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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Feriado nos EUA impõe ritmo lento para o exterior

LONDRES - O feriado nos Estados Unidos impõe um ritmo lento para o início desta semana, com liquidez restrita nos mercados internacionais. A pausa servirá para preparar os investidores para a bateria de balanços norte-americanos que agita os próximos dias. Outro dado crucial para as estratégias de negócios é o aguardado PIB da China no quarto trimestre, a ser conhecido de quarta para quinta-feira.

O dia de homenagem a Martin Luther King deixa os principais ativos internacionais com movimentos amenos nesta segunda-feira. As bolsas europeias apenas tocam o território positivo, enquanto o euro e o petróleo recuam levemente.

Depois da correção vista pelo mercado internacional de ações na semana passada, que levou junto a Bovespa, os próximos dados serão importantes para mensurar o apetite dos investidores pelo risco, em meio a preços reconhecidamente esticados.

A reação ao balanço do JPMorgan, na sexta-feira, não caiu bem. Embora o lucro de US$ 0,74 por ação tenha superado as estimativas (de US$ 0,62), os investidores se apegaram à decepção com as receitas de US$ 25,23 bilhões, abaixo da previsão de US$ 27 bilhões.

Nos próximos dias, a temporada ganha velocidade. Amanhã, saem os números de Citigroup e IBM. Na quarta, é a vez de Wells Fargo, Morgan Stanley, Bank of America e eBay. Na quinta, saem Goldman Sachs e Google. General Electric fecha a semana.

Outro importante condutor nos negócios mundo afora é o PIB da China. A expectativa recai sobre crescimento de dois dígitos, em meio aos temores com a inflação e a presença de uma bolha especulativa no país. O governo já começou a agir e apertar a política monetária, assunto que gera nervosismo entre os investidores. Os analistas, entretanto, contam com um ajuste suave da estratégia chinesa, sem movimentos bruscos por parte do governo.

De qualquer forma, o cenário mostra que os países emergentes terão de agir mais rápido do que os desenvolvidos e elevar os juros primeiro, já que estão em estágio mais avançado de recuperação, como avalia o economista-chefe do HSBC, Stephen King.

Na Europa, o ponto de aflição continua sendo a Grécia. As dificuldades fiscais do país devem ser alvo de discussão no encontro dos ministros de Finanças da União Europeia, que acontece hoje e amanhã em Bruxelas.

Oficialmente, o novo plano para derrubar o déficit apresentado pelo governo grego deve passar pela aprovação do bloco até o próximo mês. Mas os comentários que surgirem já da reunião desta semana serão acompanhados de perto.

O economista-chefe para a Europa do Goldman Sachs, Erik Nielsen, esteve em Atenas na semana passada e voltou para Londres com a impressão de que o governo está disposto a fazer a coisa certa. "Mas, ao mesmo tempo, é preciso admitir que o atual governo herdou uma situação muito difícil", escreve, em análise a clientes. Um dos pontos mais complicados, avalia, é a arrecadação equivalente a apenas 20% do PIB, o que dificulta qualquer agenda de reforma.

Às 7h30, as bolsas de Londres (+0,45%), Paris (+0,36%) e Frankfurt (+0,38%) operavam com sinal positivo, mas perto da estabilidade.

Já o euro (-0,06%, a US$ 1,4370) e o petróleo (-0,15%, a US$ 77,88) tinham ligeiras perdas. Na comparação com o iene, o dólar era cotado a 90,92 unidades, com ganho de 0,11%, no mesmo horário (acima).

Constâncio joga hoje futuro no BCE

 

Ministros das Finanças da UE vão tentar chegar a acordo sobre o nome do próximo vice-governador do Banco Central.

O futuro do governador do Banco de Portugal joga-se hoje em Bruxelas, onde os ministros das Finanças da Zona Euro vão tentar chegar a acordo sobre o nome do novo vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE). Vítor Constâncio é um dos candidatos mais fortes ao lugar.

"Bem colocado" para substituir o grego Lucas Papademos, segundo fontes europeias, Constâncio conta, para já, com o apoio da Espa- nha, que assume a presidência da União Europeia desde o início deste ano. Isso mesmo foi já confirmado por uma fonte diplomática espanhola. Mas esse apoio não garante, por si só, a sua nomeação para o cargo.

Concorrendo com o governador do Banco Central do Luxemburgo Yves Mersh - outro dos nomes mais bem colocados para o lugar -, não vai ser fácil conseguir a "maioria qualificada" necessária para assegurar a escolha do governador português, admitem fontes europeias.

O terceiro nome na corrida é o responsável pela supervisão do sector financeiro belga, Peter Praet. No caso de os ministros das Finanças falharem um acordo claro sobre o nome a eleger até hoje ao fim do dia, a decisão poderá ser adiada para 15 de Fevereiro, data em que os ministros se voltam a encontrar em Bruxelas.

Aquele que conseguir a proeza de ser o candidato consensual dos responsáveis pelas Finanças da União Europeia será formalmente nomeado pelos chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados membros numa reunião marcada para 25 e 26 de Março.

A saída de Vítor Constâncio do Banco de Portugal acontece numa altura em que o papel regulador e fiscalizador daquela instituição foi posto em causa na sequência de vários escândalos da banca nacional, que envolveram operações suspeitas em bancos como o BCP, BPP e BPN.

Hoje, o Ecofin pode- rá decidir também o próximo presidente do Eurogrupo, que deverá ser o primeiro-ministro do Luxemburgo.

Fonte: Sapo.pt

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Forex Club

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

BCE empresta 96,9 mil milhões de euros a 224 bancos

Já são conhecidos os resultados do último leilão a 12 meses, e a baixo custo, realizado pelo Banco Central Europeu (BCE). A autoridade monetária da Zona Euro vai emprestar 96,9 mil milhões de euros a um total de 224 instituições bancárias.
Este foi o último leilão do BCE a 12 meses e com juros baixos. Apesar de ainda não se saber exactamente qual será o preço a pagar pelos bancos nesta operação será certo que ronda os 1%. Isto porque os juros cobrados nesta operação são a média mínima das taxas de juros.
Ou seja, é uma média dos juros cobrados pelo BCE, e como as estimativas apontam para que a autoridade monetária só comece a subir juros na segunda metade de 2010 e de uma forma moderada, as expectativas é que as taxa de juro paga pela banca nesta operação seja baixa.

De acordo com a Bloomberg recorreram a esta operação 224 bancos, tendo sido pedido 96,9 mil milhões de euros, um valor superior aos 75 mil milhões de euros estimados pelos economistas consultados por aquela agência noticiosa.
Este foi o primeiro, e único, leilão a 12 meses a ter uma taxa de juro indexada. Os anteriores financiamentos realizados desta forma contaram com um juro de 1%. No último leilão do género, o BCE cedeu 75,2 mil milhões de euros aos bancos, depois de em Junho ter “injectado” mais de 442 mil milhões no sistema financeiro.
Fonte: jornal de negocios

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

President do BCE quer legislação mais eficiente para lidar com bancos em dificuldade

 
Paris, 07 Dez (Lusa) - O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, instou hoje os governantes a trabalhar numa melhor legislação para acompanhar os bancos em dificuldades quando procuram evitar a repetição da recente crise financeira.
"É necessário encontrar medidas de reestruturação mais eficientes para os bancos em dificuldade", disse Trichet num discurso em Paris.
Trichet identificou a moldura legal da união Europeia como um potencial obstáculo a uma reestruturação eficiente dos bancos porque requer que os accionistas se reúnam para decidir medidas como os aumentos de capital ou as fusões.
Fonte: Visão

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O que é SWIFT e IBAN?

Muitos perguntam, que devem colocar no GCN, SWIFT ou IBAN. Para o Brasil pedimos SWIFT, mas, vejamos a definição deles:
SWIFT: é a identificação internacional da região nacional do seu banco, ou seja, O banco do brasil por exemplo tem um swift para cada região do país. No RJ tem um swift, em SP tem outro swift, etc.
Isso você tem que perguntar na sua agência.
IBAN: O código IBAN (International Bank Account Number) que contém o número do banco, agência e conta (ambos com dígito) num formato de 18 dígitos: BBBAAAACCCCCCCCCCC onde B é o número do banco, A é o número da agência (4 números e mais o dígito) e C é a conta corrente, com o dígito no final (já incluso no total de 18 dígitos do IBAN completo) com zeros à esquerda pra preencher.
Exemplo:
Se seu banco é o 123, agência 1234-5, conta 123456-7, o seu IBAN seria: 123123450001234567