A Bolsa de Tóquio fechou em queda nesta terça-feira, com as empresas exportadoras prejudicadas pela valorização do iene, enquanto as ações da Japan Airlines (JAL) ficavam na mínima histórica em meio aos rumores de seu iminente pedido de concordata. O índice Nikkei 225 caiu 90,18 pontos, ou 0,8%, e fechou aos 10.764.90 pontos. A Europa também retrocedeu na abertura, mas as ações da Cadbury bateram recordes de altas.
O projetado fechamento da JAL, um dos ícones corporativos do Japão, deixou de afetar o sentimento dos investidores pois já foi precificado, disse Hikaru Sato, analista da Daiwa Securities. "Muitos investidores querem ver como vão sair os balanços das instituições financeiras dos EUA nesta semana e como eles vão afetar as bolsas dos EUA." Citigroup e Morgan Stanley devem divulgar seus balanços do quarto trimestre nesta semana. As ações da JAL terminaram estáveis, em meio à crescente tensão, uma vez que se esperava para esta terça-feira o pedido de concordata da empresa. A Bolsa de Tóquio planeja excluir a ação se a Enterprise Turnaround Initiative Corp., organização apoiada pelo Estado japonês, decidir reduzir o capital da empresa em 100%.
"Se isso acontecer, a JAL provavelmente será negociada a 1 iene amanhã (quarta-feira)", disse um trader. Nesta terça-feira, a ação fechou em 5 ienes e o volume negociado permaneceu robusto em 409 milhões de ações. As blue chips se enfraqueceram depois que o dólar caiu para 90,34 ienes no pregão da tarde, comparado a 90,79 ienes no começo do dia. Honda Motor cedeu 2,1% e TDK caiu 2,2%.
Sumitomo Mitsui Financial Group perdeu 3,1%, antes da abertura da janela de precificação, de 20 a 22 janeiro, para o anunciado plano de levantamento de capital que visa gerar cerca de 888,97 bilhões de ienes com uma nova oferta de ações. As ações dos fabricantes de medicamentos genéricos deram um salto com a expectativa de aumento da demanda das farmácias, depois que o JPMorgan, citando o artigo de uma revista da indústria farmacêutica, disse que o Ministério da Saúde planeja elevar as comissões pagas pela prescrição de remédios genéricos. Sawai Pharmaceutical disparou 11% e Towa Pharmaceutical ganhou 8,9%.
Dowa Holdings avançou 1,7%, sustentada por uma reportagem do jornal The Nikkei segundo a qual a companhia deve anunciar um lucro operacional de cerca de 10 bilhões de ienes no período de nove meses até dezembro, revertendo o resultado negativo de 4,9 trilhões de ienes no mesmo período do ano anterior. De acordo com a reportagem, a companhia foi ajudada pelo aumento dos preços do zinco e do cobre e por uma recuperação na demanda por produtos metalúrgicos processados.
As empresas de transporte marítimo também fecharam em alta, com avanço de 1% nos papéis da Mitsui O.S.K. Lines e de 0,9% nas ações da Kawaski Kisen. O setor foi impulsionado pela expectativa em relação aos indicadores econômicos que a China divulga na quinta-feira e que deixam os investidores esperançosos em relação às perspectivas para a demanda de exportações na China. As informações são da Dow Jones.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Tóquio recua 0,8% com valorização do iene
Produção caiu na Zona Euro em Novembro
O indicador de produção no sector da construção recuou 1,1% na Zona Euro, em Novembro passado face ao mês precedente, aumentando 4,1% em Portugal, indicam números do Eurostat esta terça-feira.
A quebra situou-se nos 0,6% no conjunto da UE-27. A tendência europeia mostra um agravamento face aos dados de Outubro. Em Portugal, o decréscimo de Outubro (-4,1%) deu lugar a um incremento de igual amplitude no mês seguinte.
Na comparação homóloga, a quebra na construção ascendeu a 8% na Zona Euro (-6,7% no conjunto da UE-27), enquanto Portugal registou um decréscimo de 5,4%, inferior ao apurado em Outubro (-10%), revelam os dados do gabinete europeu de estatística.
Segmentando a actividade, a construção de edifícios caiu 9,4% na UE-27 (-10,5% na região monetária), acentuando o declínio observado em Outubro, enquanto as obras de engenharia cresceram 4,4% (+1,2% na Zona Euro), contra incremento homólogo de 5,1% (+1% na zona euro) no mês precedente.
Fonte: Dinheiro Digital
Dólar cai para R$ 1,767 após cinco dias em alta
Após registrar alta todos os dias da semana passada, a cotação do dólar comercial voltou atrás hoje e fechou em baixa de 0,28% a R$ 1,767 no mercado interbancário de câmbio. No mês, a variação acumulada é de +1,38%.
Hoje a taxa mínima registrada durante os negócios foi de R$ 1,765 e a taxa máxima, de R$ 1,777. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista cedeu 0,23% e encerrou o pregão a R$ 1,768, com variação acumulada de +1,43% em janeiro. O euro comercial cedeu 0,16% para R$ 2,544.
O Banco Central interveio no mercado de câmbio à vista no início da tarde, com leilão de compra de dólares. As propostas apresentadas pelas instituições financeiras tiveram a taxa de corte definida em R$ 1,7718.
No final da manhã, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou os números da balança comercial da segunda semana de janeiro. A balança comercial brasileira registrou um déficit de US$ 592 milhões no período. Em cinco dias úteis, as exportações somaram US$ 2,42 bilhões e as importações, US$ 3,012 bilhões. Com mais este déficit, no mês, o saldo acumulado da balança comercial é negativo em US$ 967 milhões. Mas os números da balança praticamente não fizeram preço no mercado de câmbio.
No segmento de câmbio turismo, o dólar caiu 0,53% hoje, cotado em média a R$ 1,86 na ponta de venda; para compra, a moeda foi negociada a R$ 1,693. No mês, o dólar turismo acumula alta de 0,54%. O euro turismo registrou uma queda maior no dia, de 1,12%, e fechou cotado a R$ 2,64 (venda) e R$ 2,428 (compra).
Fonte: Último segundo
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Feriado nos EUA impõe ritmo lento para o exterior
LONDRES - O feriado nos Estados Unidos impõe um ritmo lento para o início desta semana, com liquidez restrita nos mercados internacionais. A pausa servirá para preparar os investidores para a bateria de balanços norte-americanos que agita os próximos dias. Outro dado crucial para as estratégias de negócios é o aguardado PIB da China no quarto trimestre, a ser conhecido de quarta para quinta-feira.
O dia de homenagem a Martin Luther King deixa os principais ativos internacionais com movimentos amenos nesta segunda-feira. As bolsas europeias apenas tocam o território positivo, enquanto o euro e o petróleo recuam levemente.
Depois da correção vista pelo mercado internacional de ações na semana passada, que levou junto a Bovespa, os próximos dados serão importantes para mensurar o apetite dos investidores pelo risco, em meio a preços reconhecidamente esticados.
A reação ao balanço do JPMorgan, na sexta-feira, não caiu bem. Embora o lucro de US$ 0,74 por ação tenha superado as estimativas (de US$ 0,62), os investidores se apegaram à decepção com as receitas de US$ 25,23 bilhões, abaixo da previsão de US$ 27 bilhões.
Nos próximos dias, a temporada ganha velocidade. Amanhã, saem os números de Citigroup e IBM. Na quarta, é a vez de Wells Fargo, Morgan Stanley, Bank of America e eBay. Na quinta, saem Goldman Sachs e Google. General Electric fecha a semana.
Outro importante condutor nos negócios mundo afora é o PIB da China. A expectativa recai sobre crescimento de dois dígitos, em meio aos temores com a inflação e a presença de uma bolha especulativa no país. O governo já começou a agir e apertar a política monetária, assunto que gera nervosismo entre os investidores. Os analistas, entretanto, contam com um ajuste suave da estratégia chinesa, sem movimentos bruscos por parte do governo.
De qualquer forma, o cenário mostra que os países emergentes terão de agir mais rápido do que os desenvolvidos e elevar os juros primeiro, já que estão em estágio mais avançado de recuperação, como avalia o economista-chefe do HSBC, Stephen King.
Na Europa, o ponto de aflição continua sendo a Grécia. As dificuldades fiscais do país devem ser alvo de discussão no encontro dos ministros de Finanças da União Europeia, que acontece hoje e amanhã em Bruxelas.
Oficialmente, o novo plano para derrubar o déficit apresentado pelo governo grego deve passar pela aprovação do bloco até o próximo mês. Mas os comentários que surgirem já da reunião desta semana serão acompanhados de perto.
O economista-chefe para a Europa do Goldman Sachs, Erik Nielsen, esteve em Atenas na semana passada e voltou para Londres com a impressão de que o governo está disposto a fazer a coisa certa. "Mas, ao mesmo tempo, é preciso admitir que o atual governo herdou uma situação muito difícil", escreve, em análise a clientes. Um dos pontos mais complicados, avalia, é a arrecadação equivalente a apenas 20% do PIB, o que dificulta qualquer agenda de reforma.
Às 7h30, as bolsas de Londres (+0,45%), Paris (+0,36%) e Frankfurt (+0,38%) operavam com sinal positivo, mas perto da estabilidade.
Já o euro (-0,06%, a US$ 1,4370) e o petróleo (-0,15%, a US$ 77,88) tinham ligeiras perdas. Na comparação com o iene, o dólar era cotado a 90,92 unidades, com ganho de 0,11%, no mesmo horário (acima).
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Forex Club
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Calendario para os dias 29/11 a 04/12
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http://www.fxclub-brasil.com/forum/showthread.php?t=2857