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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Dificuldade fiscal torna aperto monetário na Zona Euro a mais distante

 

As dificuldades fiscais de países da zona do euro tornam mais distantes as perspectivas de alta dos juros na região, mantidos hoje em 1%. Analistas acreditam que o processo de redução da dívida pública em nações como Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha, os chamados Piigs, limitarão a criação de empregos e o crescimento econômico do bloco.

A avaliação não saiu da boca do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet – e nem poderia, como notam especialistas -, mas a preocupação com o aumento da dívida pública é crescente entre os investidores na Europa.
Em meio à recuperação ainda frágil, analistas acreditam que o BCE só teria condições de começar a elevar os juros a partir de setembro, na melhor das hipóteses.
Conforme Luigi Speranza, do BNP Paribas, a percepção de que o banco central responderia ao relaxamento fiscal com uma política monetária mais frouxa poderia prejudicar sua credibilidade e enfraquecer a estrutura da zona do euro no longo prazo. “Mas o BCE não pode ignorar os riscos de uma contaminação e as possíveis consequências para o sistema financeiro.”
Na coletiva de hoje, Trichet disse que o plano de redução do déficit da Grécia “está na direção certa” e chamou os países a cumprirem o Pacto de Estabilidade e Crescimento, pelo qual o déficit não pode ultrapassar 3% do PIB. “Quando você divide uma moeda com os outros, a contrapartida é que você precisa se comportar adequadamente”, afirmou Trichet.
Por outro lado, o presidente do BCE relativizou o tamanho do rombo na zona do euro, atualmente em 6% do PIB, ao afirmar que outros países desenvolvidos estão em situação pior, como os Estados Unidos e o Japão, com déficits acima de 10%.
Esse ponto provocou a discordância dos analistas. Elwin de Groot, do Rabobank, diz que o pacto do bloco não tem sido bem-sucedido, caso contrário alguns países não estariam na complicada situação atual. Além disso, esse raciocínio poderia subestimar o impacto do efeito de contágio na região. “A zona do euro é um sistema altamente interconectado e alguns de seus membros são grandes demais para falir.”
O economista-chefe do UniCredit, Marco Annunziata, avalia que os investidores continuarão olhando para os desequilíbrios específicos da Grécia, e não para a situação da zona do euro de forma consolidada. “A zona do euro permitiu que os membros construíssem combinações insustentáveis de dívida pública e privada a um baixo custo de financiamento de forma irreal.”
Para Speranza, do BNP Paribas, o custo do ajuste orçamentário que começa a ser feito na região, referente a crescimento e emprego, será maior do que o estimado. Portanto, o aperto monetário no bloco virá pelo canal fiscal.
Diversos analistas notaram que o tom do BCE sobre a situação econômica da zona do euro praticamente não mudou neste mês. De modo geral, a autoridade monetária avalia que o crescimento deve seguir em ritmo moderado e desigual nos países, refletindo o aumento do desemprego e o baixo nível de investimentos. Portanto, a perspectiva para a inflação é confortável.
A principal expectativa se volta agora para a reunião de março, quando o BCE trará avaliações sobre a estratégia de saída das medidas emergenciais usadas no combate à crise. O primeiro passo já foi dado em dezembro do ano passado, liderando o processo mundial, ainda que com ajustes leves.
O Banco da Inglaterra, que também se reuniu hoje, decidiu não ampliar o programa de compra de títulos, que já contabiliza 200 bilhões de libras. No entanto, deixou aberta a possibilidade de retomar a estratégia, caso seja necessário. Os juros foram mantidos em 0,5%.
O desafio do BOE é equilibrar uma retomada lenta, já que o país escapou por um triz da recessão, e a alta da inflação. “Mas, de forma geral, o BC ainda acredita que a inflação recuará para abaixo da meta em razão do excesso de capacidade de produção”, avalia Karen Ward, do HSBC.

Fonte: Estadão

Crise europeia também derruba bolsas na Ásia

 

TÓQUIO - A preocupação com a fragilidade fiscal de países como Portugal, Grécia e Espanha, que derrubou os mercados norte-americanos e europeus, também fez as bolsas asiáticas terminarem a semana com forte queda. Nesta sexta-feira, o setor refletiu os temores de uma nova crise global.

Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível desde 2 de setembro, com perda de 3,3% e total de 19.665,08 pontos.

As renovadas preocupações sobre o ritmo de recuperação da economia global afetaram o desempenho das Bolsas da China. O índice Xangai Composto baixou 1,9% e encerrou aos 2.939,40 pontos. Já o índice Shenzhen Composto perdeu 2% e terminou aos 1.097,11 pontos.

O yuan apresentou ligeira desvalorização em relação ao dólar, após os fortes ganhos da moeda norte-americana sobre o euro nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8271 yuans, de 6,8266 yuans do fechamento de quinta-feira.

Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou o pior resultado em cinco meses. Com aumento no volume de negociações, o índice Taiwan Weighted caiu 4,3% e encerrou aos 7.217,83 pontos, o menor fechamento desde 4 de setembro.

Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve a maior queda porcentual e em pontos desde o final de novembro, quando os problemas com a dívida de Dubai chocaram os mercados mundiais. O índice perdeu 3% e fechou aos 1.567,12 pontos, a menor pontuação desde 30 de novembro.

Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney mergulhou para uma mínima de cinco meses e fechou em queda de 2,3%, encerrando aos 4.514,1 pontos.

O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, registrou baixa de 2% e fechou aos 2.855,64 pontos.

A Bolsa de Cingapura deslizou com a queda em Wall Street e preocupações com uma crise econômica em alguns países europeus. O índice Straits Times Index cedeu 2,2% e fechou aos 2.683,56 pontos.

O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, tombou 2,9% e fechou aos 2,518,97 pontos, com vendas de fundos estrangeiros em meio ao fraco sentimento no resto da região.

O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou1,6% e fechou aos 691,41 pontos, seguindo as baixas nas demais bolsas da Ásia somadas à instabilidade política local.

Na Malásia, o índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur recuou 1,4% e fechou aos 1.247,90 pontos, maior baixa em três meses, com preocupações sobre a recuperação da economia global.

As informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 27/01/2010

USD/CHF: em zona de ruptura

 

O dólar está neste momento às portas de 1.05 francos suíços por dólar, nível chave para as aspirações do dólar.

Se superar este nível, o par não só vai quebrar a MM de 200 dias no gráfico diário, como também vai quebrar o último máximo menor, antes de procurar o fibo 38.2, traçado desde o máximo até ao mínimo de 2009, a 1.07.

Em baixa, é uma zona clara de descida, que irá voltar a enviar o par à procura da paridade. No gráfico de uma hora, perder 1.047 poderá levar o preço novamente a 1.0435. Se a viragem for muito brusca, não seria de estranhar um deslize até 1.0395/76.

Fonte: ibitimes

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Aperto monetário e remessas fazem dólar subir

SÃO PAULO - A incerteza em relação às políticas monetárias de Estados Unidos, Europa e China e as remessas de moeda dos países emergentes para seus países de origem vêm fazendo com que o dólar comercial seja pressionado no Brasil e no mundo. Ontem, a moeda norte-americana encerrou o dia com alta de 0,28%, a R$ 1,82. Esta é a maior cotação deste o dia 11 de setembro do ano passado.

Em uma semana, o dólar comercial apresentou valorização de 3%, saindo de R$ 1,767 no dia 18 de janeiro, para o encerramento de ontem. Porém, nos últimos 12 meses, a moeda registra uma retração de 21,21%, quando era negociada a R$ 2,31 na venda.

"O que vem ocorrendo é uma correção dos mercados. É uma perspectiva de uma política monetária mais apertada na China que, na semana passada gerou uma realocação de recursos nos ativos, com a saída dos mercados emergentes e a volta para os mercados de origem", explica Julio Hegedus, economista-chefe do Lopes Filho e Associados.

Além da China, os Estados Unidos também devem passar por um arrocho monetário em breve. Na última reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central do EUA), a decisão de manter os juros flutuando entre 0% e 0,25% ao ano já não foi unânime.

Na Europa, por sua vez, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, também afirmou que a decisão da autoridade monetária em manter o juro em 1% ao ano só ocorreu em virtude da situação econômica da Grécia, dando a entender que a taxa deve subir em breve.

A remessa feita por multinacionais e grandes investidores faz o dólar ficar escasso não só no mercado brasileiro, pressionando sua precificação para cima.

O especialista lembra ainda que, no Brasil, é ano de eleições e isso traz muita volatilidade para o mercado de câmbio. "Os indicadores são favoráveis, não teria grande realocação de recursos por conta dos números divulgados", afirma Hegedus.

Para a semana, a incerteza é muito grande e Hegedus projeta que a agenda pode trazer uma volatilidade ainda maior para a moeda norte-americana. "Aqui no Brasil teremos reunião do Copom [Comitê de Política Monetária do Banco Central] na quarta-feira", acrescenta Hegedus.

Na agenda internacional, teremos hoje a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido referente ao quarto trimestre de 2009. Na quarta-feira será realizada uma reunião do Fed. Na quinta-feira será divulgado o dado sobre os produtos Bens Duráveis nos EUA e, por fim, na sexta-feira será divulgado os dados do PIB dos EUA referentes ao quarto trimestre do ano passado.

"Tudo vai depender dos indicadores que serão divulgados nesta semana. A reunião do Fed será muito importante e deve ser acompanhada com muita atenção. A maior preocupação é com os números sobre o trabalho nos EUA", destaca o economista.

No longo prazo, Hegedus diz que o dólar comercial está estipulado em R$ 1,75. "Já estamos passando deste patamar, mas é claro que no final do ano pode ocorrer uma acomodação", afirma ele.

No mercado futuro da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa), é possível ver a elevação da moeda norte-americana para o ano. Vale destacar que as cotações ali presentes não representam o desempenho da moeda no ano, pois os contratos são utilizados, principalmente, por exportadores para tentar garantir o preço da mercadoria.

Os contratos com vencimento para fevereiro deste ano mostram o dólar comercial a R$ 1,826. Já os contratos para julho de 2010, encerraram a sexta-feira com valor de R$ 1,839. Por fim, os contratos negociados para dezembro deste ano finalizaram a R$ 1,958.

"Isso reflete o momento, as incertezas que estamos passando, mas não significa que o dólar vai fechar neste preço. Se confirmar este patamar novo, acima de R$ 1,80, teremos que revisar. O preço de R$ 1,80 seria o teto", finaliza o economista-chefe.

Na BM&F, o dólar pronto finalizou a segunda-feira a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30 (hora de encerramento do mercado de câmbio), a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

O clima no exterior foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Fed seja apoiada. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana. A Grécia captou 8 bilhões de euros com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo planejava levantar entre 3 bilhões de euros e 5 bilhões de euros, mas elevou o volume da oferta em meio à demanda, que atingiu 25 bilhões de euros.

Fonte: DCI

Trichet avisa: BCE não aceitará repetição do caso grego

 

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, garante que a instituição não aceitará jamais um caso como o grego, em que os números do orçamento não reflectem a realidade.

Questionado sobre a possibilidade de outros países acederem ao euro falseando os dados relativos à sua situação orçamental, Trichet foi peremptório: «Deixe-me ser muito claro em relação a isto: nunca mais aceitaremos números orçamentais que não reflictam os factos. Uma auditoria apropriada deve ser sempre possível. Já no mês que vem a Comissão Europeia apresentará propostas que melhorará significativamente a situação», afirmou numa entrevista à publicação semanal alemã «Focus».

Embora não tenha afastado ajudar a Grécia, o presidente do BCE também não pareceu muito entusiasmado com a ideia. Anda assim, Trichet pareceu convencido de que a Grécia conseguirá atingir o seu objectivo, de respeitar as regras orçamentais da Zona Euro até 2012.

Apesar de ter sublinhado que a Grécia não cumpriu as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), a que todos os países do euro estão obrigados, Trichet voltou a considerar «absurda» a hipótese de a Grécia abandonar a moeda única.

Recorde-se que o défice da Grécia alcançou os 13% do Produto Interno Bruto (PIB), quando o PEC prevê que o mesmo deve situar-se abaixo dos 3%.

Euribor a 3 meses desliza há 16 sessões

 

As taxas Euribor voltaram hoje a cair em todos os prazos e renovaram mínimos históricos nas maturidades a seis e três meses.

A Euribor a seis meses, a mais utilizada no cálculo dos juros do crédito à habitação, deslizou hoje para 0,964%, enquanto no prazo a três meses, a referência para os empréstimos às empresas, cedeu para 0,667%. Já a taxa a 12 meses recuou para 1,22%.

Esta tendência de queda das taxas Euribor contraria as previsões dos peritos que aguardavam por uma subida dos indexantes no início do ano, e uma aproximação da taxa a três meses à taxa de referência do BCE, que está actualmente em 1%, o nível mais baixo de sempre.

Os responsáveis de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) decidiram, na última reunião de 14 de Janeiro, não mexer no preço do dinheiro na zona euro pelo oitavo mês consecutivo. As taxas Euribor costumam seguir os juros na zona euro.

Dólar fecha com avanço de 0,33%

 

O dia de ontem foi de negócios esvaziados no câmbio doméstico, em razão do feriado em comemoração aos 456 anos da cidade de São Paulo. No balcão, o dólar à vista encerrou a R$ 1,821, em alta de 0,33%. Na mínima, atingiu R$ 1,814 e na máxima, R$ 1,825. Na BM&F, o dólar pronto fechou a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30, a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões em D+2. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.

Com o centro financeiro do País fechado, as operações se restringiram às demais praças, que tentaram buscar no cenário externo alguma bússola para a definição das cotações. O clima no exterior, em geral, foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Federal Reserve seja apoiada pelos senadores norte-americanos. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana.

A Grécia captou 8 bilhões com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento para o investidor) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo grego planejava levantar entre 3 bilhões e 5 bilhões, mas elevou o volume da oferta em meio à forte demanda, que atingiu 25 bilhões, segundo o Ministério das Finanças da Grécia.

Lá fora, perto das 17h, o dólar mostrava leve queda ante o euro. A moeda europeia subia a US$ 1,4148 (+0,11%). Entretanto, o dólar avançava ante o iene, cotada a 90,25, ante 89,96 ienes no fechamento anterior. Hoje, o banco central do Japão anuncia sua decisão de política monetária. A expectativa é de manutenção da taxa básica de juro em 0,1%, e os analistas estarão atentos aos comentários do presidente da instituição, Masaaki Shirakawa, a respeito dos riscos da apreciação do iene e da deflação.

No Brasil, o noticiário trouxe o resultado da balança comercial da terceira semana de janeiro (18 a 24) e a pesquisa Focus. Segundo dados revelados ontem pelo BC, o saldo comercial do período ficou positivo em US$ 71 milhões. As exportações somaram US$ 3,105 bilhões e as importações, US$ 3,034 bilhões. No mês de janeiro, a balança comercial ainda é deficitária em US$ 896 milhões. Na pesquisa Focus, foi mantida em R$ 1,75 a estimativa para a taxa de câmbio em 2010. Também não houve alteração da perspectiva para a cotação ao final de 2011, em R$ 1,83.

Fonte: Jornal do Commercio

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 25/01/2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Segunda volta no BCE

 

A candidatura de Vítor Constâncio à vice-presidência do Banco Central Europeu não passou à primeira em virtude de uma "complicação jurídica" relacionada com o método da votação. O presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, adiou para Fevereiro a escolha do substituto de Lucas Papademos, numa decisão que o ministro português das Finanças classificou de "estranha".
Esta situação foi "para mim surpreendente", e "acho muito estranho que uma pessoa tão experiente como o senhor presidente do Eurogrupo tenha de facto invocado a necessidade de um parecer jurídico que podia ter sido obtido previamente à reunião de ontem", disse o ministro Teixeira dos Santos em Bruxelas.

O ministro das Finanças reiterou o apoio de Lisboa ao candidato português: "O dr. Vítor Constâncio conta com o apoio claro na sua candidatura, e em Fevereiro cá estaremos para proceder a essa votação", assegurou Teixeira dos Santos.

Vítor Constâncio concorre contra o governador do Banco Central do Luxemburgo, Yves Mersch, que também faz parte do conselho do BCE, e contra o director do Banco Central da Bélgica, Peter Praet, que foi economista do Fundo Monetário Internacional (FMI) entre 1978 e 1980 e que trabalhou ainda no Fortis e no Banco Générale.

PORMENORES

NOMEAÇÃO

O candidato escolhido pelos ministros dos 27 será formalmente nomeado como vice-presidente do BCE numa reunião que terá lugar a 25 e 26de Fevereiro.

REUNIÕES

O Conselho do BCE reú-ne-se normalmente duas vezes por mês, na Eurotower, em Frankfurt, na Alemanha.

COMPOSIÇÃO

O principal órgão de decisão do BCE (o Conselho) é composto por seis membros da comissão executiva e 16 governadores dos bancos centrais da área do Euro.

Fonte: Correio da Manhã

Euro cai para US$ 1,4284 em Frankfurt

Frankfurt (Alemanha), 19 jan (EFE).- O euro fechou em baixa hoje no mercado de divisas de Frankfurt, negociado a US$ 1,4284, frente à cotação de US$ 1,4388 de segunda-feira.

Por sua vez, o Banco Central Europeu (BCE) fixou o câmbio oficial do euro em US$ 1,4279. EFE

Fonte: G1

Dólar opera em alta de 0,73%, a R$ 1,785

SÃO PAULO - O dólar comercial opera em alta na abertura dos negócios nesta quarta-feira. Há pouco, a moeda estava cotada a R$ 1,783 na compra e a R$ 1,785 na venda, valorização de 0,73%.

No mercado futuro, os contratos de fevereiro negociados na BM & F registravam ganhos de 0,84%, a R$ 1,789.

Na terça-feira, o dólar comercial subiu 0,28%, a R$ 1,770 na compra e R$ 1,772 na venda.

Fonte: G1

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Constâncio joga hoje futuro no BCE

 

Ministros das Finanças da UE vão tentar chegar a acordo sobre o nome do próximo vice-governador do Banco Central.

O futuro do governador do Banco de Portugal joga-se hoje em Bruxelas, onde os ministros das Finanças da Zona Euro vão tentar chegar a acordo sobre o nome do novo vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE). Vítor Constâncio é um dos candidatos mais fortes ao lugar.

"Bem colocado" para substituir o grego Lucas Papademos, segundo fontes europeias, Constâncio conta, para já, com o apoio da Espa- nha, que assume a presidência da União Europeia desde o início deste ano. Isso mesmo foi já confirmado por uma fonte diplomática espanhola. Mas esse apoio não garante, por si só, a sua nomeação para o cargo.

Concorrendo com o governador do Banco Central do Luxemburgo Yves Mersh - outro dos nomes mais bem colocados para o lugar -, não vai ser fácil conseguir a "maioria qualificada" necessária para assegurar a escolha do governador português, admitem fontes europeias.

O terceiro nome na corrida é o responsável pela supervisão do sector financeiro belga, Peter Praet. No caso de os ministros das Finanças falharem um acordo claro sobre o nome a eleger até hoje ao fim do dia, a decisão poderá ser adiada para 15 de Fevereiro, data em que os ministros se voltam a encontrar em Bruxelas.

Aquele que conseguir a proeza de ser o candidato consensual dos responsáveis pelas Finanças da União Europeia será formalmente nomeado pelos chefes de Estado e de Governo dos 27 Estados membros numa reunião marcada para 25 e 26 de Março.

A saída de Vítor Constâncio do Banco de Portugal acontece numa altura em que o papel regulador e fiscalizador daquela instituição foi posto em causa na sequência de vários escândalos da banca nacional, que envolveram operações suspeitas em bancos como o BCP, BPP e BPN.

Hoje, o Ecofin pode- rá decidir também o próximo presidente do Eurogrupo, que deverá ser o primeiro-ministro do Luxemburgo.

Fonte: Sapo.pt

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Forex Club

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 08/01/2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

ForexClub TV Web em Português - Dia 07/01/2010

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Como fazer para retirar o dinheiro?

Você pode solicitar qualquer valor para a retirada de dinheiro. O procedimento é o seguinte: dentro do Gabinete Pessoal, você encontrará o tópico “Retirar Dinheiro”, onde você poderá colocar o valor da retirada desejada e preencher os dados da sua conta bancária para qual a transferência deverá ser feita. A sua solicitação chegará ao nosso setor financeiro, que lhe enviará um email no prazo de um dia confirmando a transferência. Cobramos 10 dólares para cada solicitação de retirada de fundos, independentemente do valor solicitado.Quando o dinheiro estiver no banco, você imprimirá e levará o documento presente em nosso site (anexo 3) ao banco para que eles liberem para a sua conta. Isso acontece por se tratar de uma transferência internacional. Em hipótese nenhuma fazemos transferência de dinheiro para contas de terceiros. Para mais detalhes, segue o link: http://fxclub-brasil.com/retirar-depositar/.

Qual a diferença entre conta de treinamento e conta de negociação?

Através da conta de treinamento, você pode simular negociações e ganhar prática no mercado. Através da conta de negociação, você pode fazer negociações reais com o dinheiro do seu depósito.

Como posso depositar dinheiro?

Para depositar, você pode escolher duas formas de pagamento: por cartão de crédito internacional ou transferência bancária. Salientamos que com cartão de crédito o pagamento é mais rápido e simples e você pode fazer isso dentro do Gabinete Pessoal. Para transferência bancária, você deve fazer através da “Ordem de Pagamento” que disponibilizamos em nosso site. Leia, preencha corretamente, assine e leve-a ao banco onde possui conta. Nesse documento, há todas as informações bancárias necessárias para a transferência. A transferência será feita e dentro de alguns poucos dias úteis o dinheiro compensará na conta da nossa empresa.

Ao lado da “Ordem de Pagamento” há a instrução de como preenchê-la corretamente.
Para mais detalhes sobre o depósito, segue o link http://www.fxclub-brasil.com/retirar-depositar/ . De qualquer forma, para depositar você precisa antes abrir uma conta de negociação no seguinte link: https://secure.fxclub.org/fx?plugin=create_client&lang=por .

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Como fazer a retirada de dinheiro!

Você pode solicitar qualquer valor para a retirada de dinheiro. O procedimento é o seguinte: no gerenciamento da conta de negociação (GCN) você encontrará o tópico retirada de fundos, onde você poderá colocar o valor da retirada desejada e preencher os dados da sua conta bancária para qual a transferência deverá ser feita. A sua solicitação chegará ao nosso setor financeiro, o qual lhe enviará um email no prazo de um dia confirmando a transferência. Cobramos 10 dólares para cada solicitação de retirada de fundos, independentemente do valor solicitado.
Quando o dinheiro estiver no banco, você imprimirá e levará o documento (anexo 3) ao banco para que eles liberem para a sua conta. Isso acontece por se tratar de uma transferência internacional. Em hipótese nenhuma fazemos transferência de dinheiro para contas de terceiros. Para mais detalhes, segue o link:http://forexclub.pt/retirar-depositar/.