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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Euribor a três e a seis meses registam subidas

As taxas Euribor a três e seis meses estavam hoje a subir, ao passo que no prazo a 12 meses desceu para 1,228%.

A Euribor a seis meses, a mais usada no cálculo dos juros do crédito à habitação em Portugal, subiu hoje para 0,967%, enquanto no prazo a 3 meses, o indexante de referência nos empréstimos às empresas, avançou para 0,663%. Já a taxa a 12 meses contrariou a tendência e deslizou para 1,228%, depois de ontem ter tocado máximos de um mês.

Os especialistas esperavam uma estabilização das taxas Euribor no primeiro trimestre deste ano, o que se tem vindo a confirmar, embora no prazo a três meses esteja ainda longe da taxa de referência do BCE, que se mantém no nível mais baixo de sempre, de 1%, há nove meses meses consecutivos.

As Euribor acompanham habitualmente a principal taxa do BCE e influenciam directamente a prestação da casa das famílias e o custo dos empréstimos dos bancos às empresas.

Fonte: Sapo.pt

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Euribor: taxa a 3 meses regista subida

As taxas Euribor seguem com tendência mista, quase uma semana depois do Banco Central Europeu (BCE) ter mantido os juros no valor mais baixo de sempre.
A Euribor a 3 meses subiu hoje para os 0,663%, ao passo que a taxa a 6 meses, principal indexante no crédito à habitação, manteve-se nos 0,965%. Já a Euribor a 1 mês também subiu, para os 0,423%.
Fonte:.tvi24

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

GBP/USD: libra tenta recuperar novamente

 

A libra sucumbiu ontem à força do dólar, perdendo todos os ganhos do dia anterior, ao não conseguir superar a MM de 200 dias no gráfico de uma hora. Neste momento, o par formou um suporte a 1.6126 e, se aguentar, a libra deverá subir até 1.6151, tendo como próximo alvo 1.617, resistência de segunda-feira.

Uma vez aí, a libra vai tentar novamente recuperar o terreno perdido e se conseguir consolidar 1.6194 poderá tentar de novo romper a MM de 200 dias junto à resistência a 1.6239. Em baixa, se o preço não aguentar o nível a 1.6126 vai cair até ao mínimo de ontem a 1.61.

No gráfico diário, vemos que perder 1.61 é bastante significativo e poderá enviar o preço até 1.5934, enquanto se dirige até 1.5813. Para hoje, 1.6075/52/31, antigos suportes significativos, poderão entrar em jogo.

Fonte: Ibitimes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 26/01/2010

Aperto monetário e remessas fazem dólar subir

SÃO PAULO - A incerteza em relação às políticas monetárias de Estados Unidos, Europa e China e as remessas de moeda dos países emergentes para seus países de origem vêm fazendo com que o dólar comercial seja pressionado no Brasil e no mundo. Ontem, a moeda norte-americana encerrou o dia com alta de 0,28%, a R$ 1,82. Esta é a maior cotação deste o dia 11 de setembro do ano passado.

Em uma semana, o dólar comercial apresentou valorização de 3%, saindo de R$ 1,767 no dia 18 de janeiro, para o encerramento de ontem. Porém, nos últimos 12 meses, a moeda registra uma retração de 21,21%, quando era negociada a R$ 2,31 na venda.

"O que vem ocorrendo é uma correção dos mercados. É uma perspectiva de uma política monetária mais apertada na China que, na semana passada gerou uma realocação de recursos nos ativos, com a saída dos mercados emergentes e a volta para os mercados de origem", explica Julio Hegedus, economista-chefe do Lopes Filho e Associados.

Além da China, os Estados Unidos também devem passar por um arrocho monetário em breve. Na última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central do EUA), a decisão de manter os juros flutuando entre 0% e 0,25% ao ano já não foi unânime.

Na Europa, por sua vez, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, também afirmou que a decisão da autoridade monetária em manter o juro em 1% ao ano só ocorreu em virtude da situação econômica da Grécia, dando a entender que a taxa deve subir em breve.

A remessa feita por multinacionais e grandes investidores faz o dólar ficar escasso não só no mercado brasileiro, pressionando sua precificação para cima.

O especialista lembra ainda que, no Brasil, é ano de eleições e isso traz muita volatilidade para o mercado de câmbio. "Os indicadores são favoráveis, não teria grande realocação de recursos por conta dos números divulgados", afirma Hegedus.

Para a semana, a incerteza é muito grande e Hegedus projeta que a agenda pode trazer uma volatilidade ainda maior para a moeda norte-americana. "Aqui no Brasil teremos reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central] na quarta-feira", acrescenta Hegedus.

Na agenda internacional, teremos hoje a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido referente ao quarto trimestre de 2009. Na quarta-feira será realizada uma reunião do Fed. Na quinta-feira será divulgado o dado sobre os produtos Bens Duráveis nos EUA e, por fim, na sexta-feira será divulgado os dados do PIB dos EUA referentes ao quarto trimestre do ano passado.

"Tudo vai depender dos indicadores que serão divulgados nesta semana. A reunião do Fed será muito importante e deve ser acompanhada com muita atenção. A maior preocupação é com os números sobre o trabalho nos EUA", destaca o economista.

No longo prazo, Hegedus diz que o dólar comercial está estipulado em R$ 1,75. "Já estamos passando deste patamar, mas é claro que no final do ano pode ocorrer uma acomodação", afirma ele.

No mercado futuro da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa), é possível ver a elevação da moeda norte-americana para o ano. Vale destacar que as cotações ali presentes não representam o desempenho da moeda no ano, pois os contratos são utilizados, principalmente, por exportadores para tentar garantir o preço da mercadoria.

Os contratos com vencimento para fevereiro deste ano mostram o dólar comercial a R$ 1,826. Já os contratos para julho de 2010, encerraram a sexta-feira com valor de R$ 1,839. Por fim, os contratos negociados para dezembro deste ano finalizaram a R$ 1,958.

"Isso reflete o momento, as incertezas que estamos passando, mas não significa que o dólar vai fechar neste preço. Se confirmar este patamar novo, acima de R$ 1,80, teremos que revisar. O preço de R$ 1,80 seria o teto", finaliza o economista-chefe.

Na BM&F, o dólar pronto finalizou a segunda-feira a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30 (hora de encerramento do mercado de câmbio), a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

O clima no exterior foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Fed seja apoiada. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana. A Grécia captou 8 bilhões de euros com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo planejava levantar entre 3 bilhões de euros e 5 bilhões de euros, mas elevou o volume da oferta em meio à demanda, que atingiu 25 bilhões de euros.

Fonte: DCI

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Euribor renovam mínimos após reunião do BCE

As taxas Euribor desceram hoje pela nona sessão consecutiva, atingindo novos mínimos, depois de ontem o Banco Central Europeu ter decidido manter a taxa de juro de referência da Zona Euro em 1%.
A
Euribor três meses desceu pela nona sessão consecutiva para 0,68% e a taxa a um mês recuou para 0,438%. A Euribor a seis meses, que ontem ficou inalterada, baixou para 0,977%
A taxa a nove meses também baixou para 1,105% e o indexante a 12 meses caiu para 1,228%.
A queda das taxas surge depois de ontem o BCE ter optado por deixar as taxas de juro em 1%. O presidente da autoridade monetária sinalizou que a taxa irá permanecer inalterada nos próximos meses, uma vez que a recuperação da economia continuará a ser moderada.

Fonte: jornaldenegocios

sábado, 2 de janeiro de 2010

Economistas esperam subida das taxas Euribor no segundo semestre

Lisboa, 02 Jan (Lusa) - O aumento progressivo das taxas Euribor é inevitável para os economistas contactados pela agência Lusa, mas a subida deverá ser ligeira e só deverá ter início em meados de 2010, devido à fragilidade da conjuntura económica.

"É natural que haja alguma subida nas taxas Euribor, mas um ponto positivo para as famílias e as empresas é que não devemos esperar uma subida significativa", antecipou à Lusa Carlos Andrade, economista-chefe do Banco Espírito Santo (BES).

As autoridades monetárias na Europa e nos Estados Unidos da América não têm grande espaço de manobra para subirem o preço do dinheiro, devido ao cenário de incertezas sobre a evolução da economia, disse Carlos Andrade, que por isso perspectivou que o Banco Central Europeu (BCE) e a Reserva Federal (Fed) sejam "muito pacientes".

Fonte: Economia

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Euribor sobem com retirada de estímulos à banca

As Euribor subiram esta terça-feira em todos os prazos, com excepção da taxa a um mês, que ficou inalterada nos 0,473%.
O indexante a seis meses, o mais utilizado nos créditos para a compra de casa, subiu para os 0,993%. Já a taxa a três meses subiu para os 0,707%, depois de ontem ter renovado mínimos.
A Euribor a um ano foi a que mais subiu e fixa-se, agora, nos 1,245%.
Estas taxas estão a reflectir o início da retirada de estímulos ao sector bancário, como os empréstimos a 12 meses, por parte do Banco Central Europeu. Estas medidas extraordinárias destinaram-se a ajudar os bancos a superar a crise financeira que assolou os mercados em 2008.
As estimativas apontam para que a instituição liderada por Jean-Claude Trichet só comece a aumentar as taxas de juro no segundo semestre de 2010, mas as Euribor já deverão estar a antecipar esse sentimento.
Fonte: diario.iol.pt

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Taxas Euribor sobem nos prazos a 3 e 12 meses

As Euribor a três e a 12 meses regressaram às subidas, enquanto a taxa a seis meses continua a descer.
De acordo com o 'fixing' diário da Federação Europeia de Bancos, a Euribor a três meses avançava 0,001 pontos percentuais, para 0,707 por cento, enquanto a taxa a seis meses, principal indexante do crédito à habitação em Portugal, cedia 0,001 pontos percentuais fixando-se em 0,991 por cento.
A taxa a seis meses continua a afastar-se da principal taxa de referência do Banco Central Europeu (BCE), que está em um por cento.
A taxa a 12 meses fixava-se em 1,241 por cento, mais 0,002 pontos percentuais do que na sessão anterior.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de bancos está disposto a emprestar dinheiro no mercado interbancário.
Fonte: sapo.pt

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Euribor perdem terreno em todos os prazos

As taxas interbancárias recuaram hoje em todas as maturidades. O prazo a 3 meses foi o que mais desceu.
Assim, a Euribor a 3 meses, a mais usada nos empréstimos às empresas, desceu para 0,706%, um novo mínimo de sempre. Já o prazo a seis meses, o indexante de referência no cálculo dos juros do crédito à habitação, recuou para 0,992%, ao passo que a taxa a 12 meses deslizou para 1,239%.
Segundo os economistas, Jean-Claude Trichet só deve encarecer o preço do dinheiro na zona euro no segundo semestre do próximo ano.
Ewald Nowotny, governador do Banco Central da Áustria e membro do Conselho do BCE, veio confirmar estas expectativas na semana passada, ao anunciar que não vê necessidade de subir os juros na zona euro até à primeira metade do próximo ano.
"As nossas decisões sobre as taxas de juro devem ser vistas tendo em consideração o nosso objectivo de estabilidade dos preços e, neste contexto, não vejo ameaças significativas para a estabilidade dos preços no futuro próximo", afirmou Nowotny, numa entrevista, citada pela Bloomberg.

A ideia deixada por Nowotny vai no mesmo sentido das últimas declarações do presidente do BCE. Jean-Claude Trichet afirmou que o banco central não tem um plano imediato para subir os juros na zona euro, que estão actualmente em 1%, o valor mais baixo de sempre.
As Euribor costumam seguir a taxa de juro de referência do BCE e influenciam directamente a prestação da casa das famílias e o custo dos empréstimos dos bancos às empresas.
Fonte: sapo.pt

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Euribor a seis meses volta a subir

A Euribor a seis meses voltou hoje a subir depois de ontem ter ficado estável, enquanto no prazo a três meses o indexante ficou inalterado depois de ontem ter subido.
A Euribor a seis meses voltou hoje a subir depois de ontem ter ficado estável, enquanto no prazo a três meses o indexante ficou inalterado depois de ontem ter subido.
As taxas Euribor subiram em todos os prazos, com excepção nos três meses. Neste prazo o indexante estabilizou em 0,716%, depois de ontem ter subido.

Na Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal, a tendência foi a inversa. Hoje subiu para 0,993%, depois de ontem ter estabilizado em 0,991%.
Este indexante não perde terreno desde a quarta-feira da semana passada, tendo nas últimas sessões ficado estável ou registado ligeiras subidas.
Na sessão de hoje a Euribor 9 meses subiu para 1,124% e o indexante a 12 meses avançou para 1,235%. No prazo mais curto de um mês a Euribor subiu para 0,436%.
As taxas Euribor têm negociado com alterações pouco acentuadas, e a variar entre quedas e subidas numa altura em que não se prevêem alterações de taxa de juro para a Zona Euro.
O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, já deixou claro que o preço do dinheiro é “apropriado” e que não deve ser alterado nos próximos meses, o que deverá manter as taxas Euribor próximas dos actuais níveis por mais tempo.
Fonte: Negócios

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Euribor a 3 meses sobe pela primeira vez em 11 sessões


As taxas interbancárias subiram nos prazos a três e 12 meses. Já a maturidade a seis meses manteve-se estável.
A Euribor a 6 meses, o principal indexante no crédito à habitação em Portugal, manteve-se nos 0,988%.
Em sentido contrário, o prazo a três meses, mais ligado aos empréstimos concedidos às empresas, avançou para 0,715%, a primeira subida em 11 sessões.
Também a Euribor a 12 meses progrediu para 1,223%, depois de três sessões de quedas.
O mercado de futuros aponta para que em Março de 2010 as taxas interbancárias comecem a subir. A concretizar-se esta expectativa, isso significa que os contratos revistos em Abril, que utilizam a Euribor de Março como referência, poderão ser os primeiros a sentir a subida da prestação da casa.
Fonte: sapo.pt

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Euribor a seis meses volta a cair e a renovar mínimo histórico

As taxas Euribor tiveram hoje comportamentos distintos, nos prazos mais longos a evolução continua a ser de queda, enquanto nos prazos mais curtos esta tendência foi interrompida. A Euribor a seis meses continua a renovar mínimos históricos, negociando abaixo de 1%.



As taxas Euribor tiveram hoje comportamentos distintos, nos prazos mais longos a evolução continua a ser de queda, enquanto nos prazos mais curtos esta tendência foi interrompida. A Euribor a seis meses continua a renovar mínimos históricos, negociando abaixo de 1%.


A Euribor a três meses estabilizou nos 0,715%, num dia em que a taxa a um mês subiu. Já a Euribor a seis meses desceu para 0,992% e a taxa a 12 meses recuou para 1,229%.


As taxas continuam assim a negociar em mínimos históricos, numa altura em que se prevê que a taxa de juro de referência para a Zona Euro vai permanecer em 1% e que as autoridades não vão retirar os estímulos às economias e ao sistema financeiro de uma forma rápida.


Ainda na semana passada, o Banco Central Europeu (BCE) esteve reunido, tendo anunciado a manutenção da taxa de juro em 1% e sugerindo que deverá permanecer neste nível historicamente baixo por mais tempo.


Fonte: Jornal de Negócios