Mostrando postagens com marcador eua. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eua. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de março de 2010

Quanto você poderia ganhar na semana passada?

15/03/2010
A pressão sobre a libra veio da preocupação dos grandes investidores com os déficits orçamentários do Reino Unido. Como resultado, a libra esterlina em relação ao dólar diminuiu drasticamente o preço em mais de 100 pontos - em apenas 3 horas.
E se nós negociássemos apostando no barateamento da GBP em relação ao USD poderíamos ganhar 161 pontos - e isso em apenas 3 horas.

Para um volume de negócios de 30.000 (para isso seria suficiente ter na conta US$ 300,00) você poderia ter ganho em 3 horas US$ 483,00.

16/03/2010

Diante das expectativas com a publicação da decisão da Reserva Federal dos EUA sobre sua política monetária, e com o interesse pelas divisas européias recebeu o apoio das novas promessas dos países da UE “para ajudar a Grécia” e as estatísticas positivas de uma série de países europeus, no decorrer de apenas 8 horas a GBP aumentou de preço em pouco mais de 200 pontos.

E se nós tivéssemos negociado com o encarecimento da GBP em relação ao USD, então nesse período de 8 horas poderíamos ganhar 208 pontos.

E num negócio com volume de 30.000 (para isso seria suficiente o depósito de US$ 300,00), poderíamos ter ganhado US$ 624,00 – e isso em 8 horas.

17/03/2010

Os participantes do mercado reagiram positivamente à divulgação da maioria dos dados econômicos sobre a GBP na quarta-feira, além de que não foram registradas nenhumas surpresas desagradáveis, e assim a libra britânica se tornou forte rapidamente em relação ao USD e em 2 horas encareceu mais de 100 pontos.

E se nós negociássemos no encarecimento da GBP em relação ao dólar, depois de 2 horas, poderíamos ter ganhado 106 pontos.

E num negócio com volume de 30.000 (para isso bastava um depósito de US$ 300,00), poderíamos ter ganhado US$ 318,00 - e em apenas 2 horas

19/03/2010

Diante dos dados desfavoráveis sobre uma série de países da zona européia, a libra britânica começou a cair drasticamente nos preços em relação ao dólar e em 4 horas ela caiu mais de 100 pontos.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Barroso apela aos investidores para não duvidarem da força do euro

Não duvidem da força do euro. Este foi o apelo deixado pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, aos investidores, numa altura em que a moeda europeia tem sido fortemente penalizada pela situação das contas públicas de alguns países da Zona Euro.
"O euro vai continuar a ser um instrumento essencial no nosso [Zona Euro] desenvolvimento", garantiu Barroso no dia em que a nova comissão é aprovada pelo Parlamento Europeu.
Barroso garantiu ainda que a região está em condições de enfrentar todos os desafios que surjam no seu caminho. As palavras do presidente da Comissão Europeia surgem numa altura em que o euro tem estado sob pressão devido à situação das contas públicas de alguns países da Zona Euro, em particular da Grécia, Portugal e Espanha.
Os problemas orçamentais destes três países têm levado os investidores a aumentar a procura de dólares, como moeda de refúgio. À excepção da sessão de hoje, o euro esteve em queda face ao dólar durante quatro sessões consecutivas, tendo chegado a negociar abaixo dos 1,37 dólares.
Na sessão de hoje, o euro está a recuperar das quedas e segue a ganhar 0,59% para negociar nos 1,3730 dólares.
Fonte:Jornal de negocios

9 February

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Resumo analítico para a semana de 1 a 5 de fevereiro

Depois de ter atingido suas maiores altas multimensais frente aos adversários europeus no final da semana passada, o dólar inverteu seu curso no início da semana corrente.
A razão principal da apreciação tão considerável do americano foi sem dúvida a preocupação relativa ao déficit orçamental grego. Pois a tensão se reduzia a medida que iam sendo divulgados os dados fundamentais tanto na Europa, como nos EUA, a tranqüilidade ficou cada vez mais acentuada. Mesmo a instabilidade pré-eleitoral na Grã-Bretanha, onde os Conservadores têm uma boa oportunidade de substituir os Laboristas (partido em poder), não obstaculizou o reforço das divisas européias.
Na quarta-feira, no contexto da aprovação do plano grego pela Comissão Européia, o o euro cotava a mais de 1,40, a libra oscilava perto de 1,6050. Portanto o otimismo dos investidores não se durou muito: o índice PMI para o setor dos serviços britânico revelou apenas 53,5 em vez de 56,5 esperados. Assim foi iniciada a desvalorização dos adversários do americano, onde a libra caiu para 1,59, o euro desceu abaixo de 1,39, o dólar/iene subiu quase 100 pontos até 91,00, o USD/CHF saltou do 1,0500 e registrou o máximo de dia 1,0599.
Convém mencionar que as posições do dólar australiano e do neozelandês também foram afetadas. As taxas de juros na Austrália contra todas as expectativas não foram elevadas e se mantiveram ao mesmo nível de 3,75%. Como resultado o AUD perdeu bruscamente 1 centavo, caindo para 0,8800. Na Nova Zelândia surgiram dificuldades no setor de emprego: a taxa de desemprego em vez de cair (como foi esperado) para 6,5%, cresceu até 7,3%. Assim, o NZD passou a custar menos de 70 centavos pela primeira vez desde o setembro do ano anterior.
No final da semana o dólar ficou ainda mais forte, uma vez que a queda das cotações nas bolsas asiáticas seguida pelo declínio nas praças da Europa e mais tarde dos EUA provocou a aversão quase completa por risco, causando as vendas maciças dos ativos de alta rentabilidade, inclusive as moedas com a taxa de juros relativamente alta. Como sempre serviram de refúgio seguro o dólar e o iene. Assim, quanto às notícias, as taxas de juros da zona européia e inglesa mantiveram-se inalteradas, enquanto a situação na zona Euro se tornou ainda mais grave: além das dificuldades gregas, os economistas da UE agora tem que “quebrar sua cabeça” sobre os problemas de Portugal. Pois o release otimista da inflação dos preços do produtor da Grã-Bretanha e da Massa Salarial Não Agrícola dos EUA já não mudaram nada: o americano continuava apreciando sem parar apesar dos dados econômicos mistos. Os preços do produtor na Inglaterra cresceram mais que o esperado, enquanto a taxa de desemprego americana subitamente diminuiu e marcou 9,7% em janeiro frente ao prognóstico de 10%.
Pois, no final da sessão o euro cotou a um pouco mais alto de 1,3700 (mínimo 1,3584), quase 2 centavos mais baixo do que na sexta passada. A libra esterlina caiu uns 350 pontos, descendo para 1,5600. O USD/CHF finalmente se fixou acima da figura de 1,07 e quase tocou 1,08. O dólar/iene após ter atingido o mínimo semanal de 88,53 (quinta-feira), terminou cotado a 89,37. Os pares cruzados de iene caíram uns 300-500 pontos.

Rating da dívida soberana dos EUA nunca será rebaixado, dispara Geitnher

Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático - “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.

Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.

Cura e crescimento
“Estamos no início do processo de cura”, disse Geitnher, ao ressaltar que o risco atual de uma nova recessão “está muito, muito menor do que em qualquer momento nos últimos doze meses, ou mais”.

Por fim, o secretário do Tesouro enfatizou que os EUA planejam reduzir o déficit assim que o mercado de trabalho se recuperar. No curto prazo, as medidas deverão ser focadas “para assegurar que a economia mostra crescimento novamente”.,

Fonte: Yahoo

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Euro sobe para US$ 1,3951 em Frankfurt

 

Frankfurt (Alemanha) 2 fev (EFE).- O euro fechou em alta hoje no mercado de divisas de Frankfurt, negociado a US$ 1,3951, frente à cotação de US$ 1,3897 de segunda-feira.

Por sua vez, o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,3937. EFE

Fonte: G1

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Tóquio recua 2,1% com tecnológicas dos EUA e dólar

A Bolsa de Tóquio perdeu terreno nesta sexta-feira, fechando numa mínima de cinco semanas. Tanto a desvalorização das ações tecnológicas dos EUA quanto a queda do dólar fizeram estragos, ao mesmo tempo que a reação aos balanços divulgados no Japão provocou volatilidade entre ações de determinadas empresas, como Kyocera, Advantest e NEC.

O índice Nikkei 225 perdeu 216,25 pontos, ou 2,1%, e fechou aos 10.198,04 pontos, encerrando na mínima intraday e no nível mais baixo desde 21 de dezembro.
O Nikkei pode se sustentar nos 10.200 pontos, uma vez que a sustentação técnica de longo prazo está um pouco abaixo desse nível, disse Yumi Nishimura, da Daiwa Securities Capital Markets. Outros analistas observaram que as médias móveis de 13 e de 26 semanas agora estão convergindo. O índice, no entanto, recuou 3,7% na semana e acumula perda de 3,3% no ano depois de fechar em queda em oito dos últimos dez pregões.
O dólar chegou a subir para 90,06 ienes no meio do dia, mas não conseguiu se sustentar e foi negociado abaixo dos 90 ienes na maior parte da sessão.
Nishimura acrescentou que, apesar da queda geral do mercado, os investidores hoje também estavam seletivos, escolhendo empresas que anunciaram aumento de projeções para o ano fiscal cheio depois do fechamento da Bolsa na véspera.
As informações são da Dow Jones

Fonte: Ultimo segundo

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 26/01/2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Leva de indicadores inunda investidor externo nesta 6ª

LONDRES - Depois da bateria da quinta-feira, 14, uma nova leva de indicadores relevantes nos Estados Unidos inunda os investidores internacionais de informações sobre a retomada econômica nesta sexta-feira, 15. Com tantas novidades a considerar ao longo do dia, a ordem é caminhar devagar agora no início dos negócios.

Portanto, é cedo para as bolsas firmarem qualquer tendência e os índices das praças europeias ficam perto da estabilidade. No mercado de câmbio, o euro é alvo de rumor sobre renúncia da chanceler alemã Angela Merkel, já prontamente negado pelo governo.

A artilharia de hoje começa às 11h30 (de Brasília), com o índice de preços ao consumidor (CPI) de dezembro e o indicador de atividade Empire State, de Nova York, referente a janeiro. Às 12h15, sai a produção industrial do mês passado e, às 12h55, o sentimento do consumidor medido pela Universidade de Michigan.

Os analistas olham principalmente para o dado de inflação e reparam que, no acumulado de 12 meses, o número deve superar 2,5% - a previsão para o mês é de +0,1%. "Apesar de sabermos que isso se deve principalmente ao efeito da base de comparação, de um ponto de vista psicológico o número ainda pode trazer alguma preocupação", diz Elwin de Groot, do Rabobank.

Os dados econômicos divulgados recentemente evidenciam a lentidão da retomada econômica, o que significa manutenção dos juros perto de zero definidos pelo Federal Reserve (Fe, banco central americano). Como o interessante para os investidores é continuar usufruindo da forte liquidez criada artificialmente pelos bancos centrais, o fato é que uma recuperação econômica muito convincente poderia estragar a festa.

O economista Andy Cates, do UBS, nota que a relação entre indicadores favoráveis e o movimento dos mercados se quebrou durante o quarto trimestre de 2009. Como resultado, os ativos estão respondendo mais à expectativa sobre a política monetária.

Após um início de temporada decepcionante com a Alcoa, a Intel, maior fabricante de chips para computadores do mundo, conseguiu injetar ânimo ontem à noite ao registrar lucro de US$ 0,40 por ação no quarto trimestre de 2009, acima da projeção de US$ 0,30. Hoje, a expectativa recai sobre os números do JPMorgan, antes da abertura dos mercados.

Na Europa, mexeu com o mercado de câmbio nesta manhã o rumor de que Angela Merkel poderia renunciar. Conforme a Dow Jones, a especulação teria partido de um artigo da revista Time sob o título "Para a Alemanha de Merkel, um terrível começo de ano". O texto traz críticas sobre o estilo de liderança da chanceler alemã de dentro de seu próprio partido, além de apontar queda de sua popularidade. O governo já afirmou logo cedo que as especulações são "totalmente infundadas". A chanceler foi reeleita em setembro do ano passado.

Para o ING, como o rumor foi negado pelo governo, o euro deve se recuperar. Às 7h24 (de Brasília), a moeda europeia perdia 0,06%, para US$ 1,4410. O dólar valia 90,76 ienes, queda de 0,35%.

No mesmo horário (acima), as bolsas de Londres (+0,27%), Paris (+0,56%) e Frankfurt (+0,44%) subiam levemente. O petróleo recuava 0,52%, para US$ 78,98, no pregão eletrônico da Nymex

Fonte: estadão

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

FED TEM O MELHOR RESULTADO DA SUA HISTÓRIA

O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) teve em 2009 o melhor ano de sua história, com ganhos recordes com seus ativos em bônus do Tesouro americano, papéis lastreados em hipotecas e títulos de agências. No ano passado, o Fed obteve lucro líquido estimado em US$ 52,1 bilhões, dos quais pagou um igualmente recorde de US$ 46,1 bilhões ao Tesouro.
O pagamento ao Tesouro é o maior desde 1914, logo depois de o Fed ter sido criado, segundo a Dow Jones. Em 2008, o Fed havia apresentado lucro líquido de US$ 35,5 bilhões e repassado ao Tesouro US$ 31,7 bilhões.
Fonte: Ultimo segundo

ANÁLISE FUNDAMENTALISTA DO MERCADO

Já no mercado americano, a moeda japonesa, assim como o dólar americano, voltou a valorizar-se diante da aversão ao risco e queda do preço do petróleo. A valorização durou pouco e as moedas de recursos naturais como o dólar australiano e canadense voltaram a recuperar-se diante do iene.
O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em alta de 53.51 pontos (+0.50%). O índice Nikkei da bolsa de Tóquio abriu em alta de 43 ienes e no momento apresenta um ganho de 68.03 ienes (+0.63%).
Para hoje os operadores acompanham de perto a decisão do Banco Central Europeu e o posterior discurso de Trichet. Já para os Estados Unidos estão previstos os anúncios de pedidos de seguro-desemprego semanal e vendas do varejo, dentre outros.
Fonte: IBT

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

EUA impõem mais tarifas sobre produtos siderúrgicos da China

Produtos estariam sendo vendidos a preços 'injustamente baixos'.
Tarifas vão de 43% a 289%.

Os Estados Unidos começaram a impor tarifas que vão de 43% a 289% sobre as importações de mais de US$ 300 milhões em produtos siderúrgicos da China, anunciou o Departamento de Comércio do país no final da terça-feira (5).

A ação, que o departamento afirmou que foi tomada por produtos sendo vendidos a preços injustamente baixos, inaugura o que deve ser mais um ano de fricção comercial entre os Estados Unidos e seu principal fornecedor.

As tarifas preliminares impostas se somam a encargos que vão de 2% a 438% e que foram anunciados pelo Departamento de Comércio em novembro.

Na semana passada, a Comissão Internacional de Comércio dos EUA aprovou tarifas que vão de 10% a 16% sobre importações de US$ 2,74 bilhões em tubos para aplicações petrolíferas, entre outros produtos siderúrgicos, produzidos pela China, no maior caso comercial dos EUA contra a China.

No mesmo dia, a central metalúrgica United Steelworkers e quatro companhias dos EUA encaminharam petição pedindo tarifas de pelo menos 109% a 274% sobre tubos de perfuração fabricados na China. Os EUA importaram cerca de US$ 200 milhões em tubos de perfuração da China em 2008.

Fonte: G1

sábado, 2 de janeiro de 2010

Economistas esperam subida das taxas Euribor no segundo semestre

Lisboa, 02 Jan (Lusa) - O aumento progressivo das taxas Euribor é inevitável para os economistas contactados pela agência Lusa, mas a subida deverá ser ligeira e só deverá ter início em meados de 2010, devido à fragilidade da conjuntura económica.

"É natural que haja alguma subida nas taxas Euribor, mas um ponto positivo para as famílias e as empresas é que não devemos esperar uma subida significativa", antecipou à Lusa Carlos Andrade, economista-chefe do Banco Espírito Santo (BES).

As autoridades monetárias na Europa e nos Estados Unidos da América não têm grande espaço de manobra para subirem o preço do dinheiro, devido ao cenário de incertezas sobre a evolução da economia, disse Carlos Andrade, que por isso perspectivou que o Banco Central Europeu (BCE) e a Reserva Federal (Fed) sejam "muito pacientes".

Fonte: Economia

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Euro sobe para US$ 1,4395

Frankfurt (Alemanha), 28 dez (EFE).- O euro subiu hoje a respeito do dólar no mercado de divisas de Frankfurt e por volta das 14h de Brasília fechou a US$ 1,4395, frente ao US$ 1,4234 da quarta-feira passada.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou hoje o câmbio oficial do euro em US$ 1,4405. EFE
Fonte: G1

29 December

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Evidências de retomada da economia mundial consolidaram-se, diz Copom

As evidências de retomada da economia mundial consolidaram-se com a divulgação de dados positivos para a variação do PIB dos EUA e da Área do Euro, relativos ao terceiro trimestre do ano, após quatro períodos consecutivos com resultados negativo, avaliou o Banco Central nesta quinta-feira (17), por meio da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).



"Ao mesmo tempo, a economia japonesa registrou o segundo trimestre consecutivo de crescimento no terceiro trimestre, acelerando em relação à expansão do período anterior. A retomada do crescimento nas duas maiores economias desenvolvidas deu suporte à recuperação do comércio internacional e à atividade econômica em outras regiões do mundo. Entre os emergentes, a China e a Índia seguiram com taxas de crescimento anuais em aceleração, enquanto o México e a Coreia do Sul registraram taxas de expansão trimestrais elevadas", acrescentou a autoridade monetária.


O Banco Central avaliou que, de modo geral, os "mercados financeiros internacionais evidenciaram relativa estabilidade" a despeito do anúncio de reestruturação da dívida do fundo soberano Dubai World, que provocou, mais recentemente, crescimento da aversão ao risco.






Fonte: g1

Bolsas da Ásia fecham em queda; Xangai declina mais de 2%

A conclusão da reunião do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA, foi um dos elementos que influenciou nos negócios desta jornada na Ásia. Preocupações com a questão da liquidez na região e com o câmbio também mexeram com as operações.



Os investidores ficaram atentos à confirmação da autoridade monetária americana com relação ao fim de algumas de suas linhas especiais de financiamento e liquidez ao mesmo tempo que trouxe uma avaliação melhor da situação econômica dos EUA.


Sobre a taxa básica de juros, o Comitê de Política Monetária (Fomc, na sigla em inglês) do Fed optou pela manutenção na faixa de zero a 0,25%.


Em Tóquio, o índice Nikkei 225 fechou em queda de 0,13%, aos 10.163,80 pontos. O Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 1,22%, para 21.347,63 pontos. O Shanghai Composite, de Xangai, recuou 2,34%, aos 3.179,08 pontos. Em Seul, o Kospi encerrou o pregão com desvalorização de 0,99%, aos 1.647,84 pontos.






Fonte: valoronline

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Fed anuncia hoje às 17h15 decisão sobre taxa de juro dos EUA

NOVA YORK - O Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fomc) encerra nesta quarta-feira seu encontro de política monetária de dois dias, devendo anunciar qualquer decisão sobre juro e o comunicado que o acompanha por volta das 17h15 (de Brasília).
VEJA TAMBÉM:
Veja vídeo com economista sobre aposta na manutenção dos juros nos EUA
Os analistas esperam que o banco central norte-americano Fed mantenha sua meta para a taxa dos Fed Funds entre zero e 0,25% - seu menor nível histórico. Os participantes do mercado também não esperam qualquer grande mudança na linguagem do Fed, que no mês passado observou que as condições econômicas ainda garante taxas de juro baixas por um período prolongado.
No encontro anterior, realizado em 4 de novembro, a autoridade monetária listou as "condições econômicas" que garantem a manutenção do juro próximo de zero: baixa utilização de recursos, tendência de inflação contida e expectativa de inflação estável. As informações são da Dow Jones.
Fonte: estadão

Fed anuncia hoje às 17h15 decisão sobre taxa de juro dos EUA

NOVA YORK - O Comitê Federal de Mercado Aberto do Federal Reserve (Fomc) encerra nesta quarta-feira seu encontro de política monetária de dois dias, devendo anunciar qualquer decisão sobre juro e o comunicado que o acompanha por volta das 17h15 (de Brasília).
VEJA TAMBÉM:
Veja vídeo com economista sobre aposta na manutenção dos juros nos EUA

Os analistas esperam que o banco central norte-americano Fed mantenha sua meta para a taxa dos Fed Funds entre zero e 0,25% - seu menor nível histórico. Os participantes do mercado também não esperam qualquer grande mudança na linguagem do Fed, que no mês passado observou que as condições econômicas ainda garante taxas de juro baixas por um período prolongado.
No encontro anterior, realizado em 4 de novembro, a autoridade monetária listou as "condições econômicas" que garantem a manutenção do juro próximo de zero: baixa utilização de recursos, tendência de inflação contida e expectativa de inflação estável. As informações são da Dow Jones.
Fonte: estadão

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Bolsas asiáticas fecham em queda; Hong Kong perde 1,2%

 
A maioria das bolsas da Ásia apresentou sinal negativo nesta terça-feira. A possibilidade de Pequim adotar medidas adicionais para reduzir os preços dos imóveis preocupou os investidores da região e fez desabar o setor imobiliário.
Foi o que ocorreu na Bolsa de Hong Kong, também prejudicada pelo mau resultado dos bancos. O Hang Seng caiu 271,83 pontos, ou 1,2%, e terminou aos 21.813,92 pontos.
Pelos mesmos fatores, as bolsas da China fecharam em queda. O Xangai Composto caiu 0,9% e encerrou aos 3.274,46 pontos. O Shenzhen Composto perdeu 0,3% e terminou aos 1.214,85 pontos.
A desvalorização do dólar nos principais mercados internacionais fez o yuan apresentar alta em relação à unidade dos EUA. No mercado de balcão, às 4h30 (horário de Brasília), a cotação de compra e venda do dólar era de 6,8275 yuans, abaixo do fechamento de segunda-feira, que foi de 6,8282 yuans.

A Bolsa de Taipé, em Taiwan, teve ligeira queda, após atingir ontem o maior fechamento em mais de 17 meses. O Taiwan Weighted baixou 0,2% e encerrou aos 7.807,62 pontos.

A Bolsa de Tóquio fechou com leve queda, uma vez que os investidores ficaram cautelosos ante a reunião de dois dias do Comitê de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA). Ao mesmo, tempo, estímulos de compra em setores específicos afetaram ações como as dos fabricantes de titânio, que subiram com a noticia de que o tão aguardado avião Dreamliner, da Boeing, pode fazer seu voo inaugural nesta terça-feira. O índice Nikkei 225 recuou 22,20 pontos, ou 0,2%, para 10.083,48 pontos.
Também em meio à cautela ante a reunião do Fed e à forte realização de lucros, a Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, fechou praticamente estável. O índice Kospi avançou apenas 0,06%, aos 1.665,85 pontos.
Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney fechou em alta de 0,4%, aos 4.673,5 pontos.
Nas Filipinas, o índice PSEi da Bolsa de Manila avançou 0,1%, para 3.046,57 pontos.

Fonte: Último segundo

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Dólar fraco inverteu a tendência

As bolsas de valores dos Estados Unidos encerraram em alta, revertendo perdas anteriores, uma vez que a fraqueza do dólar alimentou o apetite por ativos considerados de maior risco, amparando um avanço de última hora nas ações de companhias ligadas aos setores financeiro, tecnológico e de matérias-primas.
As ações voltaram a subir após dois dias
seguidos de queda devido às preocupações com a dívida externa e a uma alta do dólar, com investidores buscando segurança.
O índice Dow Jones avançou 0,50%, para 10.337 pontos. O Nasdaq subiu 0,49%, para 2.183 pontos. O índice Standard & Poor´s 500 teve valorização de 0,37%, para 1.095 pontos.
O índice global do dólar, cujo movimento tem sido inversamente proporcional ao das ações desde que o índice S & P 500 atingiu o fundo do poço no início de março, recuou 0,4%.

No índice Nasdaq, as ações da Apple fecharam em alta de 4,2%, aos 197,80 dólares, após a Oppenheimer ter divulgado relatório em que afirmou que a fabricante dos populares iPod, iPhone e Mac está se preparando para lançar um tablet, computador semelhante a uma prancheta com tela, no fim de março ou em abril.
As bolsas europeias fecharam no menor nível em mais de uma semana, pressionadas pelo mau desempenho de ações do setor financeiro, uma vez que a confiança do mercado se deteriorou depois que a Standard and Poor ? s previu uma perspectiva negativa para a Espanha.
O índice FTSEurofirst 300 recuou 0,98%, a 994 pontos, menor patamar de encerramento desde 30 de novembro. O indicador ainda acumula alta de 20% neste ano e soma avanço de 54% desde que atingiu a mínima recorde no início de março.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 0,37%, a 5.203 pontos. O DAX, de Frankfurt, caiu 0,72% (5.647 pontos). Em Paris, o CAC-40 perdeu 0,74%, (3.757 pontos). Houve retração de 0,75% em Milão, de 2,27% em Madri e de 2,09% em Lisboa.
Fonte: Valor

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Reação dos EUA segue em 2010, diz Fed

A economia dos EUA deve continuar se recuperando no próximo ano, mas um mercado de trabalho fraco e o crédito apertado devem deixar o crescimento num ritmo moderado, disse Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Quando a recuperação for suficientemente forte, disse, o Fed estará pronto para desativar as medidas de estímulo extraordinários à economia, para evitar inflação.
PUBLICIDADE
"Embora tenhamos começado a ver alguma melhora na atividade econômica, ainda temos alguma distância a percorrer antes que possamos assegurar que a recuperação será autossustentada", disse em discurso no Clube Econômico de Washington.
"As previsões econômicas estão sujeitas a grande incerteza, mas creio neste ponto que continuaremos a ver um modesto crescimento econômico no próximo ano - suficiente para trazer a taxa de desemprego para baixo, mas num ritmo mais lento do que gostaríamos."

A taxa de desemprego no país caiu inesperadamente para 10% em novembro, enquanto as perdas de vagas recuaram ao menor nível desde que a recessão começou em dezembro de 2007, segundo os dados divulgados na sexta-feira. Foi um dos mais fortes sinais nas últimas semanas de que a economia dos EUA está saindo da pior recessão em décadas.
Os mercados financeiro viram os dados do emprego de sexta-feira como um possível estímulo para que o Fed eleve os juros num futuro próximo e estavam aguardando por sinais de Bernanke em seu discurso.
No início da semana passada, 20% dos contratos de mercado futuro consideraram que as taxas dos Fed Funds subiriam para 0,5% até a reunião do Fed de junho de 2010. No fechamento de sexta-feira, foram quase 70% dos contratos futuros.
No entanto, Bernanke foi cauteloso, indicando que o mercado de trabalho continua fraco, apesar da melhora. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Yahoo