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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

EUR - Euro se Recupera com o Possível Resgate da Grécia

O euro subiu acentuadamente ontem contra à maioria das principais moedas, ganhando mais de 150 pips frente ao dólar, e mais de 200 pips contra o iene. Também, obteve uma ligeira tendência de alta contra à libra.

A moeda única européia foi impulsionada sobre as perspectivas de que zona-euro irá ajudar a Grécia a conter a crise orçamental. Especulações sobre um possível plano de resgate tem encorajado a demanda por ativos de maior rendimento, reforçando o euro, em particular contra os ativos portos-seguros, como o dólar e o iene.

Estimativas consideram a possibilidade de que a Alemanha virá com um plano de apoio à economia grega. Enquanto o otimismo sobre a economia grega continuar, os ativos de maior rendimento, como o euro e a libra, serão provavelmente apoiados.

Hoje, os comerciantes são aconselhados à continuar procurando novas indicações referente à economia da Grécia, já que parecem ter forte impacto sobre o euro no momento. Além disso, os comerciantes devem acompanhar o relatório francês da produção industrial, agendado para às 07:45 GMT.

Esse relatório mede a variação no valor total de produção de produtores franceses. Expectativas atuais são de que a produção industrial francesa cresceu 0,6% em dezembro. Se o resultado assim for, deverá seguir apoiando o euro.

Fonte: IBTimes

USD - Dólar Cai com o Aumento do Apetite ao Risco

O dólar caiu contra à maioria das moedas mais importantes durante o pregão de ontem, principalmente contra o euro e à libra, com o par EUR/USD atingindo uma alta semanal de 1,3838.

Dois motivos principais levaram à desvalorização do dólar hoje.

A primeira razão cabe à especulações de que a economia da Grécia será resgatada. Isto tem ajudado a corrigir algumas das recentes perdas do euro, e como resultado, enfraqueceu o dólar. Além disso, esse otimismo também impulsionou o apetite ao risco, levando os investidores à procura de activos de maior rendimento, como o euro e a libra.

A segunda razão, foi devido aos dados menores do que os esperados do relatório sobre o Otimismo Econômico. A pesquisa mostrou que os cidadãos americanos estão pessimistas sobre suas perspectivas financeiras pessoais e têm menos confiança na política econômica federal.

Hoje, muitas publicações econômicas interessantes serão lançadas pelos E.U.. Às 13:30 GMT, a Balança Comercial (Trade Balance) de dezembro será publicada, um relatório que mede a diferença de valor entre as mercadorias importadas e exportadas e de serviços durante o mês de Dezembro.

Os analistas prevêem que o déficit comercial americano tenha sido reduzido de 36.4B para 35.8B, durante dezembro. Se assim for, é possível haver um fortalecimento do dólar. Também hoje, às 15:00 GMT, o presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, irá depor perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, em Washington DC., devendo discutir os futuros planos monetários do país, e o mercado deverá reagir imediatamente ao seu discurso.

Fonte: IBTimes

Análise Fundamentalista do Mercado Forex

Após a reunião do G-7 do final de semana e a previsão da reunião extraordinária da União Europeia para o dia 11 próximo, o mercado europeu de ontem apresentou sinais de menor preocupação e as bolsas europeias fecharam em alta. Assim, o iene apresentou desvalorização e o euro recuperou-se frente às principais moedas no decorrer desse mercado.

Porém o otimismo dissipou-se no mercado americano e a moeda única europeia voltou a cair junto com as bolsas dos Estados Unidos, enquanto o iene e o dólar americano ganhavam terreno.

O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em queda de 103.84 pontos (-1.04%) e pela primeira vez em três meses abaixo dos 10 mil pontos. O índice Nikkei, que ontem havia fechado abaixo dos 10 mil pontos, abriu hoje em queda de 75 ienes e no momento apresenta uma perda de 33.14 ienes (-0.33%).

Na falta de índices econômicos, os operadores ficam atentos à comentários que possam surgir em relação à dívida soberana dos países europeus.

Fonte: IBTimes

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dólar avança frente ao euro e cai em relação ao iene

Nova York, 8 fev (EFE).- O dólar avançou hoje frente ao euro e cedeu terreno perante o iene, embora em ambos os casos com moderação, o que coincidiu com um dia de baixa na Bolsa de Nova York.
Ao terminar a atividade em Wall Street, por um euro era pago US$ 1,3660, comparado com US$ 1,3665 de sexta-feira, de modo que para adquirir um dólar era preciso 0,7321 euro, frente a 0,7318 euro na sessão anterior.
Em relação à divisa japonesa, o dólar era negociado a 89,30 ienes, após o pagamento de 89,38 ienes no dia anterior.
A moeda americana foi negociada assim frente às principais moedas internacionais:
MOEDA CÂMBIO ANTERIOR.
------ ------ --------.
Euro/dólar 1,3660 1,3665.
Dólar/iene 89,30 89,38.
Dólar/libra esterlina 0,6411 0,6398.
Dólar/franco-suíço 1,0725 1,0727.
Dólar/dólar canadense 1,0748 1,0701. EFE
Fonte: G1

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Resumo analítico para a semana de 1 a 5 de fevereiro

Depois de ter atingido suas maiores altas multimensais frente aos adversários europeus no final da semana passada, o dólar inverteu seu curso no início da semana corrente.
A razão principal da apreciação tão considerável do americano foi sem dúvida a preocupação relativa ao déficit orçamental grego. Pois a tensão se reduzia a medida que iam sendo divulgados os dados fundamentais tanto na Europa, como nos EUA, a tranqüilidade ficou cada vez mais acentuada. Mesmo a instabilidade pré-eleitoral na Grã-Bretanha, onde os Conservadores têm uma boa oportunidade de substituir os Laboristas (partido em poder), não obstaculizou o reforço das divisas européias.
Na quarta-feira, no contexto da aprovação do plano grego pela Comissão Européia, o o euro cotava a mais de 1,40, a libra oscilava perto de 1,6050. Portanto o otimismo dos investidores não se durou muito: o índice PMI para o setor dos serviços britânico revelou apenas 53,5 em vez de 56,5 esperados. Assim foi iniciada a desvalorização dos adversários do americano, onde a libra caiu para 1,59, o euro desceu abaixo de 1,39, o dólar/iene subiu quase 100 pontos até 91,00, o USD/CHF saltou do 1,0500 e registrou o máximo de dia 1,0599.
Convém mencionar que as posições do dólar australiano e do neozelandês também foram afetadas. As taxas de juros na Austrália contra todas as expectativas não foram elevadas e se mantiveram ao mesmo nível de 3,75%. Como resultado o AUD perdeu bruscamente 1 centavo, caindo para 0,8800. Na Nova Zelândia surgiram dificuldades no setor de emprego: a taxa de desemprego em vez de cair (como foi esperado) para 6,5%, cresceu até 7,3%. Assim, o NZD passou a custar menos de 70 centavos pela primeira vez desde o setembro do ano anterior.
No final da semana o dólar ficou ainda mais forte, uma vez que a queda das cotações nas bolsas asiáticas seguida pelo declínio nas praças da Europa e mais tarde dos EUA provocou a aversão quase completa por risco, causando as vendas maciças dos ativos de alta rentabilidade, inclusive as moedas com a taxa de juros relativamente alta. Como sempre serviram de refúgio seguro o dólar e o iene. Assim, quanto às notícias, as taxas de juros da zona européia e inglesa mantiveram-se inalteradas, enquanto a situação na zona Euro se tornou ainda mais grave: além das dificuldades gregas, os economistas da UE agora tem que “quebrar sua cabeça” sobre os problemas de Portugal. Pois o release otimista da inflação dos preços do produtor da Grã-Bretanha e da Massa Salarial Não Agrícola dos EUA já não mudaram nada: o americano continuava apreciando sem parar apesar dos dados econômicos mistos. Os preços do produtor na Inglaterra cresceram mais que o esperado, enquanto a taxa de desemprego americana subitamente diminuiu e marcou 9,7% em janeiro frente ao prognóstico de 10%.
Pois, no final da sessão o euro cotou a um pouco mais alto de 1,3700 (mínimo 1,3584), quase 2 centavos mais baixo do que na sexta passada. A libra esterlina caiu uns 350 pontos, descendo para 1,5600. O USD/CHF finalmente se fixou acima da figura de 1,07 e quase tocou 1,08. O dólar/iene após ter atingido o mínimo semanal de 88,53 (quinta-feira), terminou cotado a 89,37. Os pares cruzados de iene caíram uns 300-500 pontos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dificuldade fiscal torna aperto monetário na Zona Euro a mais distante

 

As dificuldades fiscais de países da zona do euro tornam mais distantes as perspectivas de alta dos juros na região, mantidos hoje em 1%. Analistas acreditam que o processo de redução da dívida pública em nações como Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha, os chamados Piigs, limitarão a criação de empregos e o crescimento econômico do bloco.

A avaliação não saiu da boca do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet – e nem poderia, como notam especialistas -, mas a preocupação com o aumento da dívida pública é crescente entre os investidores na Europa.
Em meio à recuperação ainda frágil, analistas acreditam que o BCE só teria condições de começar a elevar os juros a partir de setembro, na melhor das hipóteses.
Conforme Luigi Speranza, do BNP Paribas, a percepção de que o banco central responderia ao relaxamento fiscal com uma política monetária mais frouxa poderia prejudicar sua credibilidade e enfraquecer a estrutura da zona do euro no longo prazo. “Mas o BCE não pode ignorar os riscos de uma contaminação e as possíveis consequências para o sistema financeiro.”
Na coletiva de hoje, Trichet disse que o plano de redução do déficit da Grécia “está na direção certa” e chamou os países a cumprirem o Pacto de Estabilidade e Crescimento, pelo qual o déficit não pode ultrapassar 3% do PIB. “Quando você divide uma moeda com os outros, a contrapartida é que você precisa se comportar adequadamente”, afirmou Trichet.
Por outro lado, o presidente do BCE relativizou o tamanho do rombo na zona do euro, atualmente em 6% do PIB, ao afirmar que outros países desenvolvidos estão em situação pior, como os Estados Unidos e o Japão, com déficits acima de 10%.
Esse ponto provocou a discordância dos analistas. Elwin de Groot, do Rabobank, diz que o pacto do bloco não tem sido bem-sucedido, caso contrário alguns países não estariam na complicada situação atual. Além disso, esse raciocínio poderia subestimar o impacto do efeito de contágio na região. “A zona do euro é um sistema altamente interconectado e alguns de seus membros são grandes demais para falir.”
O economista-chefe do UniCredit, Marco Annunziata, avalia que os investidores continuarão olhando para os desequilíbrios específicos da Grécia, e não para a situação da zona do euro de forma consolidada. “A zona do euro permitiu que os membros construíssem combinações insustentáveis de dívida pública e privada a um baixo custo de financiamento de forma irreal.”
Para Speranza, do BNP Paribas, o custo do ajuste orçamentário que começa a ser feito na região, referente a crescimento e emprego, será maior do que o estimado. Portanto, o aperto monetário no bloco virá pelo canal fiscal.
Diversos analistas notaram que o tom do BCE sobre a situação econômica da zona do euro praticamente não mudou neste mês. De modo geral, a autoridade monetária avalia que o crescimento deve seguir em ritmo moderado e desigual nos países, refletindo o aumento do desemprego e o baixo nível de investimentos. Portanto, a perspectiva para a inflação é confortável.
A principal expectativa se volta agora para a reunião de março, quando o BCE trará avaliações sobre a estratégia de saída das medidas emergenciais usadas no combate à crise. O primeiro passo já foi dado em dezembro do ano passado, liderando o processo mundial, ainda que com ajustes leves.
O Banco da Inglaterra, que também se reuniu hoje, decidiu não ampliar o programa de compra de títulos, que já contabiliza 200 bilhões de libras. No entanto, deixou aberta a possibilidade de retomar a estratégia, caso seja necessário. Os juros foram mantidos em 0,5%.
O desafio do BOE é equilibrar uma retomada lenta, já que o país escapou por um triz da recessão, e a alta da inflação. “Mas, de forma geral, o BC ainda acredita que a inflação recuará para abaixo da meta em razão do excesso de capacidade de produção”, avalia Karen Ward, do HSBC.

Fonte: Estadão

Crise europeia também derruba bolsas na Ásia

 

TÓQUIO - A preocupação com a fragilidade fiscal de países como Portugal, Grécia e Espanha, que derrubou os mercados norte-americanos e europeus, também fez as bolsas asiáticas terminarem a semana com forte queda. Nesta sexta-feira, o setor refletiu os temores de uma nova crise global.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível desde 2 de setembro, com perda de 3,3% e total de 19.665,08 pontos.

As renovadas preocupações sobre o ritmo de recuperação da economia global afetaram o desempenho das Bolsas da China. O índice Xangai Composto baixou 1,9% e encerrou aos 2.939,40 pontos. Já o índice Shenzhen Composto perdeu 2% e terminou aos 1.097,11 pontos.

O yuan apresentou ligeira desvalorização em relação ao dólar, após os fortes ganhos da moeda norte-americana sobre o euro nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8271 yuans, de 6,8266 yuans do fechamento de quinta-feira.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou o pior resultado em cinco meses. Com aumento no volume de negociações, o índice Taiwan Weighted caiu 4,3% e encerrou aos 7.217,83 pontos, o menor fechamento desde 4 de setembro.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve a maior queda porcentual e em pontos desde o final de novembro, quando os problemas com a dívida de Dubai chocaram os mercados mundiais. O índice perdeu 3% e fechou aos 1.567,12 pontos, a menor pontuação desde 30 de novembro.

Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney mergulhou para uma mínima de cinco meses e fechou em queda de 2,3%, encerrando aos 4.514,1 pontos.

O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, registrou baixa de 2% e fechou aos 2.855,64 pontos.

A Bolsa de Cingapura deslizou com a queda em Wall Street e preocupações com uma crise econômica em alguns países europeus. O índice Straits Times Index cedeu 2,2% e fechou aos 2.683,56 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, tombou 2,9% e fechou aos 2,518,97 pontos, com vendas de fundos estrangeiros em meio ao fraco sentimento no resto da região.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou1,6% e fechou aos 691,41 pontos, seguindo as baixas nas demais bolsas da Ásia somadas à instabilidade política local.

Na Malásia, o índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur recuou 1,4% e fechou aos 1.247,90 pontos, maior baixa em três meses, com preocupações sobre a recuperação da economia global.

As informações são da Dow Jones.

USD/CHF: dólar dispara

 

O dólar está a avançar com grande decisão, depois de ter superado sem problemas a zona de 1.07, que coincide com o fibo 38.2, traçado desde o máximo até ao mínimo de 2009.

Neste momento, dirige-se até à zona de fortes confluências a 1.09, que coincide com o fibo 50. Antes, poderá travar a 1.0883, máximo de Agosto.

Em baixa, o par terá de aguentar, no gráfico de uma hora, sem quebrar 1.0751, de forma a voltar para 1.06.

Fonte: IBTimes

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

GBP/USD: libra tenta não chegar a 1.5813

O par perdeu o suporte a 1.5936 e está a ir em direcção de 1.5813 dólares por libra. Recorde-se que é a zona de viragem e de suporte mais importante de 2009. A sua perda irá levar o par até 1.5716, fibo 38.2 do movimento de subida de 2009. Passando para o gráfico de uma hora, vemos como o par construiu um suporte a 1.588. Se o perder, o par poderá cair directamente até 1.5813. Apesar disso, o mínimo semanal, a 1.5852, e 1.584 poderão travar o preço. Uma vez superado 1.5813, destacamos 1.5776/49 como possível zona de pausa. Em alta, recuperar e consolidar 1.5919 deverá dar aos operadores da libra uma hipótese de ganharem força e procurar o máximo de ontem a 1.6071. No caminho, destacamos 1.5967, principal suporte e resistência dos últimos dias. Fonte: Ibtimes.com

Dólar ganha terreno frente ao euro e ao iene

Nova York, 3 fev (EFE).- O dólar ganhou terreno hoje em relação ao euro e ao iene em um dia no qual foram anunciados dados econômicos que mostraram um crescimento do setor de serviços nos Estados Unidos menor do que o esperado. Ao final do pregão em Wall Street, o euro era negociado a US$ 1,3899, contra US$ 1,3965 do fechamento de terça-feira. Em relação à moeda japonesa, o dólar trocava de mãos a 90,98 ienes. No pregão de ontem, o preço foi de 90,38 ienes. Cotações do dólar hoje frente às principais moedas internacionais:. . MOEDA FECHAMENTO FECHAMENTO ANTERIOR. ------ ------ --------. Euro/dólar 1,3899 1,3965. Dólar/iene 90,98 90,38. Dólar/libra esterlina 0,6290 0,6256. Dólar/franco suíço 1,0590 1,0552. Dólar/dólar canadense 1,0624 1,0581. Fonte: G1

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Análise Fundamentalista do Mercado Forex

 

Ontem as moedas apresentaram uma repentina queda frente ao iene quando do anúncio do Banco Central Australiano em manter a taxa de juro em 3.75%, decepcionando os operadores financeiros que esperavam um aumento de 0.25% na taxa. Porém, no decorrer dos mercado europeu e americano, as moedas conseguiram recuperar parte do terreno perdido.

O dólar americano continuou debilitado frente às principais moedas diante de um menor risco em relação à dívida soberana da Grécia. O Presidente da União Europeia demonstrou espanto sobre a dívida da Grécia no ano de 2009, mas também confiança de que esse país conseguirá cumprir com seus compromissos.

O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em alta de 111.32 dólares (+1.09%). O índice Nikkei da bolsa de Tóquio abriu em alta de 57 ienes e no momento apresenta um ganho de 51.01 ienes (+0.49%).

Para hoje os operadores do mercado financeiro contam com o índice de contratações da ADP (setor privado), para buscar uma referência para os índice do mercado de trabalho dos Estados Unidos de sexta-feira. As atenções caem também sobre os comentários de autoridades financeiras dos Estados Unidos em relação ao projeto-lei do Presidente Obama em limitar os bancos comerciais e que esta restrição atinja os bancos americanos, inclusive no exterior.

Fonte: IBTimes

Dólar perde terreno diante do euro e do iene

 

Nova York, 2 fev (EFE).- O dólar se desvalorizou hoje em relação ao euro e ao iene, em paralelo à firme tendência de alta predominante hoje em Wall Street após o anúncio de dados favoráveis sobre vendas de casas nos Estados Unidos.

Ao final do pregão na bolsa nova-iorquina, o euro era cotado a US$ 1,3965, contra US$ 1,3932 de segunda-feira.

Em relação à moeda japonesa, o dólar trocava de mãos a 90,38 ienes, menos do que a cotação de 90,65 ienes do pregão anterior.

Cotações do dólar em relação às principais moedas internacionais:.

MOEDA FECHAMENTO FECHAMENTO ANTERIOR.
Euro/dólar 1,3965 1,3932.

Dólar/iene 90,38 90,65.

Dólar/libra esterlina 0,6256 0,6266.

Dólar/franco suíço 1,0552 1,0559.

Dólar/dólar canadense 1,0581 1,0624.
Fonte:G1

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Bernanke vai dirigir o Fed por mais 4 anos

 

Apesar das críticas de senadores dos dois extremos dos Partidos Democrata e Republicano pelo seu desempenho antes e durante a crise econômica, Ben Bernanke foi reconduzido ontem para um segundo mandato de quatro anos na presidência do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos). A votação ocorreu poucos dias antes do encerramento do seu primeiro mandato.

Foram 77 votos a favor e 23 contra. Eram necessários 60 votos, no mínimo, para que o seu nome fosse levado para uma segunda votação simbólica para a confirmação oficial, onde seria preciso apenas uma maioria simples de 50 votos.
O número de votos para a sua aprovação superou as estimativas de analistas políticos, que, em alguns casos, chegaram a prever a sua derrota. O resultado pode ser considerado uma vitória para o presidente Barack Obama, que indicou Bernanke para um segundo mandato em agosto e o transformou em um dos pilares para a sua política econômica.
Alguns republicanos disseram ter aprovado Bernanke com relutância por temerem que Obama optasse por um nome ainda mais fraco na avaliação deles. Senadores democratas também preferiram votar a favor da manutenção do presidente do Fed para evitar uma crise política no governo em um ano de eleições parlamentares.
Ao assumir o cargo, nomeado por George W. Bush, Bernanke recebeu o comando das finanças americanas de Alan Greenspan, em fevereiro de 2006, com a economia americana em crescimento e as ações na Bolsa de Valores de Nova York batendo recordes. Seu principal desafio era manter o padrão de seu antecessor, idolatrado em Wall Street.
O problema é que tanto Bernanke quanto Greenspan não anteciparam a bolha no mercado imobiliário que culminaria na mais grave crise financeira e econômica dos Estados Unidos desde a Grande Depressão dos anos 30 do século 20.
Bancos como o Lehman Brothers faliram e o Fed, junto com o governo, intervieram fortemente na economia americana para evitar uma catástrofe que poderia levar a uma quebradeira generalizada de instituições financeiras.
Nesse momento, com o apoio de economistas à direita e à esquerda, conforme afirmou Obama em seu discurso do Estado da União na noite de quarta-feira, o Fed ajudou a salvar os bancos, injetando bilhões de dólares na economia.
Essa ajuda somou centenas de bilhões ao déficit americano, irritando senadores republicanos mais conservadores, que também criticam o enfraquecimento do dólar. A esquerda do Partido Democrata discordou da ajuda aos bancos porque essas instituições, um ano depois de terem sido salvas, começaram a distribuir bônus milionários aos seus executivos.
Já os defensores de Bernanke argumentam que ele salvou o país de uma nova depressão e a economia dá sinais de recuperação. "Ninguém nunca conseguiu agir tão bem quanto ele. A forma como Bernanke atuou foi extraordinariamente criativa e conseguiu impedir que o sistema financeiro não entrasse em colapso", disse o senador republicano Judd Gregg.
Segundo o senador democrata Kent Conrad, "quando a crise começou, ele assumiu o comando de forma sem precedentes". "Quando escreverem essa história, Bernanke será citado como um dos heróis."
Fonte: ùltimo segundo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Tóquio recua 2,1% com tecnológicas dos EUA e dólar

A Bolsa de Tóquio perdeu terreno nesta sexta-feira, fechando numa mínima de cinco semanas. Tanto a desvalorização das ações tecnológicas dos EUA quanto a queda do dólar fizeram estragos, ao mesmo tempo que a reação aos balanços divulgados no Japão provocou volatilidade entre ações de determinadas empresas, como Kyocera, Advantest e NEC.

O índice Nikkei 225 perdeu 216,25 pontos, ou 2,1%, e fechou aos 10.198,04 pontos, encerrando na mínima intraday e no nível mais baixo desde 21 de dezembro.
O Nikkei pode se sustentar nos 10.200 pontos, uma vez que a sustentação técnica de longo prazo está um pouco abaixo desse nível, disse Yumi Nishimura, da Daiwa Securities Capital Markets. Outros analistas observaram que as médias móveis de 13 e de 26 semanas agora estão convergindo. O índice, no entanto, recuou 3,7% na semana e acumula perda de 3,3% no ano depois de fechar em queda em oito dos últimos dez pregões.
O dólar chegou a subir para 90,06 ienes no meio do dia, mas não conseguiu se sustentar e foi negociado abaixo dos 90 ienes na maior parte da sessão.
Nishimura acrescentou que, apesar da queda geral do mercado, os investidores hoje também estavam seletivos, escolhendo empresas que anunciaram aumento de projeções para o ano fiscal cheio depois do fechamento da Bolsa na véspera.
As informações são da Dow Jones

Fonte: Ultimo segundo

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

USD - Rumores Sobre Aumento das Taxas Impulsionam o Dólar

A Reserva Federal Americana deixou as taxas de juros inalteradas na sequência de sua reunião política, na quarta-feira, mas com um geral otimismo deixando a porta aberta para um aumento em breve. O dólar reagiu à notícia subindo para uma alta de cerca de 6 meses frente ao euro.

A dupla estava sendo negociada em baixos 1,3994 na quarta-feira, antes da recuperação, do nível atual de 1,4020.

Hoje, o dia de notícias forex será dominado por eventos ligados ao dólar. Os Pedidos Core de Bens Duráveis (Core Durable Goods Orders), com o mais recente relatório sobre as reivindicações de desemprego, bem como a votação do Senado para reconduzir Ben Bernanke como presidente da Reserva Federal, deverão criar pesada volatilidade no mercado.

Os analistas estão otimistas quanto às notícias de hoje para o dólar, com uma previsão de queda do desemprego e positivismo para os Pedidos Core de Bens Duráveis (Core Durable Goods Orders).

Os comerciantes poderão esperar que o dólar obtenha ainda mais ganhos se as notícias vierem a ser como previstas. Isso será crucial, especialmente para o euro, que ainda se recupera das preocupações sobre a dívida da Grécia.

Fonte:ibitimes

EUR - Euro Registra Baixa Perto de Números Recordes Frente ao Dólar

O euro caiu abaixo da marca psicologicamente importante de 1,4000, ontem, em relação ao dólar americano. Isso se deu em grande parte por rumores de que as taxas de juros dos E.U. poderão ser aumentadas em breve, juntamente com as preocupações persistentes quanto à dívida da Grécia.

Os investidores se esquivaram de moedas mais arriscadas, já que ficou evidente que as taxas de juro européias provavelmente permanecerão em seus registros recordes de baixa ainda por algum tempo.

Hoje, qualquer movimento feito entre os pares do euro serão provavelmente um resultado de notícias relacionadas ao dólar. A única publicação potencialmente significativa da Europa, de hoje, será do relatório da Mudança do Desemprego alemão, às 08:55 GMT, que tem previsão de mostrar um aumento durante o mês passado, que, se for verdade, provavelmente pesará sobre o já fraco euro.

Os comerciantes vão querer prestar atenção em qualquer notícia sobre a manipulação de Portugal quanto à sua dívida.

Especialistas dizem que o orçamento atual do país não é o suficiente para reduzir o seu défice em nível significativo. Se for verdade, isso provavelmente trará mais notícias ruins para o euro no mercado cambial.

Fonte: ibitimes

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 27/01/2010

USD/CHF: em zona de ruptura

 

O dólar está neste momento às portas de 1.05 francos suíços por dólar, nível chave para as aspirações do dólar.

Se superar este nível, o par não só vai quebrar a MM de 200 dias no gráfico diário, como também vai quebrar o último máximo menor, antes de procurar o fibo 38.2, traçado desde o máximo até ao mínimo de 2009, a 1.07.

Em baixa, é uma zona clara de descida, que irá voltar a enviar o par à procura da paridade. No gráfico de uma hora, perder 1.047 poderá levar o preço novamente a 1.0435. Se a viragem for muito brusca, não seria de estranhar um deslize até 1.0395/76.

Fonte: ibitimes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Aperto monetário e remessas fazem dólar subir

SÃO PAULO - A incerteza em relação às políticas monetárias de Estados Unidos, Europa e China e as remessas de moeda dos países emergentes para seus países de origem vêm fazendo com que o dólar comercial seja pressionado no Brasil e no mundo. Ontem, a moeda norte-americana encerrou o dia com alta de 0,28%, a R$ 1,82. Esta é a maior cotação deste o dia 11 de setembro do ano passado.

Em uma semana, o dólar comercial apresentou valorização de 3%, saindo de R$ 1,767 no dia 18 de janeiro, para o encerramento de ontem. Porém, nos últimos 12 meses, a moeda registra uma retração de 21,21%, quando era negociada a R$ 2,31 na venda.

"O que vem ocorrendo é uma correção dos mercados. É uma perspectiva de uma política monetária mais apertada na China que, na semana passada gerou uma realocação de recursos nos ativos, com a saída dos mercados emergentes e a volta para os mercados de origem", explica Julio Hegedus, economista-chefe do Lopes Filho e Associados.

Além da China, os Estados Unidos também devem passar por um arrocho monetário em breve. Na última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central do EUA), a decisão de manter os juros flutuando entre 0% e 0,25% ao ano já não foi unânime.

Na Europa, por sua vez, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, também afirmou que a decisão da autoridade monetária em manter o juro em 1% ao ano só ocorreu em virtude da situação econômica da Grécia, dando a entender que a taxa deve subir em breve.

A remessa feita por multinacionais e grandes investidores faz o dólar ficar escasso não só no mercado brasileiro, pressionando sua precificação para cima.

O especialista lembra ainda que, no Brasil, é ano de eleições e isso traz muita volatilidade para o mercado de câmbio. "Os indicadores são favoráveis, não teria grande realocação de recursos por conta dos números divulgados", afirma Hegedus.

Para a semana, a incerteza é muito grande e Hegedus projeta que a agenda pode trazer uma volatilidade ainda maior para a moeda norte-americana. "Aqui no Brasil teremos reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central] na quarta-feira", acrescenta Hegedus.

Na agenda internacional, teremos hoje a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido referente ao quarto trimestre de 2009. Na quarta-feira será realizada uma reunião do Fed. Na quinta-feira será divulgado o dado sobre os produtos Bens Duráveis nos EUA e, por fim, na sexta-feira será divulgado os dados do PIB dos EUA referentes ao quarto trimestre do ano passado.

"Tudo vai depender dos indicadores que serão divulgados nesta semana. A reunião do Fed será muito importante e deve ser acompanhada com muita atenção. A maior preocupação é com os números sobre o trabalho nos EUA", destaca o economista.

No longo prazo, Hegedus diz que o dólar comercial está estipulado em R$ 1,75. "Já estamos passando deste patamar, mas é claro que no final do ano pode ocorrer uma acomodação", afirma ele.

No mercado futuro da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa), é possível ver a elevação da moeda norte-americana para o ano. Vale destacar que as cotações ali presentes não representam o desempenho da moeda no ano, pois os contratos são utilizados, principalmente, por exportadores para tentar garantir o preço da mercadoria.

Os contratos com vencimento para fevereiro deste ano mostram o dólar comercial a R$ 1,826. Já os contratos para julho de 2010, encerraram a sexta-feira com valor de R$ 1,839. Por fim, os contratos negociados para dezembro deste ano finalizaram a R$ 1,958.

"Isso reflete o momento, as incertezas que estamos passando, mas não significa que o dólar vai fechar neste preço. Se confirmar este patamar novo, acima de R$ 1,80, teremos que revisar. O preço de R$ 1,80 seria o teto", finaliza o economista-chefe.

Na BM&F, o dólar pronto finalizou a segunda-feira a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30 (hora de encerramento do mercado de câmbio), a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

O clima no exterior foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Fed seja apoiada. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana. A Grécia captou 8 bilhões de euros com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo planejava levantar entre 3 bilhões de euros e 5 bilhões de euros, mas elevou o volume da oferta em meio à demanda, que atingiu 25 bilhões de euros.

Fonte: DCI

Trichet avisa: BCE não aceitará repetição do caso grego

 

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, garante que a instituição não aceitará jamais um caso como o grego, em que os números do orçamento não reflectem a realidade.

Questionado sobre a possibilidade de outros países acederem ao euro falseando os dados relativos à sua situação orçamental, Trichet foi peremptório: «Deixe-me ser muito claro em relação a isto: nunca mais aceitaremos números orçamentais que não reflictam os factos. Uma auditoria apropriada deve ser sempre possível. Já no mês que vem a Comissão Europeia apresentará propostas que melhorará significativamente a situação», afirmou numa entrevista à publicação semanal alemã «Focus».

Embora não tenha afastado ajudar a Grécia, o presidente do BCE também não pareceu muito entusiasmado com a ideia. Anda assim, Trichet pareceu convencido de que a Grécia conseguirá atingir o seu objectivo, de respeitar as regras orçamentais da Zona Euro até 2012.

Apesar de ter sublinhado que a Grécia não cumpriu as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), a que todos os países do euro estão obrigados, Trichet voltou a considerar «absurda» a hipótese de a Grécia abandonar a moeda única.

Recorde-se que o défice da Grécia alcançou os 13% do Produto Interno Bruto (PIB), quando o PEC prevê que o mesmo deve situar-se abaixo dos 3%.