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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Euribor: taxa a 3 meses regista subida

As taxas Euribor seguem com tendência mista, quase uma semana depois do Banco Central Europeu (BCE) ter mantido os juros no valor mais baixo de sempre.
A Euribor a 3 meses subiu hoje para os 0,663%, ao passo que a taxa a 6 meses, principal indexante no crédito à habitação, manteve-se nos 0,965%. Já a Euribor a 1 mês também subiu, para os 0,423%.
Fonte:.tvi24

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Euro abre em baixa em Frankfurt

Frankfurt (Alemanha), 8 fev (EFE).- O euro abriu em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, cotado a US$ 1,3640, frente ao US$ 1,3670 da sexta-feira à tarde.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,3691.
Fonte: G1

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Preços ao consumidor na zona do euro sobem 1%

LONDRES - O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro (que reúne os 16 países que adotam o euro como moeda) apresentou alta de 1,0% em janeiro, em comparação com igual mês do ano passado. O resultado ficou abaixo da previsão dos economistas, de alta de 1,3%. O aumento registrado em janeiro foi o maior em 11 meses.
Em dezembro, o indicador havia subido 0,9%. O Banco Central Europeu, que tem como meta manter a inflação da zona do euro pouco abaixo de 2% no médio prazo, prevê que o CPI ficará aquém desse nível ao longo deste ano. Desde maio, a taxa básica de juros da zona do euro é mantida em 1% ao ano, um recorde de baixa. Além disso, a autoridade monetária tem sinalizado que a retirada das medidas de estímulo à economia será gradual. As informações são da Dow Jones.

BCE e outros BCs vão suspender linha de swap com Fed

de swap com Fed

WASHINGTON - O Banco Central Europeu (BCE) e outros bancos centrais decidiram parar de oferecer liquidez aos bancos em dólares por meio de acordos de swap de câmbio com o Federal Reserve (Fed, banco central americano). Estas operações vão expirar em 1º de fevereiro, segundo comunicados divulgados por diversos grandes BCs, entre eles o Fed, o Banco Central Europeu, o Banco do Japão, o Banco da Inglaterra e o Banco Nacional Suíço.
"Estas linhas, que foram estabelecidas para conter pressões nos mercados globais de funding, não são mais necessárias considerando-se a melhora verificada no funcionamento dos mercados financeiros no último ano", afirmou o Banco Central Europeu. "Os bancos centrais vão continuar cooperando conforme o necessário." As informações são da Dow Jones.

Fonte: Estadão

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

USD/JPY: resistência a 90.95

O par está a consolidar-se com a MM de 50 dias e a resistência a 90.95, numa sessão sem dados relevantes dos EUA e zona Euro. Apesar disso, os operadores estimam que o par poderá começar uma tendência curta com perspectivas de chegar perto da MM de 200 dias, se observarmos o gráfico com velas de 5 minutos.

As banda de Bollinger estão mais estreitas, indicando escassa volatilidade do par, enquanto o RSI está em terreno neutro. Em alta, o primeiro tecto está a 91.18 ienes por dólar.

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Feriado nos EUA impõe ritmo lento para o exterior

LONDRES - O feriado nos Estados Unidos impõe um ritmo lento para o início desta semana, com liquidez restrita nos mercados internacionais. A pausa servirá para preparar os investidores para a bateria de balanços norte-americanos que agita os próximos dias. Outro dado crucial para as estratégias de negócios é o aguardado PIB da China no quarto trimestre, a ser conhecido de quarta para quinta-feira.

O dia de homenagem a Martin Luther King deixa os principais ativos internacionais com movimentos amenos nesta segunda-feira. As bolsas europeias apenas tocam o território positivo, enquanto o euro e o petróleo recuam levemente.

Depois da correção vista pelo mercado internacional de ações na semana passada, que levou junto a Bovespa, os próximos dados serão importantes para mensurar o apetite dos investidores pelo risco, em meio a preços reconhecidamente esticados.

A reação ao balanço do JPMorgan, na sexta-feira, não caiu bem. Embora o lucro de US$ 0,74 por ação tenha superado as estimativas (de US$ 0,62), os investidores se apegaram à decepção com as receitas de US$ 25,23 bilhões, abaixo da previsão de US$ 27 bilhões.

Nos próximos dias, a temporada ganha velocidade. Amanhã, saem os números de Citigroup e IBM. Na quarta, é a vez de Wells Fargo, Morgan Stanley, Bank of America e eBay. Na quinta, saem Goldman Sachs e Google. General Electric fecha a semana.

Outro importante condutor nos negócios mundo afora é o PIB da China. A expectativa recai sobre crescimento de dois dígitos, em meio aos temores com a inflação e a presença de uma bolha especulativa no país. O governo já começou a agir e apertar a política monetária, assunto que gera nervosismo entre os investidores. Os analistas, entretanto, contam com um ajuste suave da estratégia chinesa, sem movimentos bruscos por parte do governo.

De qualquer forma, o cenário mostra que os países emergentes terão de agir mais rápido do que os desenvolvidos e elevar os juros primeiro, já que estão em estágio mais avançado de recuperação, como avalia o economista-chefe do HSBC, Stephen King.

Na Europa, o ponto de aflição continua sendo a Grécia. As dificuldades fiscais do país devem ser alvo de discussão no encontro dos ministros de Finanças da União Europeia, que acontece hoje e amanhã em Bruxelas.

Oficialmente, o novo plano para derrubar o déficit apresentado pelo governo grego deve passar pela aprovação do bloco até o próximo mês. Mas os comentários que surgirem já da reunião desta semana serão acompanhados de perto.

O economista-chefe para a Europa do Goldman Sachs, Erik Nielsen, esteve em Atenas na semana passada e voltou para Londres com a impressão de que o governo está disposto a fazer a coisa certa. "Mas, ao mesmo tempo, é preciso admitir que o atual governo herdou uma situação muito difícil", escreve, em análise a clientes. Um dos pontos mais complicados, avalia, é a arrecadação equivalente a apenas 20% do PIB, o que dificulta qualquer agenda de reforma.

Às 7h30, as bolsas de Londres (+0,45%), Paris (+0,36%) e Frankfurt (+0,38%) operavam com sinal positivo, mas perto da estabilidade.

Já o euro (-0,06%, a US$ 1,4370) e o petróleo (-0,15%, a US$ 77,88) tinham ligeiras perdas. Na comparação com o iene, o dólar era cotado a 90,92 unidades, com ganho de 0,11%, no mesmo horário (acima).

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

EUR - EURO SE FORTALECE ANTES DA REUNIÃO POLÍTICA DO BANCO CENTRAL EUROPEU

A moeda européia se recuperou nesta quarta-feira, após fortes perdas na sessão anterior, com os investidores concluindo que a inesperada contração monetária da China não atrapalharia o crescimento na terceira maior economia do mundo.
O euro foi negociado próximo a 1 mês de alta contra o USD, antes de um relatório de hoje, o qual os economistas esperam mostrar ganhos da Produção Industrial européia (Industrial Output). O EUR foi negociado superiormente à $1,4545, depois de ter atingido mais cedo os $1,4582, o nível mais alto desde 16 de dezembro.

Analistas disseram que a demanda de grandes entidades dos países asiáticos ajudou a dar apoio à moeda única européia, bem como uma alta dos indicadores técnicos.
A moeda única européia foi reforçada contra o iene, depois que o ministro grego das Finanças disse que seu país está no caminho certo para resolver os seus problemas, sem correr o risco de desistência. O euro ganhou em 132,21 ienes, a partir de 131,79 de ontem, depois de ter caído 131,52, o nível mais fraco desde 6 de janeiro.
Os participantes do mercado deveráo ficar de olho sobre a reunião de política do Banco Central Europeu (BCE), às 13:30 GMT. O BCE deverá manter sua taxa básica de juros perto de uma baixa recorde neste ano, com a inflação permanecendo abaixo do seu limite em meio a uma lenta recuperação econômica.

Fonte: IBT