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Forex Club
quarta-feira, 10 de março de 2010
ForexClub TV Web em Português - Dia 10/03/2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Dólar opera em alta de 0,73%, a R$ 1,785
SÃO PAULO - O dólar comercial opera em alta na abertura dos negócios nesta quarta-feira. Há pouco, a moeda estava cotada a R$ 1,783 na compra e a R$ 1,785 na venda, valorização de 0,73%.
No mercado futuro, os contratos de fevereiro negociados na BM & F registravam ganhos de 0,84%, a R$ 1,789.
Na terça-feira, o dólar comercial subiu 0,28%, a R$ 1,770 na compra e R$ 1,772 na venda.
Fonte: G1
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Produção caiu na Zona Euro em Novembro
O indicador de produção no sector da construção recuou 1,1% na Zona Euro, em Novembro passado face ao mês precedente, aumentando 4,1% em Portugal, indicam números do Eurostat esta terça-feira.
A quebra situou-se nos 0,6% no conjunto da UE-27. A tendência europeia mostra um agravamento face aos dados de Outubro. Em Portugal, o decréscimo de Outubro (-4,1%) deu lugar a um incremento de igual amplitude no mês seguinte.
Na comparação homóloga, a quebra na construção ascendeu a 8% na Zona Euro (-6,7% no conjunto da UE-27), enquanto Portugal registou um decréscimo de 5,4%, inferior ao apurado em Outubro (-10%), revelam os dados do gabinete europeu de estatística.
Segmentando a actividade, a construção de edifícios caiu 9,4% na UE-27 (-10,5% na região monetária), acentuando o declínio observado em Outubro, enquanto as obras de engenharia cresceram 4,4% (+1,2% na Zona Euro), contra incremento homólogo de 5,1% (+1% na zona euro) no mês precedente.
Fonte: Dinheiro Digital
Dólar cai para R$ 1,767 após cinco dias em alta
Após registrar alta todos os dias da semana passada, a cotação do dólar comercial voltou atrás hoje e fechou em baixa de 0,28% a R$ 1,767 no mercado interbancário de câmbio. No mês, a variação acumulada é de +1,38%.
Hoje a taxa mínima registrada durante os negócios foi de R$ 1,765 e a taxa máxima, de R$ 1,777. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedeu 0,23% e encerrou o pregão a R$ 1,768, com variação acumulada de +1,43% em janeiro. O euro comercial cedeu 0,16% para R$ 2,544.
O Banco Central interveio no mercado de câmbio à vista no início da tarde, com leilão de compra de dólares. As propostas apresentadas pelas instituições financeiras tiveram a taxa de corte definida em R$ 1,7718.
No final da manhã, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou os números da balança comercial da segunda semana de janeiro. A balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 592 milhões no período. Em cinco dias úteis, as exportações somaram US$ 2,42 bilhões e as importações, US$ 3,012 bilhões. Com mais este déficit, no mês, o saldo acumulado da balança comercial é negativo em US$ 967 milhões. Mas os números da balança praticamente não fizeram preço no mercado de câmbio.
No segmento de câmbio turismo, o dólar caiu 0,53% hoje, cotado em média a R$ 1,86 na ponta de venda; para compra, a moeda foi negociada a R$ 1,693. No mês, o dólar turismo acumula alta de 0,54%. O euro turismo registrou uma queda maior no dia, de 1,12%, e fechou cotado a R$ 2,64 (venda) e R$ 2,428 (compra).
Fonte: Último segundo
Análise Técnica - Libra Esterlina
O par GBP/USD (libra esterlina frente ao dólar) se negocia a 1.6332 dólares por libra esterlina, oscilando entre 1.6242 e 1.6353, acima do fechamento de ontem em 1.6288. Os traders devem considerar para o próximo período os preços máximos conhecidos como os resistências de : 1.6350, 1.6400 e 1.6450.
Com respeito aos preços mínimos conhecidos como os suportes teremos 1.6300, 1.6250 e 1.6200. Em relação aos sinais, a primeira opção espera-se cotações acima de 1.6355 podendo chegar a 1.6420 e 1.6475. Após esta alta de 1.6355, há expectativa que a cotação alcance os valores entre 1,6300 e 1.6270.
Vale ressaltar que, as tendências podem variar periodicamente, devido a divulgação das notícias que saem no calendário econômico
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
USD/JPY: resistência a 90.95
O par está a consolidar-se com a MM de 50 dias e a resistência a 90.95, numa sessão sem dados relevantes dos EUA e zona Euro. Apesar disso, os operadores estimam que o par poderá começar uma tendência curta com perspectivas de chegar perto da MM de 200 dias, se observarmos o gráfico com velas de 5 minutos.
As banda de Bollinger estão mais estreitas, indicando escassa volatilidade do par, enquanto o RSI está em terreno neutro. Em alta, o primeiro tecto está a 91.18 ienes por dólar.
Feriado nos EUA impõe ritmo lento para o exterior
LONDRES - O feriado nos Estados Unidos impõe um ritmo lento para o início desta semana, com liquidez restrita nos mercados internacionais. A pausa servirá para preparar os investidores para a bateria de balanços norte-americanos que agita os próximos dias. Outro dado crucial para as estratégias de negócios é o aguardado PIB da China no quarto trimestre, a ser conhecido de quarta para quinta-feira.
O dia de homenagem a Martin Luther King deixa os principais ativos internacionais com movimentos amenos nesta segunda-feira. As bolsas europeias apenas tocam o território positivo, enquanto o euro e o petróleo recuam levemente.
Depois da correção vista pelo mercado internacional de ações na semana passada, que levou junto a Bovespa, os próximos dados serão importantes para mensurar o apetite dos investidores pelo risco, em meio a preços reconhecidamente esticados.
A reação ao balanço do JPMorgan, na sexta-feira, não caiu bem. Embora o lucro de US$ 0,74 por ação tenha superado as estimativas (de US$ 0,62), os investidores se apegaram à decepção com as receitas de US$ 25,23 bilhões, abaixo da previsão de US$ 27 bilhões.
Nos próximos dias, a temporada ganha velocidade. Amanhã, saem os números de Citigroup e IBM. Na quarta, é a vez de Wells Fargo, Morgan Stanley, Bank of America e eBay. Na quinta, saem Goldman Sachs e Google. General Electric fecha a semana.
Outro importante condutor nos negócios mundo afora é o PIB da China. A expectativa recai sobre crescimento de dois dígitos, em meio aos temores com a inflação e a presença de uma bolha especulativa no país. O governo já começou a agir e apertar a política monetária, assunto que gera nervosismo entre os investidores. Os analistas, entretanto, contam com um ajuste suave da estratégia chinesa, sem movimentos bruscos por parte do governo.
De qualquer forma, o cenário mostra que os países emergentes terão de agir mais rápido do que os desenvolvidos e elevar os juros primeiro, já que estão em estágio mais avançado de recuperação, como avalia o economista-chefe do HSBC, Stephen King.
Na Europa, o ponto de aflição continua sendo a Grécia. As dificuldades fiscais do país devem ser alvo de discussão no encontro dos ministros de Finanças da União Europeia, que acontece hoje e amanhã em Bruxelas.
Oficialmente, o novo plano para derrubar o déficit apresentado pelo governo grego deve passar pela aprovação do bloco até o próximo mês. Mas os comentários que surgirem já da reunião desta semana serão acompanhados de perto.
O economista-chefe para a Europa do Goldman Sachs, Erik Nielsen, esteve em Atenas na semana passada e voltou para Londres com a impressão de que o governo está disposto a fazer a coisa certa. "Mas, ao mesmo tempo, é preciso admitir que o atual governo herdou uma situação muito difícil", escreve, em análise a clientes. Um dos pontos mais complicados, avalia, é a arrecadação equivalente a apenas 20% do PIB, o que dificulta qualquer agenda de reforma.
Às 7h30, as bolsas de Londres (+0,45%), Paris (+0,36%) e Frankfurt (+0,38%) operavam com sinal positivo, mas perto da estabilidade.
Já o euro (-0,06%, a US$ 1,4370) e o petróleo (-0,15%, a US$ 77,88) tinham ligeiras perdas. Na comparação com o iene, o dólar era cotado a 90,92 unidades, com ganho de 0,11%, no mesmo horário (acima).