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quarta-feira, 17 de março de 2010

Dólar Fecha Em Baixa Frente A Euro E Iene

Nova York, 16 mar (EFE).- O dólar se desvalorizou hoje em relação ao euro e ao iene, após o Federal Reserve (Fed, banco central americano) ter decidido manter a taxa básica de juros nos Estados Unidos em nível baixo.

Ao fim do dia, por 1 euro se pagava US$ 1,3777, frente à cotação de US$ 1,3673 de segunda-feira. Assim, para adquirir a moeda americana era preciso 0,7258 euro, em comparação com a cifra de 0,7314 euro de ontem.

Em relação à moeda japonesa, o dólar terminou intercambiado a 90,23 ienes, cotação menor que a de 90,49 ienes do pregão anterior.

A moeda americana fechou intercambiada assim frente às principais divisas:.

Fonte: G1

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bolsas da Europa operam em alta, mas preocupação com a zona do euro persiste

Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático - “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.

Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.

Cura e crescimento
“Estamos no início do processo de cura”, disse Geitnher, ao ressaltar que o risco atual de uma nova recessão “está muito, muito menor do que em qualquer momento nos últimos doze meses, ou mais”.

Por fim, o secretário do Tesouro enfatizou que os EUA planejam reduzir o déficit assim que o mercado de trabalho se recuperar. No curto prazo, as medidas deverão ser focadas “para assegurar que a economia mostra crescimento novamente”.,

Fonte: Yahoo

Rating da dívida soberana dos EUA nunca será rebaixado, dispara Geitnher

Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático - “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.

Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.

Cura e crescimento
“Estamos no início do processo de cura”, disse Geitnher, ao ressaltar que o risco atual de uma nova recessão “está muito, muito menor do que em qualquer momento nos últimos doze meses, ou mais”.

Por fim, o secretário do Tesouro enfatizou que os EUA planejam reduzir o déficit assim que o mercado de trabalho se recuperar. No curto prazo, as medidas deverão ser focadas “para assegurar que a economia mostra crescimento novamente”.,

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Euro sobe para US$ 1,3951 em Frankfurt

 

Frankfurt (Alemanha) 2 fev (EFE).- O euro fechou em alta hoje no mercado de divisas de Frankfurt, negociado a US$ 1,3951, frente à cotação de US$ 1,3897 de segunda-feira.

Por sua vez, o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,3937. EFE

Fonte: G1

Dólar perde 3% em dois dias e fecha em R$ 1,83

 

Após a escalada de janeiro, o dólar tem perdido fôlego neste começo de mês. A depreciação de 1,67% de ontem levou a cotação da moeda a R$ 1,83. Em dois dias, o dólar perdeu 2,92% de seu valor diante do real.
Para o mercado acionário, o dia foi de recuperação. O índice Ibovespa, o mais importante da Bolsa brasileira, foi a 67.163 pontos, embalado por uma valorização de 0,89%.

No cenário internacional, o que se viu também foram as Bolsas em alta e o dólar em queda. O maior apetite a risco recebeu um empurrão das expectativas de que a Grécia vai conseguir que a União Europeia aprove seu plano fiscal amanhã. As dificuldades financeiras enfrentadas pela Grécia estão nos holofotes do mercado ao menos desde dezembro passado.
POSITIVO
O crescimento no índice de vendas pendentes de imóveis residenciais nos EUA em dezembro agradou e favoreceu o desempenho positivo dos mercados. O índice acionário americano Dow Jones subiu 1,09%.
A Bolsa de Londres terminou com elevação de 0,68%. Em Frankfurt, os ganhos do mercado de ações foram de 0,98%.
A apreciação do petróleo e das commodities metálicas serviu de estímulo para a alta das ações, tanto na Europa quanto no mercado local.
O barril de petróleo registrou elevada valorização de 3,76% em Nova York e terminou cotado a US$ 77,23.
Na BM&FBovespa, quem seguiu de perto a oscilação do petróleo foram as ações da OGX, que subiram 3,46%. Para Petrobras, o dia foi fraco - sua ação PN recuou 0,58%.
Entre mineradoras e siderúrgicas, a gigante Vale não empolgou e terminou com leve alta 0,13%. Já MMX Mineração foi destaque no segmento, com apreciação de 5,10%, sendo a terceira ação do Ibovespa que mais subiu no pregão.
Acima da MMX, apareceram os papéis Rossi Residencial ON, com ganho de 7,77%, e Gol PN, que teve alta de 7,59%.
CAUTELA
Todavia, a melhora dos últimos dias ainda deve ser encarada com certa cautela. Ninguém pode afirmar que o dólar seguirá para baixo, e a Bolsa de Valores, em recuperação, segundo João Medeiros, diretor da corretora Pioneer.
“No caso do câmbio, fica difícil prever em quanto estará a cotação do dólar no fim do mês. Além das incertezas externas, o BC tem adquirido moeda tanto nos dias de baixa quanto nos de alta. O câmbio pode ser oficialmente flutuante, mas o BC não tem se ausentado do mercado nem nos dias tranquilos, o que acaba por ter efeito sobre as cotações”, diz Medeiros.
Na pesquisa semanal feita pelo BC com os bancos, divulgada anteontem, a previsão dos analistas para o dólar no fim do ano é de R$ 1,76 - um pouco abaixo do atual patamar.

Fonte: Folha

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Dólar sobe 8,2%. E lidera investimentos

 

O mau humor que tomou conta do mercado financeiro global neste início de ano fez o dólar subir 8,15% em janeiro, maior alta mensal desde outubro de 2008. Ontem, a moeda fechou a R$ 1,885. Com o desempenho, liderou o ranking de investimentos no período, seguida pelo ouro, com ganhos de 6,45%. Na contramão, o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) perdeu 4,65% e ficou na rabeira do levantamento.
Analistas dizem que dois fatores - interligados - explicam o desempenho dos principais ativos financeiros do País neste começo de 2010: o aumento da chamada aversão ao risco no mundo, que pegou os preços brasileiros em níveis elevados. No ano passado, tanto o Ibovespa quanto o real lideraram os rankings das maiores valorizações de bolsa de valores e de moeda no planeta.
No momento, os profissionais de mercado se debruçam sobre vários indicadores para tentar identificar se a queda da bolsa e a alta do dólar configuram uma reversão da tendência positiva para o Brasil ou se significa apenas um movimento de realização de lucros (quando os investidores vendem ativos depois de acumularem expressivas altas).
"Por ora, não vejo fundamentos que justifiquem uma mudança estrutural na avaliação sobre o Brasil", afirmou a economista-chefe do Banco Fibra, Maristella Ansanelli. "Mas isso pode mudar a qualquer momento." Ela classificou de "exagero" a queda do real em janeiro.
O vice-presidente de Tesouraria do Banco WestLB, Ures Folchini, também avalia que, por enquanto, ocorre uma realização de lucros. "A valorização dos ativos brasileiros no ano passado já havia criado as condições para uma realização, que, diante de alguns fatos recentes da economia global, aconteceu", disse. "Temos indícios de que esse movimento já está perto do fim."
Folchini refere-se a questões como a tentativa do governo da China de desacelerar o ritmo de crescimento econômico por meio da alta das taxas de juros, as propostas do governo Barack Obama para alterar as regras do sistema bancário e a crise fiscal de alguns países europeus, sobretudo da Grécia.
Todos esses temores já fizeram os investidores estrangeiros tirarem R$ 2,5 bilhões da Bovespa entre os dias 20 e 27 de janeiro. Até a última quarta-feira, esses investidores venderam o equivalente a R$ 33,6 bilhões em ações brasileiras e compraram R$ 31,6 bilhões.
Especificamente em relação ao mercado de câmbio, os analistas ponderam que dois fatores empurram a moeda brasileira para baixo: a valorização do dólar no mundo, em decorrência das expectativas melhores para a economia americana do que para a europeia, e o aumento expressivo do déficit em conta corrente do Brasil.
Ontem, o euro chegou a ser cotado por menos de US$ 1,39 pela primeira vez desde julho do ano passado. Para especialistas, a tendência é de novas quedas.
Fonte: Estadão

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

BCE não aceitará repetição do caso grego

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, garante que a instituição não aceitará jamais um caso como o grego, em que os números do orçamento não reflectem a realidade.

Questionado sobre a possibilidade de outros países acederem ao euro falseando os dados relativos à sua situação orçamental, Trichet foi peremptório: «Deixe-me ser muito claro em relação a isto: nunca mais aceitaremos números orçamentais que não reflictam os factos. Uma auditoria apropriada deve ser sempre possível. Já no mês que vem a Comissão Europeia apresentará propostas que melhorará significativamente a situação», afirmou numa entrevista à publicação semanal alemã «Focus».

Embora não tenha afastado ajudar a Grécia, o presidente do BCE também não pareceu muito entusiasmado com a ideia. Anda assim, Trichet pareceu convencido de que a Grécia conseguirá atingir o seu objectivo, de respeitar as regras orçamentais da Zona Euro até 2012.

Apesar de ter sublinhado que a Grécia não cumpriu as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), a que todos os países do euro estão obrigados, Trichet voltou a considerar «absurda» a hipótese de a Grécia abandonar a moeda única.

Recorde-se que o défice da Grécia alcançou os 13% do Produto Interno Bruto (PIB), quando o PEC prevê que o mesmo deve situar-se abaixo dos 3%.
Fonte: IOL diário

Casa Branca espera confirmação de Bernanke no Fed

 

Autoridades da Casa Branca expressaram confiança ontem na confirmação de Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), uma visão que encontra respaldo entre líderes republicanos no Senado. "Acreditamos que Bernanke será confirmado", disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Robert Gibbs, ao programa "Fox News Sunday."

Sobre as possíveis repercussões financeiras de uma votação contra Bernanke no Senado, Gibbs afirmou que "a melhor forma de não ter de lidar com

essas repercussões é apoiar Bernanke para um segundo mandato". Segundo ele, os senadores podem mostrar apoio à estabilidade no sistema financeiro apoiando Bernanke.

O senador republicano Mitch McConnell, do Kentucky, não disse como irá votar, mas afirmou acreditar que Bernanke terá votos suficientes para continuar no comando do Fed. "Ele terá apoio bipartidário no Senado e eu anteciparia que ele será confirmado", afirmou McConnell no programa "Meet The Press", da NBC.

Outro republicano, o senador pelo Texas John Cornyn, no entanto, disse no programa "Fox News Sunday" que se opõe a Bernanke, elevando para 16 o total de senadores contrários a ele. No grupo estão 11 republicanos, quatro democratas e um independente. Vinte e sete já disseram que votarão a favor.

Cornyn afirma que Bernanke é um homem "brilhante e honroso", mas destacou a crise de confiança dos norte-americanos por causa da falta de transparência e responsabilidade no que diz respeito às ajudas e a outras atividades conduzidas pelo Fed.

O mandato de Bernanke termina no dia 31. Originalmente escolhido pelo republicano George W. Bush, ele foi nomeado por Barack Obama para um segundo mandato em agosto do ano passado. Agora, o Senado precisa confirmá-lo no cargo. As informações são da Dow Jones.
Fonte: G1

Euro sobe para US$ 1,4145 em Frankfurt

 

Frankfurt (Alemanha), 25 jan (EFE).- O euro abriu em alta na abertura do mercado de divisas de Frankfurt cotado a US$ 1,4145, frente a US$ 1,4129 dólares da sexta-feira.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,4135. EFE

Fonte: G1

Tóquio fecha em queda com NY, mas dólar limita perdas

 

A Bolsa de Tóquio fechou em baixa, seguindo a queda das bolsas de Nova York na sexta-feira, mas a resistência do dólar diante do iene ajudou a limitar as perdas. Ações específicas, como as da Canon, também reagiram às notícias sobre seus próximos balanços trimestrais. O índice Nikkei 225 recuou 77,86 pontos, ou 0,7%, e fechou aos 10.512,69 pontos, o nível mais baixo desde 25 de dezembro. Já a Europa abriu o dia no positivo, com a recuperação do setor bancário.

O dólar manteve-se durante a maior parte da sessão acima da marca psicológica dos 90 ienes, nível considerado importante pelos traders. "Enquanto continuar a sustentação do dólar em 90 ienes, novas perdas em ações serão limitadas", disse o analista Yutaka Miura, da corretora Mizuho Securities. "Os traders têm visões mistas sobre se as preocupações acerca das regulações bancárias vão afundar mais as ações nos EUA", acrescentou.

Ações de imobiliárias e de seguradoras tiveram desempenho fraco. Entre as líderes, Mitsui Fudosan perdeu 1,8%, Mitsubishi Estate cedeu 2,2%. A seguradora Tokio Marine Holdings caiu 1,8%, enquanto Mitsui Sumitomo Insurance baixou 2,2%.

Kirin Holdings caiu 1,3%, em parte por causa das preocupações sobre sua planejada fusão com a Suntory Holdings. As fabricantes de cervejas e bebidas, que ano passado disseram que poderiam chegar a um acordo de fusão já no fim de 2009, provavelmente cão fazê-lo durante ou depois de fevereiro, segundo uma fonte próxima.

Sony fechou em alta de 0,2%, enquanto Canon adicionou 0,3%. As da Canon foram sustentadas por uma reportagem do jornal "The Nikkei" segundo a qual o lucro operacional da companhia deve ultrapassar a projeção inicial em 25 bilhões de ienes (US$ 277,5 milhões), chegando a 215 bilhões de ienes (US$ 2,386 bilhões) no ano encerrado em 31 de dezembro. As informações são da Dow Jones

Fonte: Jornal do Comercio

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Bolsas da Ásia caem com bancos, commodities e China

 

A proposta do governo dos EUA para limitar os ganhos dos bancos, bem como a queda dos preços das commodities e a perspectiva de novas medidas de aperto monetário na China derrubaram as bolsas asiáticas nesta sexta-feira.

Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng teve queda de 0,7%, fechando aos 20.726,18 pontos. O declínio foi limitado pelas ações dos bancos, que se beneficiaram com a procura por pechinchas no final do pregão.

Nas bolsas da China, a queda foi puxada pelas produtoras de metais e empresas de manufatura. O Xangai Composto, que segue as ações A e B, declinou 1% e fechou aos 3.128,59 pontos. O Shenzhen Composto cedeu 2,7% e terminou aos 1161,89 pontos.

O yuan ficou quase estável diante do dólar, uma vez que os investidores mostraram pouco interesse em negociar depois que Pequim continuou a manter a paridade central praticamente inalterada. No mercado de balcão, a unidade norte-americana fechou negociada a 6,8269 yuans, de 6,8268 do fechamento de ontem. A paridade central foi fixada em 6,8271 yuans por dólar, ante 6,8272 yuans por dólar na véspera.

Em Taiwan, o índice Taiwan Weighted da Bolsa de Taipei baixou 2,5% e fechou aos 7.927,31 pontos, a menor pontuação desde 23 de dezembro, no quinto declínio consecutivo.

O índice Kospi da Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, teve queda de 2,2% e fechou aos 1.684,35 pontos. O resultado marcou a maior perda diária em pontos porcentuais desde 27 de novembro, quando o índice caiu 4,7%.

A Bolsa de Sydney, na Austrália, registrou o seu pior desempenho no ano, depois que as bolsas em Nova York despencaram com as propostas do presidente Barack Obama para restringir as atividades dos bancos nos EUA. A queda da bolsa australiana também refletiu o recuo do preços das commodities, afetados pelos temores de que a China possa elevar as taxas de juros. O índice S&P/ASX 200 apresentou baixa de 1,6% e fechou aos 4.750,6 pontos.

O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, sofreu queda de 2% e fechou aos 3.023,47 pontos.

A Bolsa de Cingapura caiu por conta da proposta de Barack Obama de regulação do bancos e com preocupações de mais aperto monetário na China, fazendo-a ter mais baixa neste ano. O índice Strait Times recuou 1,1% e fechou aos 2.819,71 pontos. Na semana, o índice já cedeu 3,1%.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, caiu 1,1% e fechou aos 2.610,340 pontos, pressionado pela desvalorização cambial em meio às preocupações com a proposta de Obama para os bancos americanos além de temores com mais medidas da China para esfriar sua economia.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, caiu 0,7% e fechou aos 714,10 pontos, mas o índice recuperou algumas das perdas iniciais com compras selecionadas depois que o mercado perdeu chão pela quarta sessão seguida. Mas a pressão de vendas permaneceu devido às preocupações com o crescimento global, o aperto chinês, com os preços do petróleo não atingindo suas máximas, disseram traders.

O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 0,6% e fechou aos 1.300,45 pontos, mas acima da baixa intraday de 1.296,44.Com informações da Dow Jones

Fonte: Exame

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

FED TEM O MELHOR RESULTADO DA SUA HISTÓRIA

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) teve em 2009 o melhor ano de sua história, com ganhos recordes com seus ativos em bônus do Tesouro americano, papéis lastreados em hipotecas e títulos de agências. No ano passado, o Fed obteve lucro líquido estimado em US$ 52,1 bilhões, dos quais pagou um igualmente recorde de US$ 46,1 bilhões ao Tesouro.
O pagamento ao Tesouro é o maior desde 1914, logo depois de o Fed ter sido criado, segundo a Dow Jones. Em 2008, o Fed havia apresentado lucro líquido de US$ 35,5 bilhões e repassado ao Tesouro US$ 31,7 bilhões.
Fonte: Ultimo segundo

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Bolsas da Ásia fecham em queda; Xangai declina mais de 2%

A conclusão da reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, foi um dos elementos que influenciou nos negócios desta jornada na Ásia. Preocupações com a questão da liquidez na região e com o câmbio também mexeram com as operações.



Os investidores ficaram atentos à confirmação da autoridade monetária americana com relação ao fim de algumas de suas linhas especiais de financiamento e liquidez ao mesmo tempo que trouxe uma avaliação melhor da situação econômica dos EUA.


Sobre a taxa básica de juros, o Comitê de Política Monetária (Fomc, na sigla em inglês) do Fed optou pela manutenção na faixa de zero a 0,25%.


Em Tóquio, o índice Nikkei 225 fechou em queda de 0,13%, aos 10.163,80 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 1,22%, para 21.347,63 pontos. O Shanghai Composite, de Xangai, recuou 2,34%, aos 3.179,08 pontos. Em Seul, o Kospi encerrou o pregão com desvalorização de 0,99%, aos 1.647,84 pontos.






Fonte: valoronline

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Fed anuncia hoje às 17h15 decisão sobre taxa de juro dos EUA

NOVA YORK - O Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fomc) encerra nesta quarta-feira seu encontro de política monetária de dois dias, devendo anunciar qualquer decisão sobre juro e o comunicado que o acompanha por volta das 17h15 (de Brasília).
VEJA TAMBÉM:
Veja vídeo com economista sobre aposta na manutenção dos juros nos EUA
Os analistas esperam que o banco central norte-americano Fed mantenha sua meta para a taxa dos Fed Funds entre zero e 0,25% - seu menor nível histórico. Os participantes do mercado também não esperam qualquer grande mudança na linguagem do Fed, que no mês passado observou que as condições econômicas ainda garante taxas de juro baixas por um período prolongado.
No encontro anterior, realizado em 4 de novembro, a autoridade monetária listou as "condições econômicas" que garantem a manutenção do juro próximo de zero: baixa utilização de recursos, tendência de inflação contida e expectativa de inflação estável. As informações são da Dow Jones.
Fonte: estadão

Fed anuncia hoje às 17h15 decisão sobre taxa de juro dos EUA

NOVA YORK - O Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fomc) encerra nesta quarta-feira seu encontro de política monetária de dois dias, devendo anunciar qualquer decisão sobre juro e o comunicado que o acompanha por volta das 17h15 (de Brasília).
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Os analistas esperam que o banco central norte-americano Fed mantenha sua meta para a taxa dos Fed Funds entre zero e 0,25% - seu menor nível histórico. Os participantes do mercado também não esperam qualquer grande mudança na linguagem do Fed, que no mês passado observou que as condições econômicas ainda garante taxas de juro baixas por um período prolongado.
No encontro anterior, realizado em 4 de novembro, a autoridade monetária listou as "condições econômicas" que garantem a manutenção do juro próximo de zero: baixa utilização de recursos, tendência de inflação contida e expectativa de inflação estável. As informações são da Dow Jones.
Fonte: estadão

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Dólar em máximos de 2 meses face ao euro

 
Fed pode abandonar política de juros baixos
A moeda norte-americana subiu para máximos de dois meses face ao euro.

Esta valorização regista-se numa altura em que há especulação de que a melhoria dos indicadores económicos nos EUA vai levar ao abandono da política de juros baixos por parte da Reserva Federal norte-americana como medida para combater a recessão. Aliás, ainda hoje começa uma reunião de dois dias da Reserva Federal norte-americana, que termina amanha com decisão sobre as taxas de juro.
O euro vale agora 1,4557 dólares.

Fonte:Agência financeira

Cautela com Fed pesa na Ásia, Dubai ainda anima algumas ações

Investidores se mostraram mais cautelosos antes da reunião do Federal Reserve sobre o juro norte-americano
HONG KONG - Investidores cautelosos antes da reunião do Federal Reserve sobre o juro norte-americano derrubaram parte das bolsas da Ásia nesta terça-feira, enquanto uma ajuda surpresa a Dubai na véspera continuou alimentando o apetite por risco e animando algumas praças.
Os mercados acreditam que o Fed vai reiterar a promessa de manter o juro muito baixo por algum tempo no fim de uma reunião de dois dias na quarta-feira, mas estão à espera de eventuais outros sinais sobre a política monetária.
"Há alguma cautela antes da reunião do Fed. Eu não acho que eles vão elevar os juros, mas dependendo dos comentários deles, o dólar pode cair, e isso está deixando os investidores de bolsas nervosos", disse Hideyuki Ishiguro, estrategista do Okasan Securities em Tóquio.
Na véspera, a decisão de Abu Dhabi de conceder US$ 10 bilhões a Dubai para evitar a moratória de uma estatal elevou os mercados globalmente.

O índice MSCI de ações da região Ásia Pacífico com exceção do Japão recuava 0,48%, a 407 pontos, às 7h30 (horário de Brasília).
Em TÓQUIO, o índice Nikkei caiu 0,22%, para 10.083 pontos. A alta do iene pressionou empresas exportadoras, como a Advantest Corp, que perdeu 1,8%. A bolsa HONG KONG caiu 1,23%, para 21.813 pontos, e a de XANGAI perdeu 0,86%, a 3.274 pontos.
Os mercados foram abatidos por temores de que a China possa reduzir os empréstimos bancários após anunciar, na véspera, que irá conter a alta dos preços do setor imobiliário. Em TAIWAN houve queda de 0,15%, a 7.807 pontos.
Em SYDNEY, a bolsa teve alta de 0,42%, para 4.673 pontos. O destaque ficou com os papéis de energia, depois de a Exxon Mobil Corp anunciar a compra por US$ 30 bilhões da empresa de gás natural XTO Energy.
"A Exxon colocou um pouco de entusiasmo de volta ao mercado", afirmou Ivor Ries, analista do E.L. & C. Baillieu Stockbroking. Em CINGAPURA, o índice caiu 0,03%, a 2.798 pontos. SEUL se valorizou em 0,06%, a 1.665 pontos.
Fonte: Estadão

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Fed sugere conselho de supervisão de risco sistêmico

SÃO PAULO - O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, disse que embora os órgãos reguladores tenham espaço para melhorar sua supervisão financeira, o Congresso deve agir para fechar as brechas e a arrumar a fraqueza na estrutura do sistema regulatório e, ao fazer isso, "enfrentar o problema muito sério representado pelas firmas vistas como ''grandes demais para falir''". "Nenhuma firma, em virtude de seu tamanho e complexidade, deve-se permitir que tenha forte influência sobre o sistema financeiro, a economia ou torne o contribuinte americano um refém", disse.
Ele destacou que todas as instituições financeiras sistematicamente importantes, não apenas bancos, devem estar "sujeitas a forte e abrangente supervisão". Quando uma firma importante ao sistema estiver sob o risco de falência, o governo deve ter uma outra opção que não seja um socorro ou uma falência desordenada. "O Congresso deve criar um novo regime, análogo ao regime atualmente usado pelo FDIC (Corporação Federal de Seguro de Depósito) para os bancos falidos, que permitiria ao governo reduzir o tamanho de uma firma importante ao sistema de forma que proteja a estabilidade financeira, mas que também sem obrigue perdas sobre os acionistas e credores da firma falida, sem custo ao contribuinte", disse.

Bernanke também disse que a estrutura regulatória exige um melhor mecanismo para monitoração e para enfrentar o surgimento de riscos para o sistema financeiro como um todo. "O Federal Reserve apoia a criação de um conselho de supervisão de risco sistêmico, formado pelos principais órgãos reguladores, para identificar desenvolvimentos que possam representar riscos sistêmicos, recomende formas de enfrentá-los e coordene as respostas das agências", disse.
Enquanto isso, "as firmas financeiras devem fazer um trabalho melhor no gerenciamento do risco de seus negócios e os órgãos reguladores - incluindo o Fed - devem completar uma radical revisão de sua abordagem de supervisão, e o Congresso deve avançar para fazer as mudanças necessárias no nosso sistema de regulamentação financeira para evitar uma crise similar no futuro". "Em particular, devemos resolver o problema das ''grandes demais para falir''".
Fonte: Estadão

Euro cai para US$ 1,4716 em Frankfurt

 
Frankfurt (Alemanha), 10 dez (EFE).- O euro caiu hoje frente ao dólar no mercado de divisas de Frankfurt e às 14h de Brasília fechou a US$ 1,4716, frente ao US$ 1,4747 da quarta-feira.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou nesta quinta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,4730.
Fonte: G1

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Reação dos EUA segue em 2010, diz Fed

A economia dos EUA deve continuar se recuperando no próximo ano, mas um mercado de trabalho fraco e o crédito apertado devem deixar o crescimento num ritmo moderado, disse Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Quando a recuperação for suficientemente forte, disse, o Fed estará pronto para desativar as medidas de estímulo extraordinários à economia, para evitar inflação.
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"Embora tenhamos começado a ver alguma melhora na atividade econômica, ainda temos alguma distância a percorrer antes que possamos assegurar que a recuperação será autossustentada", disse em discurso no Clube Econômico de Washington.
"As previsões econômicas estão sujeitas a grande incerteza, mas creio neste ponto que continuaremos a ver um modesto crescimento econômico no próximo ano - suficiente para trazer a taxa de desemprego para baixo, mas num ritmo mais lento do que gostaríamos."

A taxa de desemprego no país caiu inesperadamente para 10% em novembro, enquanto as perdas de vagas recuaram ao menor nível desde que a recessão começou em dezembro de 2007, segundo os dados divulgados na sexta-feira. Foi um dos mais fortes sinais nas últimas semanas de que a economia dos EUA está saindo da pior recessão em décadas.
Os mercados financeiro viram os dados do emprego de sexta-feira como um possível estímulo para que o Fed eleve os juros num futuro próximo e estavam aguardando por sinais de Bernanke em seu discurso.
No início da semana passada, 20% dos contratos de mercado futuro consideraram que as taxas dos Fed Funds subiriam para 0,5% até a reunião do Fed de junho de 2010. No fechamento de sexta-feira, foram quase 70% dos contratos futuros.
No entanto, Bernanke foi cauteloso, indicando que o mercado de trabalho continua fraco, apesar da melhora. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Yahoo