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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Análise Fundamentalista do Mercado Financeiro

Ontem as bolsas europeias fecharam em alta diante de expectativas de uma ajuda à Grécia em cumprir suas obrigações. Além de rumores que uma possível ajuda poderia vir da Alemanha, como veiculou o canal Bloomberg, houveram comentários de que a França poderia empenhar-se em fornecer um suporte à Grécia.

Porém, resta ainda incertezas pois o que o mercado tem até agora são apenas rumores. Ontem os servidores públicos da Grécia entraram em greve devido ao plano do governo de cortar em 20% os salários e 10% os investimentos como medida para conter os gastos públicos. Esses cortes já fazem parte do planejamento do governo grego para diminuir sua dívida pública.

O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em queda de 20.26 pontos (-0.20%) devido à expectativa de aumento de juros após divulgação de um depoimento do presidente do Fed, Ben Bernanke. Hoje a bolsa de Tóquio está fechada devido ao feriado local.

Para hoje os operadores financeiros aguardam o anúncio dos pedidos de seguro-desemprego semanal dos Estados Unidos, dentre outros. E também acontece em Bruxelas a reunião da União Europeia. As fontes são divergentes em relação a um pacote de auxílio à Grécia. Alguns dizem que não está em pauta a discussão de um pacote aos gregos, enquanto outros dizem que há uma proposta sendo estudada.

Fonte: IBTimes

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Bolsas da Ásia sobem com expectativa sobre Europa

A Bolsa de Hong Hong seguiu a alta das bolsas dos EUA e da China, sob a liderança dos papéis do HSBC e da petrolífera Cnooc. O índice Hang Seng avançou 0,67% e fechou aos 19.922,22 pontos.

Na China, as bolsas fecharam em alta depois que o banco central minimizou as preocupações com a inflação no país e os dados sobre a exportação em janeiro reforçaram a expectativa de que o comércio exterior continue a se recuperar neste ano. O índice Xangai Composto, que segue as ações A e B, terminou em alta de 1,1% e fechou aos 2.982,50 pontos. O Shenzhen Composto ganhou 1,5% e encerrou aos 1.117,40 pontos.

No mercado de câmbio, o yuan caiu para seu menor nível diante do dólar em cinco meses, por causa da forte demanda pela divisa dos EUA antes do feriado do Ano Novo Lunar e dos dados sobre exportação em janeiro, mais fracos do que o esperado. Apesar da valorização desta quarta-feira, a expectativa de que Pequim mantenha sua política de yuan estável limitou a alta do dólar. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8302 yuans, de 6,8267 yuans do fechamento de terça-feira. Já a paridade central foi fixada em 6,8269 yuans por dólar, pouco alterada em relação aos 6,8271 yuans por dólar da terça-feira.
Na terceira sessão seguida de ganhos, a Bolsa de Taipé, em Taiwan, seguiu no encalço dos demais mercados regionais, com suspeita de compras por parte de fundos governamentais. O índice Taiwan Weighted subiu 1,1% e encerrou aos 7.441,84 pontos.
Já na Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, os investidores andaram de lado. As incertezas sobre um possível pacote de resgate para a Grécia restringiram as compras. Por conta disso, o índice Kospi fechou estável, terminando aos 1.570,12 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney seguiu sob tensão. Os ganhos do pregão da manhã acabaram atenuados pela falta de iniciativa na recompra de ações por parte da BHP Billiton e pelo pagamento de dividendos da Commonwealth Bank of Australia abaixo das expectativas. O índice S&P/ASX 200 fechou em elevação de 0,2%, terminando aos 4.513,4 pontos.
O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, subiu 2,1% e fechou aos 2.857,24 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em baixa, uma vez que os investidores realizaram os lucros obtidos na terça-feira em meio a contínuas incertezas sobre as perspectivas econômicas globais antes do feriado do ano novo lunar. O índice Straits Times recuou 0,4% e fechou aos 2.734,39 pontos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,4% e fechou aos 688,41 pontos, encerrando 4 sessões de perdas, mas as negociações foram apáticas por conta de preocupações com as economias europeias e questões políticas locais.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,2% e fechou aos 2.483,43 pontos, em ligeiras realizações de lucros em papéis relacionados a commodities e blue chips de bancos, em meio a preocupações sobre a tendência de instabilidade dos mercados de capitais globais.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve alta de 1,0% e fechou aos 1.246,17 pontos, puxado por ações de primeira linha, em especial do setor de construção e financeiras após divulgação de lucros. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Ultimo segundo

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Barroso apela aos investidores para não duvidarem da força do euro

Não duvidem da força do euro. Este foi o apelo deixado pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, aos investidores, numa altura em que a moeda europeia tem sido fortemente penalizada pela situação das contas públicas de alguns países da Zona Euro.
"O euro vai continuar a ser um instrumento essencial no nosso [Zona Euro] desenvolvimento", garantiu Barroso no dia em que a nova comissão é aprovada pelo Parlamento Europeu.
Barroso garantiu ainda que a região está em condições de enfrentar todos os desafios que surjam no seu caminho. As palavras do presidente da Comissão Europeia surgem numa altura em que o euro tem estado sob pressão devido à situação das contas públicas de alguns países da Zona Euro, em particular da Grécia, Portugal e Espanha.
Os problemas orçamentais destes três países têm levado os investidores a aumentar a procura de dólares, como moeda de refúgio. À excepção da sessão de hoje, o euro esteve em queda face ao dólar durante quatro sessões consecutivas, tendo chegado a negociar abaixo dos 1,37 dólares.
Na sessão de hoje, o euro está a recuperar das quedas e segue a ganhar 0,59% para negociar nos 1,3730 dólares.
Fonte:Jornal de negocios

9 February

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bolsas da Europa operam em alta, mas preocupação com a zona do euro persiste

Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático - “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.

Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.

Cura e crescimento
“Estamos no início do processo de cura”, disse Geitnher, ao ressaltar que o risco atual de uma nova recessão “está muito, muito menor do que em qualquer momento nos últimos doze meses, ou mais”.

Por fim, o secretário do Tesouro enfatizou que os EUA planejam reduzir o déficit assim que o mercado de trabalho se recuperar. No curto prazo, as medidas deverão ser focadas “para assegurar que a economia mostra crescimento novamente”.,

Fonte: Yahoo

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

GBP/USD: Média Móvel de 200 dias a resistir

A libra recuperou ontem com força novamente, a partir de 1.6126, encontrando-se com a resistência da MM de 200 dias, que desde o dia 22 de Janeiro está a resistir às investidas do preço. Pela manhã europeia, o par encontrou suporte a 1.617, para tentar superar as médias móveis comentadas.

Porém, se seguir o padrão dos últimos dias, o preço vai virar, perdendo 1.617, a caminho do máximo semanal à volta do suporte a 1.61, caso supere a zona de viragem de ontem, a 1.6126/16. Por último, os próximos níveis estão situados a 1.6075/52, suportes e resistências na primeira quinzena de Dezembro.

Em alta, superar a MM junto a 1.6239 irá ver o preço a tentar bater o máximo semanal a 1.6264. No gráfico diário, observamos uma batalha contínua, deixando ver que a zona é muito importante, delimitada entre o chão e tecto da semana.

Fonte: ibitimes