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terça-feira, 23 de março de 2010

GBP/USD: libra perde 1.50

A libra tentou virar durante a semana passada mas sem êxito, deixando agora a possibilidade de procurar novos mínimos anuais. Neste momento, perde a barreira de 1.50, que poderá precipitar o par até ao chão de Março, a 1.4783.

Apesar disso, destaca-se pelo caminho uma zona de potencial subida a 1.4888/52. Uma nova semana de descida, quebrando o mínimo de Maio, 1.4754, irá deixar caminho livre até às portas de 1.45 dólares por libra. Acima, a zona comentada será fundamental para voltar a recuperar 1.50.

O alvo está posto na quebra dos máximos mensais, deixando um padrão de subida para a próxima semana. Não podemos esquecer 1.5258, ombro da figura de descida que formou a semana passada e, no gráfico de quatro horas, 1.5038, último máximo menor.

Fonte: Ibtimes.com.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

GBP/USD: figura de subida "Gartley"

A libra não conseguiu subir acima de 1.5729, o que está a fazer com que o dólar procure novos mínimos. No gráfico de uma hora, vemos como a MM de 200 dias está a empurrar o preço hoje, portanto é preciso tê-la em conta.
é preciso também sublinhar que perder o mínimo mensal vai fazer com que o par procure 1.527, fibo 50% traçado desde 1.3505 até 1.705. Pelo caminho, poderá encontrar suportes como 1.5, zona de ruptura de Maio de 2009.
Acima, a viragem que fez a 1.5614, coincide com o mínimo da figura Gartley, está a traçar uma nova tentativa de subida, com o primeiro alvo na MM comentada. Uma vez superada, 1.5729 terá que ser quebrado, já que é a principal resistência dos últimos cinco dias.
Hoje não se espera um forte movimento do mercado, mas recuperar 1.5813 seria muito significativo, já que foi o principal suporte de 2009.
Fonte: IBTimes

USD/JPY: aguentando 90

O dólar consegue manter-se acima dos 90 ienes por dólar. Consolidar o nível a 90.25 será fundamental, já que coincide com o fibo 61.8 do movimento mensal. Isto é, quebrá-lo deixará muitas possibilidades de voltar à origem do movimento, a 91.29.
Neste caso, é preciso destacar 90.602 e 90.857 como principais barreiras, antes de corrigir 100% do movimento. Abaixo, os operadores do iene vão tentar aguentar a zona para submergir novamente abaixo dos 90 ienes por dólar.
O suporte a bater será 89.891, nível consistente na sexta-feira. Se não aguentar, opar terá potencial para poder deslizar até 89.605, segundo suporte sólido de sexta-feira.
Para terminar, podemos observar no gráfico diário como o último máximo menor está a 90.87. Fechar uma vela diária acima do mesmo deixará um padrão de subida para os próximos dias.
Fonte: IBTimes

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

USD - Dólar Cai com o Aumento do Apetite ao Risco

O dólar caiu contra à maioria das moedas mais importantes durante o pregão de ontem, principalmente contra o euro e à libra, com o par EUR/USD atingindo uma alta semanal de 1,3838.

Dois motivos principais levaram à desvalorização do dólar hoje.

A primeira razão cabe à especulações de que a economia da Grécia será resgatada. Isto tem ajudado a corrigir algumas das recentes perdas do euro, e como resultado, enfraqueceu o dólar. Além disso, esse otimismo também impulsionou o apetite ao risco, levando os investidores à procura de activos de maior rendimento, como o euro e a libra.

A segunda razão, foi devido aos dados menores do que os esperados do relatório sobre o Otimismo Econômico. A pesquisa mostrou que os cidadãos americanos estão pessimistas sobre suas perspectivas financeiras pessoais e têm menos confiança na política econômica federal.

Hoje, muitas publicações econômicas interessantes serão lançadas pelos E.U.. Às 13:30 GMT, a Balança Comercial (Trade Balance) de dezembro será publicada, um relatório que mede a diferença de valor entre as mercadorias importadas e exportadas e de serviços durante o mês de Dezembro.

Os analistas prevêem que o déficit comercial americano tenha sido reduzido de 36.4B para 35.8B, durante dezembro. Se assim for, é possível haver um fortalecimento do dólar. Também hoje, às 15:00 GMT, o presidente da Reserva Federal, Ben Bernanke, irá depor perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, em Washington DC., devendo discutir os futuros planos monetários do país, e o mercado deverá reagir imediatamente ao seu discurso.

Fonte: IBTimes

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Resumo analítico para a semana de 1 a 5 de fevereiro

Depois de ter atingido suas maiores altas multimensais frente aos adversários europeus no final da semana passada, o dólar inverteu seu curso no início da semana corrente.
A razão principal da apreciação tão considerável do americano foi sem dúvida a preocupação relativa ao déficit orçamental grego. Pois a tensão se reduzia a medida que iam sendo divulgados os dados fundamentais tanto na Europa, como nos EUA, a tranqüilidade ficou cada vez mais acentuada. Mesmo a instabilidade pré-eleitoral na Grã-Bretanha, onde os Conservadores têm uma boa oportunidade de substituir os Laboristas (partido em poder), não obstaculizou o reforço das divisas européias.
Na quarta-feira, no contexto da aprovação do plano grego pela Comissão Européia, o o euro cotava a mais de 1,40, a libra oscilava perto de 1,6050. Portanto o otimismo dos investidores não se durou muito: o índice PMI para o setor dos serviços britânico revelou apenas 53,5 em vez de 56,5 esperados. Assim foi iniciada a desvalorização dos adversários do americano, onde a libra caiu para 1,59, o euro desceu abaixo de 1,39, o dólar/iene subiu quase 100 pontos até 91,00, o USD/CHF saltou do 1,0500 e registrou o máximo de dia 1,0599.
Convém mencionar que as posições do dólar australiano e do neozelandês também foram afetadas. As taxas de juros na Austrália contra todas as expectativas não foram elevadas e se mantiveram ao mesmo nível de 3,75%. Como resultado o AUD perdeu bruscamente 1 centavo, caindo para 0,8800. Na Nova Zelândia surgiram dificuldades no setor de emprego: a taxa de desemprego em vez de cair (como foi esperado) para 6,5%, cresceu até 7,3%. Assim, o NZD passou a custar menos de 70 centavos pela primeira vez desde o setembro do ano anterior.
No final da semana o dólar ficou ainda mais forte, uma vez que a queda das cotações nas bolsas asiáticas seguida pelo declínio nas praças da Europa e mais tarde dos EUA provocou a aversão quase completa por risco, causando as vendas maciças dos ativos de alta rentabilidade, inclusive as moedas com a taxa de juros relativamente alta. Como sempre serviram de refúgio seguro o dólar e o iene. Assim, quanto às notícias, as taxas de juros da zona européia e inglesa mantiveram-se inalteradas, enquanto a situação na zona Euro se tornou ainda mais grave: além das dificuldades gregas, os economistas da UE agora tem que “quebrar sua cabeça” sobre os problemas de Portugal. Pois o release otimista da inflação dos preços do produtor da Grã-Bretanha e da Massa Salarial Não Agrícola dos EUA já não mudaram nada: o americano continuava apreciando sem parar apesar dos dados econômicos mistos. Os preços do produtor na Inglaterra cresceram mais que o esperado, enquanto a taxa de desemprego americana subitamente diminuiu e marcou 9,7% em janeiro frente ao prognóstico de 10%.
Pois, no final da sessão o euro cotou a um pouco mais alto de 1,3700 (mínimo 1,3584), quase 2 centavos mais baixo do que na sexta passada. A libra esterlina caiu uns 350 pontos, descendo para 1,5600. O USD/CHF finalmente se fixou acima da figura de 1,07 e quase tocou 1,08. O dólar/iene após ter atingido o mínimo semanal de 88,53 (quinta-feira), terminou cotado a 89,37. Os pares cruzados de iene caíram uns 300-500 pontos.

Euro abre em baixa em Frankfurt

Frankfurt (Alemanha), 8 fev (EFE).- O euro abriu em baixa no mercado de divisas de Frankfurt, cotado a US$ 1,3640, frente ao US$ 1,3670 da sexta-feira à tarde.

O Banco Central Europeu (BCE) fixou na sexta-feira o câmbio oficial do euro em US$ 1,3691.
Fonte: G1

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

USD - Dólar é Comercializado Superiormente Frente ao Iene Sob Dados Econômicos Positivos

O dólar ampliou ganhos frente ao iene e reduziu perdas contra o euro, na segunda-feira depois que dados mostraram a atividade de negócios na indústria transformadora dos E.U. se tornando mais forte do que se esperava, em janeiro. O dólar tem sido liquidado recentemente, parcialmente devido ao crescente otimismo sobre as perspectivas para a economia americana. No encerramento do dia de ontem, o dólar caiu ligeiramente em relação ao euro, empurrando o par frequentemente negociado, para 1,3930. O USD também obteve alta, ganhando mais de 50 pontos contra o JPY, para fechar-se em 90,70. O setor de manufatura dos E.U. apresentou o melhor crescimento em mais de cinco anos, em janeiro. O Instituto de Administração de Fornecimento (Institute for Supply Management), apresentou seu índice de produção (Manufacturing Index), subindo para 58,4%, em janeiro, um resultado maior que o de dezembro, de 54,9%. Este foi o sexto aumento mensal consecutivo do índice de Aquisição de Gestores (PMI - Purchasing Manager´s Index), e a leitura mais elevada desde agosto de 2004, superando as expectativas dos analistas. A força no setor de fabricação dos E.U. está sendo acompanhada pela expansão do mesmo setor da China para a Europa. Outro relatório, hoje, apresentou os Gastos Pessoais (Personal Spending) subindo 0,2% em dezembro, um terceiro ganho consecutivo, mostrando que um aumento de empregos é necessário para ajudar as lidar com as despesas de consumo nos próximos meses. Hoje, o mais importante indicador econômico previsto para ser liberado pelos E.U., será o das Vendas Imobilíarias Pendentes (Pending Home Sales), às 15:00 GMT. Os comerciantes estarão muito atentos quanto a este anúncio, já que um resultado mais forte do que o esperado poderá impulsionar o dólar no curto prazo. Deve-se prestar especial atenção no mercado já que existe uma oportunidade para os comerciantes aproveitarem as flutuações que podem acompanhar este lançamento. Fonte: ibtimes

GBP/USD: libra sob pressão

O par conseguiu salvar 1.5936 depois de sofrer uma forte venda, que apontava a 1.5813. Hoje, será o nível abaixo do qual o par deverá fechar, para se poder ver uma tentativa de chegar a 1.5813, um nível tantas vezes mencionado. Para isso, terá que perder 1.5923, minimo intradiário, podendo deslizar até 1.5852, mínimo de ontem. Uma vez aí, o par estará muito perto do alvo a 1.5813, com possível paragem a 1.584. Em alta, recuperar 1.5967 poderá impulsionar o preço a recuperar o terreno perdido há alguns dias, com alvo no suporte a 1.61. Está traçado um fibo desde 1.6179 até 1.5852, onde se destacam as retracções que coincidem também com resistências significativas no gráfico de 15 minutos. Se superar a MM de 200 dias (15 minutos), junto ao fibo 38.2 e à resistência a 1.5975, o par poderá impulsionar-se até ao fibo 50 a 1.6015, junto a 1.6019. Fonte: Ibtimes

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

USD - Rumores Sobre Aumento das Taxas Impulsionam o Dólar

A Reserva Federal Americana deixou as taxas de juros inalteradas na sequência de sua reunião política, na quarta-feira, mas com um geral otimismo deixando a porta aberta para um aumento em breve. O dólar reagiu à notícia subindo para uma alta de cerca de 6 meses frente ao euro.

A dupla estava sendo negociada em baixos 1,3994 na quarta-feira, antes da recuperação, do nível atual de 1,4020.

Hoje, o dia de notícias forex será dominado por eventos ligados ao dólar. Os Pedidos Core de Bens Duráveis (Core Durable Goods Orders), com o mais recente relatório sobre as reivindicações de desemprego, bem como a votação do Senado para reconduzir Ben Bernanke como presidente da Reserva Federal, deverão criar pesada volatilidade no mercado.

Os analistas estão otimistas quanto às notícias de hoje para o dólar, com uma previsão de queda do desemprego e positivismo para os Pedidos Core de Bens Duráveis (Core Durable Goods Orders).

Os comerciantes poderão esperar que o dólar obtenha ainda mais ganhos se as notícias vierem a ser como previstas. Isso será crucial, especialmente para o euro, que ainda se recupera das preocupações sobre a dívida da Grécia.

Fonte:ibitimes