que os esperados do relatório sobre o Otimismo Econômico. A pesquisa mostrou que os cidadãos americanos estão pessimistas sobre suas perspectivas financeiras pessoais e têm menos confiança na política econômica federal.

Hoje, muitas publicações econômicas interessantes serão lançadas pelos E.U.. Às 13:30 GMT, a Balança Comercial (Trade Balance) de dezembro será publicada, um relatório que mede a diferença de valor entre as mercadorias importadas e exportadas e de serviços durante o mês de Dezembro.

Os analistas prevêem que o déficit comercial americano tenha sido reduzido de 36.4B para 35.8B, durante dezembro. Se assim for, é possível haver um fortalecimento do dólar. Também hoje, às 15:00 GMT, o presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, irá depor perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, em Washington DC., devendo discutir os futuros planos monetários do país, e o mercado deverá reagir imediatamente ao seu discurso.

Fonte: IBTimes

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Rating da dívida soberana dos EUA nunca será rebaixado, dispara Geitnher

Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático - “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.

Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.

Cura e crescimento
“Estamos no início do processo de cura”, disse Geitnher, ao ressaltar que o risco atual de uma nova recessão “está muito, muito menor do que em qualquer momento nos últimos doze meses, ou mais”.

Por fim, o secretário do Tesouro enfatizou que os EUA planejam reduzir o déficit assim que o mercado de trabalho se recuperar. No curto prazo, as medidas deverão ser focadas “para assegurar que a economia mostra crescimento novamente”.,

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

GBP/USD: libra tenta recuperar novamente

 

A libra sucumbiu ontem à força do dólar, perdendo todos os ganhos do dia anterior, ao não conseguir superar a MM de 200 dias no gráfico de uma hora. Neste momento, o par formou um suporte a 1.6126 e, se aguentar, a libra deverá subir até 1.6151, tendo como próximo alvo 1.617, resistência de segunda-feira.

Uma vez aí, a libra vai tentar novamente recuperar o terreno perdido e se conseguir consolidar 1.6194 poderá tentar de novo romper a MM de 200 dias junto à resistência a 1.6239. Em baixa, se o preço não aguentar o nível a 1.6126 vai cair até ao mínimo de ontem a 1.61.

No gráfico diário, vemos que perder 1.61 é bastante significativo e poderá enviar o preço até 1.5934, enquanto se dirige até 1.5813. Para hoje, 1.6075/52/31, antigos suportes significativos, poderão entrar em jogo.

Fonte: Ibitimes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Aperto monetário e remessas fazem dólar subir

SÃO PAULO - A incerteza em relação às políticas monetárias de Estados Unidos, Europa e China e as remessas de moeda dos países emergentes para seus países de origem vêm fazendo com que o dólar comercial seja pressionado no Brasil e no mundo. Ontem, a moeda norte-americana encerrou o dia com alta de 0,28%, a R$ 1,82. Esta é a maior cotação deste o dia 11 de setembro do ano passado.

Em uma semana, o dólar comercial apresentou valorização de 3%, saindo de R$ 1,767 no dia 18 de janeiro, para o encerramento de ontem. Porém, nos últimos 12 meses, a moeda registra uma retração de 21,21%, quando era negociada a R$ 2,31 na venda.

"O que vem ocorrendo é uma correção dos mercados. É uma perspectiva de uma política monetária mais apertada na China que, na semana passada gerou uma realocação de recursos nos ativos, com a saída dos mercados emergentes e a volta para os mercados de origem", explica Julio Hegedus, economista-chefe do Lopes Filho e Associados.

Além da China, os Estados Unidos também devem passar por um arrocho monetário em breve. Na última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central do EUA), a decisão de manter os juros flutuando entre 0% e 0,25% ao ano já não foi unânime.

Na Europa, por sua vez, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, também afirmou que a decisão da autoridade monetária em manter o juro em 1% ao ano só ocorreu em virtude da situação econômica da Grécia, dando a entender que a taxa deve subir em breve.

A remessa feita por multinacionais e grandes investidores faz o dólar ficar escasso não só no mercado brasileiro, pressionando sua precificação para cima.

O especialista lembra ainda que, no Brasil, é ano de eleições e isso traz muita volatilidade para o mercado de câmbio. "Os indicadores são favoráveis, não teria grande realocação de recursos por conta dos números divulgados", afirma Hegedus.

Para a semana, a incerteza é muito grande e Hegedus projeta que a agenda pode trazer uma volatilidade ainda maior para a moeda norte-americana. "Aqui no Brasil teremos reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central] na quarta-feira", acrescenta Hegedus.

Na agenda internacional, teremos hoje a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido referente ao quarto trimestre de 2009. Na quarta-feira será realizada uma reunião do Fed. Na quinta-feira será divulgado o dado sobre os produtos Bens Duráveis nos EUA e, por fim, na sexta-feira será divulgado os dados do PIB dos EUA referentes ao quarto trimestre do ano passado.

"Tudo vai depender dos indicadores que serão divulgados nesta semana. A reunião do Fed será muito importante e deve ser acompanhada com muita atenção. A maior preocupação é com os números sobre o trabalho nos EUA", destaca o economista.

No longo prazo, Hegedus diz que o dólar comercial está estipulado em R$ 1,75. "Já estamos passando deste patamar, mas é claro que no final do ano pode ocorrer uma acomodação", afirma ele.

No mercado futuro da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa), é possível ver a elevação da moeda norte-americana para o ano. Vale destacar que as cotações ali presentes não representam o desempenho da moeda no ano, pois os contratos são utilizados, principalmente, por exportadores para tentar garantir o preço da mercadoria.

Os contratos com vencimento para fevereiro deste ano mostram o dólar comercial a R$ 1,826. Já os contratos para julho de 2010, encerraram a sexta-feira com valor de R$ 1,839. Por fim, os contratos negociados para dezembro deste ano finalizaram a R$ 1,958.

"Isso reflete o momento, as incertezas que estamos passando, mas não significa que o dólar vai fechar neste preço. Se confirmar este patamar novo, acima de R$ 1,80, teremos que revisar. O preço de R$ 1,80 seria o teto", finaliza o economista-chefe.

Na BM&F, o dólar pronto finalizou a segunda-feira a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30 (hora de encerramento do mercado de câmbio), a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

O clima no exterior foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Fed seja apoiada. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana. A Grécia captou 8 bilhões de euros com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo planejava levantar entre 3 bilhões de euros e 5 bilhões de euros, mas elevou o volume da oferta em meio à demanda, que atingiu 25 bilhões de euros.

Fonte: DCI

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Tóquio recua 0,8% com valorização do iene

A Bolsa de Tóquio fechou em queda nesta terça-feira, com as empresas exportadoras prejudicadas pela valorização do iene, enquanto as ações da Japan Airlines (JAL) ficavam na mínima histórica em meio aos rumores de seu iminente pedido de concordata. O índice Nikkei 225 caiu 90,18 pontos, ou 0,8%, e fechou aos 10.764.90 pontos. A Europa também retrocedeu na abertura, mas as ações da Cadbury bateram recordes de altas.
O projetado fechamento da JAL, um dos ícones corporativos do Japão, deixou de afetar o sentimento dos investidores pois já foi precificado, disse Hikaru Sato, analista da Daiwa Securities. "Muitos investidores querem ver como vão sair os balanços das instituições financeiras dos EUA nesta semana e como eles vão afetar as bolsas dos EUA." Citigroup e Morgan Stanley devem divulgar seus balanços do quarto trimestre nesta semana. As ações da JAL terminaram estáveis, em meio à crescente tensão, uma vez que se esperava para esta terça-feira o pedido de concordata da empresa. A Bolsa de Tóquio planeja excluir a ação se a Enterprise Turnaround Initiative Corp., organização apoiada pelo Estado japonês, decidir reduzir o capital da empresa em 100%.
"Se isso acontecer, a JAL provavelmente será negociada a 1 iene amanhã (quarta-feira)", disse um trader. Nesta terça-feira, a ação fechou em 5 ienes e o volume negociado permaneceu robusto em 409 milhões de ações. As blue chips se enfraqueceram depois que o dólar caiu para 90,34 ienes no pregão da tarde, comparado a 90,79 ienes no começo do dia. Honda Motor cedeu 2,1% e TDK caiu 2,2%.
Sumitomo Mitsui Financial Group perdeu 3,1%, antes da abertura da janela de precificação, de 20 a 22 janeiro, para o anunciado plano de levantamento de capital que visa gerar cerca de 888,97 bilhões de ienes com uma nova oferta de ações. As ações dos fabricantes de medicamentos genéricos deram um salto com a expectativa de aumento da demanda das farmácias, depois que o JPMorgan, citando o artigo de uma revista da indústria farmacêutica, disse que o Ministério da Saúde planeja elevar as comissões pagas pela prescrição de remédios genéricos. Sawai Pharmaceutical disparou 11% e Towa Pharmaceutical ganhou 8,9%.
Dowa Holdings avançou 1,7%, sustentada por uma reportagem do jornal The Nikkei segundo a qual a companhia deve anunciar um lucro operacional de cerca de 10 bilhões de ienes no período de nove meses até dezembro, revertendo o resultado negativo de 4,9 trilhões de ienes no mesmo período do ano anterior. De acordo com a reportagem, a companhia foi ajudada pelo aumento dos preços do zinco e do cobre e por uma recuperação na demanda por produtos metalúrgicos processados.
As empresas de transporte marítimo também fecharam em alta, com avanço de 1% nos papéis da Mitsui O.S.K. Lines e de 0,9% nas ações da Kawaski Kisen. O setor foi impulsionado pela expectativa em relação aos indicadores econômicos que a China divulga na quinta-feira e que deixam os investidores esperançosos em relação às perspectivas para a demanda de exportações na China. As informações são da Dow Jones.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 07/01/2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Taxas Euribor só deverão ter ligeira subida em meados de 2010

 

O aumento progressivo das taxas Euribor é inevitável para os economistas ouvidos pela Lusa, mas a subida deverá ser ligeira e apenas deverá começar em meados deste ano, devido à fragilidade da conjuntura económica.

"É natural que haja alguma subida nas taxas Euribor, mas um ponto positivo é que não devemos esperar uma subida significativa", antecipa Carlos Andrade, economista-chefe do Banco Espírito Santo (BES).

O Banco Central Europeu (BCE) e a Reserva Federal (Fed) dos EUA não têm grande espaço de manobra para subirem as taxas devido às incertezas sobre a evolução da economia, apontou, antevendo que sejam "muito pacientes". "Não vejo que na primeira metade do ano possam subir as taxas directoras", considerou.

Teresa Gil Pinheiro, economista do BPI, concorda que a tendência "será de uma subida gradual", a partir do "final do segundo trimestre". "Estimamos que as taxas directoras do BCE terminem 2010 nos 1,5%, mais 0,5% do que actualmente", disse à Lusa.

Já João Fernandes, economista da Associação de Defesa dos Consumidores (DECO), disse que a evolução "estará sempre dependente da conjuntura", mas prevê que "2010 seja um ano difícil", sem margem para aumentar os custos com o crédito.

Para Ana Paula Carvalho, economista do BPI, "possivelmente, o desemprego tenderá a aumentar em 2010" e a "exceder a fasquia de 10%", mas a evolução será muito influenciada pela situação dos países que são nossos parceiros comerciais.

Fonte: Jornal de Noticias

Banco central dos EUA defende mais regulação no sector financeiro para combater a especulação

 

O presidente da Reserva Federal americana, Ben Bernanke, defendeu hoje o reforço da regulação como a melhor forma de proteger o sistema financeiro da especulação excessiva, mas não afastou o aumento das taxas de juro para combater os especuladores.

“Todos os esforços devem ser feitos para reforçar o nosso sistema regulatório, para prevenir o regresso da crise e para atenuar os efeitos, caso venha uma outra crise”, disse Bernanke, no discurso da reunião anual da Associação de Economistas Americanos, que decorreu na cidade de Atlanta.

“Se não forem feitas as reformas adequadas, ou, caso sejam feitas, se revelem insuficientes para prevenir a acumulação perigosa de riscos financeiros, devemos manter-nos abertos para o uso de políticas monetárias como uma ferramenta suplementar”, acrescentou Bernanke.

O presidente da Fed (a abreviatura por que é conhecida a Reserva Federal, que é o banco central norte-americano) frisou ainda que não é fácil identificar os excessos especulativos nos momentos iniciais, considerando que o aumento das taxas de juro para combater esses excessos pode prejudicar a economia.

Juros ainda baixos

As subidas em 2003 e 2004 na taxa de juro do dólar, podem, por exemplo, ter “enfraquecido a economia de forma séria”, quando os Estados Unidos recuperavam da recessão de 2001, disse Bernanke.

A Reserva Federal deverá, no final do mês, optar por manter inalterada a taxa de juro de referência, mas o mercado começou já a tentar adivinhar o momento em que o banco central dos Estados Unidos vai aumentar o preço do dinheiro, para prevenir o aumento da inflação.

Os analistas receiam que, com as taxas de juro em mínimos históricos e próximo do zero, a FED poderá estar a alimentar uma nova bolha especulativa e uma nova crise no médio prazo.

Fonte: Publico.PT

Bolsa de Tóquio fecha em alta 1ª sessão de 2010

 

A Bolsa de Tóquio fechou a primeira sessão de 2010 em alta, ao ganhar hoje 108,35 pontos, mais 1,03% relativamente ao encerramento da última sessão de 2009.

No encerramento da sessão desta segunda-feira, marcada pela desvalorização do iene face ao dólar e pela subida das acções da Japan Airlines, graças ao anúncio de um empréstimo do Estado, o índice Nikkei cotou-se nos 10.654,79 pontos.

A Bolsa de Tóquio aplicou hoje um novo sistema de tratamento informático dos dados, mais rápido do que o anterior.

Certos investidores foram prudentes, temendo eventuais problemas, indicaram os corretores.

Diário Digital /Lusa

Euro abre em baixa em Frankfurt

 

Berlim, 4 jan (EFE).- O euro abriu hoje em baixa em relação ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt, a US$ 1,4292.

O Banco Central Europeu fixou o câmbio oficial do euro no dia 31 de dezembro em US$ 1,4406. EFE

Fonte: G1

sábado, 2 de janeiro de 2010

Economistas esperam subida das taxas Euribor no segundo semestre

Lisboa, 02 Jan (Lusa) - O aumento progressivo das taxas Euribor é inevitável para os economistas contactados pela agência Lusa, mas a subida deverá ser ligeira e só deverá ter início em meados de 2010, devido à fragilidade da conjuntura económica.

"É natural que haja alguma subida nas taxas Euribor, mas um ponto positivo para as famílias e as empresas é que não devemos esperar uma subida significativa", antecipou à Lusa Carlos Andrade, economista-chefe do Banco Espírito Santo (BES).

As autoridades monetárias na Europa e nos Estados Unidos da América não têm grande espaço de manobra para subirem o preço do dinheiro, devido ao cenário de incertezas sobre a evolução da economia, disse Carlos Andrade, que por isso perspectivou que o Banco Central Europeu (BCE) e a Reserva Federal (Fed) sejam "muito pacientes".

Fonte: Economia

Índice de Indicadores Antecedentes da zona do euro sobe 0,7%

 

SÃO PAULO - O Índice de Indicadores Antecedentes (Leading Economic Index)

da zona do euro, medido pelo Conference Board, registrou alta de 0,7% em

novembro, ficando em 101,7 pontos, após ter tido aumento de 0,6% em outubro

e de 0,9% em setembro.

Cinco dos oito componentes levados em consideração no estudo contribuíram

para o resultado positivo de novembro - taxa de spread, índice de sentimento

econômico, estoque de dinheiro real, Markit Purchasing Managers Index

(referente à indústria) e novos pedidos de bens de capital.

Já os itens que ficaram no negativo foram, do maior para o menor: Markit

business expectations index (referente ao setor serviços),Dow Jones Euro

Stoxx Index e licenças para construções.

No acumulado até novembro, o Leading Economic Index para a zona do euro

já teve expansão de 10,8%, depois de cair mais de 15% entre junho de 2007

e dezembro de 2008.

Por outro lado, em novembro, o Indicador Coincidente

(Coincident Economic Index - CEI) para a zona do euro, outro indicador,

que mede o nível atual de atividade econômica, caiu 0,1%, para 101,4 pontos,

segundo estimativa preliminar, depois de sofrer queda de 0,2% em outubro e

também em setembro. O índice tem caído substancialmente nos últimos seis meses.

Fonte: O Globo

2 January

China defende diversificação de moedas de reserva

O dólar norte-americano continuará a ser uma moeda de reserva fundamental no curto prazo e o principal ativo nas reservas externas da China, mas a diversificação das reservas do país ajudará "apropriadamente" a dissolver o risco. A afirmação foi feita hoje pelo órgão regulador chinês do câmbio, reiterando a posição de Pequim sobre o assunto no fechamento do ano.

O presidente do Banco do Povo da China (banco central do país), Zhou Xiaochuan, também repetiu, numa saudação de Ano Novo postada no site da instituição, que o banco aplicará uma política monetária moderadamente frouxa, permanecendo na meta, mas flexível dependendo das novas situações que surgirem. "2010 é um ano crítico para a consolidação da retomada estável da economia e para a superação da crise financeira internacional", afirmou Xiaochuan.

A Administração Estatal do Câmbio (Safe, na sigla em inglês) afirmou, num sumário do sistema de administração cambial do país, que a China continuará a expandir os canais e formas de uso das suas reservas cambiais, acrescentando que as reservas serão usadas para promover uma macroeconomia estável e o interesse nacional.

As reservas cambiais da China são compostas pelo dólar norte-americano e por euro, iene e outras moedas, de acordo com o panorama apresentado no site da Safe. Embora o órgão não tenha apresentado mais detalhes, é raro que as autoridades chineses sejam tão explícitas sobre a composição das reservas do país - as maiores do mundo, com US$ 2,3 trilhões. Muitos analistas afirmam que as três principais moedas têm um grande peso nas reservas da China.

A Safe disse que, embora o dólar permaneça como o ativo principal, um movimento apropriado em direção a uma estrutura mais diversificada e estável de reservas externas pode atender melhor as demandas de pagamentos externos e alocação de ativos, bem como a dissolver o risco. O órgão reiterou que tornar o yuan plenamente conversível sob a conta de capital é um objetivo de longo prazo e que a China implementará uma reforma cambial num ritmo calculado, ao mesmo tempo mantendo o yuan num nível razoável e basicamente estável. As informações são da Dow Jones.

Fonte:Jornal dia a dia

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Evidências de retomada da economia mundial consolidaram-se, diz Copom

As evidências de retomada da economia mundial consolidaram-se com a divulgação de dados positivos para a variação do PIB dos EUA e da Área do Euro, relativos ao terceiro trimestre do ano, após quatro períodos consecutivos com resultados negativo, avaliou o Banco Central nesta quinta-feira (17), por meio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).



"Ao mesmo tempo, a economia japonesa registrou o segundo trimestre consecutivo de crescimento no terceiro trimestre, acelerando em relação à expansão do período anterior. A retomada do crescimento nas duas maiores economias desenvolvidas deu suporte à recuperação do comércio internacional e à atividade econômica em outras regiões do mundo. Entre os emergentes, a China e a Índia seguiram com taxas de crescimento anuais em aceleração, enquanto o México e a Coreia do Sul registraram taxas de expansão trimestrais elevadas", acrescentou a autoridade monetária.


O Banco Central avaliou que, de modo geral, os "mercados financeiros internacionais evidenciaram relativa estabilidade" a despeito do anúncio de reestruturação da dívida do fundo soberano Dubai World, que provocou, mais recentemente, crescimento da aversão ao risco.






Fonte: g1

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Economia britânica terá contração de 4,75% em 2009

LONDRES, 9 dez 2009 (AFP) - A abalada economia britânica registrará contração de 4,75% em 2009, acima do esperado, anunciou nesta quarta-feira o ministro das Finanças, Alistair Darling, ao apresentar o projeto de orçamento.
Darling, em um discurso na Câmara dos Comuns, agravou assim uma projeção de abril, que previa um retrocesso de 3,35 a 3,75% do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano fiscal que chegará ao fim em 31 de março de 2010.
Fonte: G1

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Economia da zona do euro cresce 0,4% no terceiro trimestre

SÃO PAULO - O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% na zona do euro e teve expansão de 0,3% na União Europeia no terceiro trimestre, em relação aos três meses antecedentes. Os números fazem parte de pesquisa da agência de estatísticas Eurostat. Entre abril e junho, houve contração de 0,2% na área da moeda comum e de 0,3% no bloco europeu.
Perante o período de julho a setembro de 2008, com ajuste sazonal, o PIB declinou 4,1% na zona do euro e recuou 4,3% na União Europeia, depois de queda de 4,8% e 5%, respectivamente, no segundo trimestre, no comparativo com um ano antes.
Durante o terceiro trimestre deste calendário, o gasto com consumo das famílias diminuiu em 0,2% tanto na região do euro como na União Europeia, seguindo estabilidade e redução de 0,1%, nesta ordem, nos três meses antecedentes. Os investimentos caíram 0,4% na área da moeda comum e 0,5% no bloco europeu.
Fonte: oglobo