terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
PIB da zona do euro sobe 0,1% no 4º trimestre
Londres - O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro (que reúne os 16 paíes que adotam o euro como moeda) subiu 0,1% no quarto trimestre do ano passado, em comparação com o terceiro trimestre. Em relação ao mesmo período de 2008, houve queda de 2,1%. No terceiro trimestre, o PIB havia crescido 0,4%.
A desaceleração da expansão e o fato de a Itália e a Espanha terem tido contração sugerem que a recuperação da segunda maior área econômica do mundo pode ter perdido força, depois de ter recebido um impulso temporário da formação de estoques global.
Os números provavelmente vão convencer o Banco Central Europeu (BCE) a não elevar a taxa de juros básica e a não retirar as medidas de suporte para o setor bancário rapidamente. Também podem convencer os governos da necessidade de manter suas medidas de estímulo fiscal em um momento em que os investidores do mercado de bônus estão pedindo ações para redução de déficits orçamentários e contenção do aumento das dívidas.
No terceiro trimestre do ano passado, a Alemanha havia guiado a recuperação da zona do euro, mas isso foi revertido no quarto trimestre, quando a economia alemã se estagnou em relação ao terceiro trimestre. No caso da França, houve crescimento de 0,6%.
Na mesma base de comparação, a economia da Itália teve 0,2% de contração e a da Espanha, 0,8%. Portugal se estagnou, enquanto o crescimento na Holanda e na Áustria se desacelerou. Na República Checa, a economia teve 0,6% de contração. Na União Europeia como um todo, o PIB cresceu 0,1% em comparação com o terceiro trimestre e caiu 2,3% ante o quarto trimestre de 2008.
Indústria
A produção industrial caiu 1,7% na zona do euro em dezembro, na comparação com novembro, informou hoje a agência de estatísticas da União Europeia (Eurostat). Houve queda de 5% em relação a dezembro do ano passado. A queda mensal é a maior desde fevereiro de 2009, mas a retração anual é a menor desde setembro de 2008. Os números surpreenderam os analistas, que esperavam aumento mensal de 0,2% da produção industrial e uma queda anual de 1,4%. As informações são da Dow Jones.
Análise Fundamentalista do Mercado Financeiro
Ontem as bolsas europeias fecharam em alta diante de expectativas de uma ajuda à Grécia em cumprir suas obrigações. Além de rumores que uma possível ajuda poderia vir da Alemanha, como veiculou o canal Bloomberg, houveram comentários de que a França poderia empenhar-se em fornecer um suporte à Grécia.
Porém, resta ainda incertezas pois o que o mercado tem até agora são apenas rumores. Ontem os servidores públicos da Grécia entraram em greve devido ao plano do governo de cortar em 20% os salários e 10% os investimentos como medida para conter os gastos públicos. Esses cortes já fazem parte do planejamento do governo grego para diminuir sua dívida pública.
O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em queda de 20.26 pontos (-0.20%) devido à expectativa de aumento de juros após divulgação de um depoimento do presidente do Fed, Ben Bernanke. Hoje a bolsa de Tóquio está fechada devido ao feriado local.
Para hoje os operadores financeiros aguardam o anúncio dos pedidos de seguro-desemprego semanal dos Estados Unidos, dentre outros. E também acontece em Bruxelas a reunião da União Europeia. As fontes são divergentes em relação a um pacote de auxílio à Grécia. Alguns dizem que não está em pauta a discussão de um pacote aos gregos, enquanto outros dizem que há uma proposta sendo estudada.
Fonte: IBTimes
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Bolsas da Ásia sobem com expectativa sobre Europa
A Bolsa de Hong Hong seguiu a alta das bolsas dos EUA e da China, sob a liderança dos papéis do HSBC e da petrolífera Cnooc. O índice Hang Seng avançou 0,67% e fechou aos 19.922,22 pontos.
Na China, as bolsas fecharam em alta depois que o banco central minimizou as preocupações com a inflação no país e os dados sobre a exportação em janeiro reforçaram a expectativa de que o comércio exterior continue a se recuperar neste ano. O índice Xangai Composto, que segue as ações A e B, terminou em alta de 1,1% e fechou aos 2.982,50 pontos. O Shenzhen Composto ganhou 1,5% e encerrou aos 1.117,40 pontos.
No mercado de câmbio, o yuan caiu para seu menor nível diante do dólar em cinco meses, por causa da forte demanda pela divisa dos EUA antes do feriado do Ano Novo Lunar e dos dados sobre exportação em janeiro, mais fracos do que o esperado. Apesar da valorização desta quarta-feira, a expectativa de que Pequim mantenha sua política de yuan estável limitou a alta do dólar. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8302 yuans, de 6,8267 yuans do fechamento de terça-feira. Já a paridade central foi fixada em 6,8269 yuans por dólar, pouco alterada em relação aos 6,8271 yuans por dólar da terça-feira.
Na terceira sessão seguida de ganhos, a Bolsa de Taipé, em Taiwan, seguiu no encalço dos demais mercados regionais, com suspeita de compras por parte de fundos governamentais. O índice Taiwan Weighted subiu 1,1% e encerrou aos 7.441,84 pontos.
Já na Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, os investidores andaram de lado. As incertezas sobre um possível pacote de resgate para a Grécia restringiram as compras. Por conta disso, o índice Kospi fechou estável, terminando aos 1.570,12 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney seguiu sob tensão. Os ganhos do pregão da manhã acabaram atenuados pela falta de iniciativa na recompra de ações por parte da BHP Billiton e pelo pagamento de dividendos da Commonwealth Bank of Australia abaixo das expectativas. O índice S&P/ASX 200 fechou em elevação de 0,2%, terminando aos 4.513,4 pontos.
O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, subiu 2,1% e fechou aos 2.857,24 pontos.
A Bolsa de Cingapura terminou em baixa, uma vez que os investidores realizaram os lucros obtidos na terça-feira em meio a contínuas incertezas sobre as perspectivas econômicas globais antes do feriado do ano novo lunar. O índice Straits Times recuou 0,4% e fechou aos 2.734,39 pontos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, subiu 0,4% e fechou aos 688,41 pontos, encerrando 4 sessões de perdas, mas as negociações foram apáticas por conta de preocupações com as economias europeias e questões políticas locais.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 0,2% e fechou aos 2.483,43 pontos, em ligeiras realizações de lucros em papéis relacionados a commodities e blue chips de bancos, em meio a preocupações sobre a tendência de instabilidade dos mercados de capitais globais.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, teve alta de 1,0% e fechou aos 1.246,17 pontos, puxado por ações de primeira linha, em especial do setor de construção e financeiras após divulgação de lucros. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Ultimo segundo
Análise Fundamentalista do Mercado Forex
Após a reunião do G-7 do final de semana e a previsão da reunião extraordinária da União Europeia para o dia 11 próximo, o mercado europeu de ontem apresentou sinais de menor preocupação e as bolsas europeias fecharam em alta. Assim, o iene apresentou desvalorização e o euro recuperou-se frente às principais moedas no decorrer desse mercado.
Porém o otimismo dissipou-se no mercado americano e a moeda única europeia voltou a cair junto com as bolsas dos Estados Unidos, enquanto o iene e o dólar americano ganhavam terreno.
O índice Dow Jones da bolsa de Nova Iorque fechou em queda de 103.84 pontos (-1.04%) e pela primeira vez em três meses abaixo dos 10 mil pontos. O índice Nikkei, que ontem havia fechado abaixo dos 10 mil pontos, abriu hoje em queda de 75 ienes e no momento apresenta uma perda de 33.14 ienes (-0.33%).
Na falta de índices econômicos, os operadores ficam atentos à comentários que possam surgir em relação à dívida soberana dos países europeus.
Fonte: IBTimes
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Bolsas da Ásia seguem em baixa; HK perde mais 0,6%
Nas Bolsas da China, prevaleceram temores sobre redução no crescimento dos empréstimos e de alta na inflação
TÓQUIO - As preocupações com a fragilidade fiscal de países europeus voltaram a pesar nas bolsas asiáticas, mas não com a mesma intensidade da semana passada. Nesta segunda-feira, a maioria dos mercados da região fechou em queda, porém, menos acentuada.
Na Bolsa de Hong Kong, o índice Hang Seng estendeu as perdas e caiu 114,19 pontos, ou 0,6%, e terminou aos 19.550,89 pontos - nas duas sessões anteriores, o índice havia desabado 5,1%.
Nas Bolsas da China, prevaleceram os fatores domésticos, como os temores sobre uma redução no crescimento dos empréstimos e de uma alta na inflação. Com isso, os mercados fecharam com números mistos. O índice Xangai Composto baixou 0,1% e encerrou aos 2.935,17 pontos. Já o Shenzhen Composto ganhou 0,2% e terminou aos 1.099,15 pontos.
O yuan teve forte alta ante o dólar no final da sessão, depois de ligeira recuperação do euro nos mercados internacionais à tarde no dia de negociação asiático. Mas os ganhos do yuan foram muito limitados uma vez que a quase estabilidade da taxa de paridade central dólar-yuan e ampla expectativa de que Pequim não deixará a divisa elevar-se no futuro próximo desencorajou traders a tomarem posição. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8267 yuans, de 6,8271 yuans do fechamento de sexta-feira.
Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou estável, após apresentar o pior resultado em cinco meses. Com os investidores em compasso de espera, às vésperas do feriado de ano novo lunar, o índice Taiwan Weighted subiu apenas 0,04% e fechou aos 7.215,88 pontos.
Fonte: Estadão
Na Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, a queda das ações financeiras foi parcialmente compensada pelos papéis defensivos de companhias de telecomunicações e por algumas empresas de tecnologia de grande capitalização de mercado. O índice Kospi perdeu 0,9% e terminou aos 1.552,79 pontos.
Na Austrália, a Bolsa de Sydney recebeu uma sinalização ligeiramente otimista da recuperação das bolsas de Nova York no final dos pregões de sexta-feira.O índice S&P/ASX 200 teve elevação de 0,2% e fechou aos 4.521,4 pontos.
O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, baixou 0,3% e encerrou aos 2.846,60 pontos.
A Bolsa de Cingapura teve ligeira alta, superando o fraco desempenho regional na esteira dos fortes sinais vindos dos futuros dos EUA e das bolsas europeias. O índice Straits Times subiu 0,4% e fechou aos 2.693,62 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, recuou 1,7% e fechou aos 2.475,57 pontos, com vendas por fundos estrangeiros na maioria das blue chips em meio a crescentes preocupações sobre problemas de débitos na Europa; mas procura por ofertas fez o índice elevar-se da mínima intraday.
Na Tailândia, o índice SET da Bolsa de Bangcoc perdeu 0,5% e fechou aos 688,09 pontos, porém acima da mínima intraday devido a procura por ofertas e ganhos no índice Dow Jones futuro. Investidores realizaram lucro para mitigar o risco, uma vez que estão preocupados com o forte déficit orçamentário em alguns países europeus.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, recuou 1,0% e fechou aos 1.235,22 pontos, maior baixa em 3 meses, premida pelo fraco sentimento devido a temores de que os problemas das dívidas na Europa vá afetar a recuperação econômica, com papéis financeiros e de imobiliárias liderando as perdas. As informações são da Dow Jones
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Dificuldade fiscal torna aperto monetário na Zona Euro a mais distante
As dificuldades fiscais de países da zona do euro tornam mais distantes as perspectivas de alta dos juros na região, mantidos hoje em 1%. Analistas acreditam que o processo de redução da dívida pública em nações como Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha, os chamados Piigs, limitarão a criação de empregos e o crescimento econômico do bloco.
A avaliação não saiu da boca do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet – e nem poderia, como notam especialistas -, mas a preocupação com o aumento da dívida pública é crescente entre os investidores na Europa.
Em meio à recuperação ainda frágil, analistas acreditam que o BCE só teria condições de começar a elevar os juros a partir de setembro, na melhor das hipóteses.
Conforme Luigi Speranza, do BNP Paribas, a percepção de que o banco central responderia ao relaxamento fiscal com uma política monetária mais frouxa poderia prejudicar sua credibilidade e enfraquecer a estrutura da zona do euro no longo prazo. “Mas o BCE não pode ignorar os riscos de uma contaminação e as possíveis consequências para o sistema financeiro.”
Na coletiva de hoje, Trichet disse que o plano de redução do déficit da Grécia “está na direção certa” e chamou os países a cumprirem o Pacto de Estabilidade e Crescimento, pelo qual o déficit não pode ultrapassar 3% do PIB. “Quando você divide uma moeda com os outros, a contrapartida é que você precisa se comportar adequadamente”, afirmou Trichet.
Por outro lado, o presidente do BCE relativizou o tamanho do rombo na zona do euro, atualmente em 6% do PIB, ao afirmar que outros países desenvolvidos estão em situação pior, como os Estados Unidos e o Japão, com déficits acima de 10%.
Esse ponto provocou a discordância dos analistas. Elwin de Groot, do Rabobank, diz que o pacto do bloco não tem sido bem-sucedido, caso contrário alguns países não estariam na complicada situação atual. Além disso, esse raciocínio poderia subestimar o impacto do efeito de contágio na região. “A zona do euro é um sistema altamente interconectado e alguns de seus membros são grandes demais para falir.”
O economista-chefe do UniCredit, Marco Annunziata, avalia que os investidores continuarão olhando para os desequilíbrios específicos da Grécia, e não para a situação da zona do euro de forma consolidada. “A zona do euro permitiu que os membros construíssem combinações insustentáveis de dívida pública e privada a um baixo custo de financiamento de forma irreal.”
Para Speranza, do BNP Paribas, o custo do ajuste orçamentário que começa a ser feito na região, referente a crescimento e emprego, será maior do que o estimado. Portanto, o aperto monetário no bloco virá pelo canal fiscal.
Diversos analistas notaram que o tom do BCE sobre a situação econômica da zona do euro praticamente não mudou neste mês. De modo geral, a autoridade monetária avalia que o crescimento deve seguir em ritmo moderado e desigual nos países, refletindo o aumento do desemprego e o baixo nível de investimentos. Portanto, a perspectiva para a inflação é confortável.
A principal expectativa se volta agora para a reunião de março, quando o BCE trará avaliações sobre a estratégia de saída das medidas emergenciais usadas no combate à crise. O primeiro passo já foi dado em dezembro do ano passado, liderando o processo mundial, ainda que com ajustes leves.
O Banco da Inglaterra, que também se reuniu hoje, decidiu não ampliar o programa de compra de títulos, que já contabiliza 200 bilhões de libras. No entanto, deixou aberta a possibilidade de retomar a estratégia, caso seja necessário. Os juros foram mantidos em 0,5%.
O desafio do BOE é equilibrar uma retomada lenta, já que o país escapou por um triz da recessão, e a alta da inflação. “Mas, de forma geral, o BC ainda acredita que a inflação recuará para abaixo da meta em razão do excesso de capacidade de produção”, avalia Karen Ward, do HSBC.
Fonte: Estadão
Crise europeia também derruba bolsas na Ásia
TÓQUIO - A preocupação com a fragilidade fiscal de países como Portugal, Grécia e Espanha, que derrubou os mercados norte-americanos e europeus, também fez as bolsas asiáticas terminarem a semana com forte queda. Nesta sexta-feira, o setor refletiu os temores de uma nova crise global.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou no menor nível desde 2 de setembro, com perda de 3,3% e total de 19.665,08 pontos.
As renovadas preocupações sobre o ritmo de recuperação da economia global afetaram o desempenho das Bolsas da China. O índice Xangai Composto baixou 1,9% e encerrou aos 2.939,40 pontos. Já o índice Shenzhen Composto perdeu 2% e terminou aos 1.097,11 pontos.
O yuan apresentou ligeira desvalorização em relação ao dólar, após os fortes ganhos da moeda norte-americana sobre o euro nos mercados internacionais. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8271 yuans, de 6,8266 yuans do fechamento de quinta-feira.
Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, apresentou o pior resultado em cinco meses. Com aumento no volume de negociações, o índice Taiwan Weighted caiu 4,3% e encerrou aos 7.217,83 pontos, o menor fechamento desde 4 de setembro.
Na Coreia do Sul, o índice Kospi da Bolsa de Seul teve a maior queda porcentual e em pontos desde o final de novembro, quando os problemas com a dívida de Dubai chocaram os mercados mundiais. O índice perdeu 3% e fechou aos 1.567,12 pontos, a menor pontuação desde 30 de novembro.
Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 da Bolsa de Sydney mergulhou para uma mínima de cinco meses e fechou em queda de 2,3%, encerrando aos 4.514,1 pontos.
O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, registrou baixa de 2% e fechou aos 2.855,64 pontos.
A Bolsa de Cingapura deslizou com a queda em Wall Street e preocupações com uma crise econômica em alguns países europeus. O índice Straits Times Index cedeu 2,2% e fechou aos 2.683,56 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, tombou 2,9% e fechou aos 2,518,97 pontos, com vendas de fundos estrangeiros em meio ao fraco sentimento no resto da região.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, recuou1,6% e fechou aos 691,41 pontos, seguindo as baixas nas demais bolsas da Ásia somadas à instabilidade política local.
Na Malásia, o índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur recuou 1,4% e fechou aos 1.247,90 pontos, maior baixa em três meses, com preocupações sobre a recuperação da economia global.
As informações são da Dow Jones.
USD/CHF: dólar dispara
O dólar está a avançar com grande decisão, depois de ter superado sem problemas a zona de 1.07, que coincide com o fibo 38.2, traçado desde o máximo até ao mínimo de 2009.
Neste momento, dirige-se até à zona de fortes confluências a 1.09, que coincide com o fibo 50. Antes, poderá travar a 1.0883, máximo de Agosto.
Em baixa, o par terá de aguentar, no gráfico de uma hora, sem quebrar 1.0751, de forma a voltar para 1.06.
Fonte: IBTimes
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Dólar perde terreno diante do euro e do iene
Nova York, 2 fev (EFE).- O dólar se desvalorizou hoje em relação ao euro e ao iene, em paralelo à firme tendência de alta predominante hoje em Wall Street após o anúncio de dados favoráveis sobre vendas de casas nos Estados Unidos.
Ao final do pregão na bolsa nova-iorquina, o euro era cotado a US$ 1,3965, contra US$ 1,3932 de segunda-feira.
Em relação à moeda japonesa, o dólar trocava de mãos a 90,38 ienes, menos do que a cotação de 90,65 ienes do pregão anterior.
Cotações do dólar em relação às principais moedas internacionais:.
MOEDA FECHAMENTO FECHAMENTO ANTERIOR.
Euro/dólar 1,3965 1,3932.
Dólar/iene 90,38 90,65.
Dólar/libra esterlina 0,6256 0,6266.
Dólar/franco suíço 1,0552 1,0559.
Dólar/dólar canadense 1,0581 1,0624.
Fonte:G1
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Euribor a 3 meses desliza há 16 sessões
As taxas Euribor voltaram hoje a cair em todos os prazos e renovaram mínimos históricos nas maturidades a seis e três meses.
A Euribor a seis meses, a mais utilizada no cálculo dos juros do crédito à habitação, deslizou hoje para 0,964%, enquanto no prazo a três meses, a referência para os empréstimos às empresas, cedeu para 0,667%. Já a taxa a 12 meses recuou para 1,22%.
Esta tendência de queda das taxas Euribor contraria as previsões dos peritos que aguardavam por uma subida dos indexantes no início do ano, e uma aproximação da taxa a três meses à taxa de referência do BCE, que está actualmente em 1%, o nível mais baixo de sempre.
Os responsáveis de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) decidiram, na última reunião de 14 de Janeiro, não mexer no preço do dinheiro na zona euro pelo oitavo mês consecutivo. As taxas Euribor costumam seguir os juros na zona euro.
Dólar fecha com avanço de 0,33%
O dia de ontem foi de negócios esvaziados no câmbio doméstico, em razão do feriado em comemoração aos 456 anos da cidade de São Paulo. No balcão, o dólar à vista encerrou a R$ 1,821, em alta de 0,33%. Na mínima, atingiu R$ 1,814 e na máxima, R$ 1,825. Na BM&F, o dólar pronto fechou a R$ 1,823, na máxima, com valorização de 0,47%. Na mínima, ficou em R$ 1,805. Pouco depois das 16h30, a clearing da BM&F registrava volume de somente US$ 211 milhões em D+2. Não houve transações com dólar futuro e demais ativos na BM&F.
Com o centro financeiro do País fechado, as operações se restringiram às demais praças, que tentaram buscar no cenário externo alguma bússola para a definição das cotações. O clima no exterior, em geral, foi favorável, sustentado por notícias positivas da Grécia e a perspectiva de que a nomeação do Ben Bernanke para um segundo mandato à frente do Federal Reserve seja apoiada pelos senadores norte-americanos. O mandato de Bernanke termina dia 31 e o Senado votará a indicação para um segundo mandato nesta semana.
A Grécia captou 8 bilhões com uma emissão de bônus de cinco anos oferecendo yield (rendimento para o investidor) de 6,2% ao ano. Originalmente, o governo grego planejava levantar entre 3 bilhões e 5 bilhões, mas elevou o volume da oferta em meio à forte demanda, que atingiu 25 bilhões, segundo o Ministério das Finanças da Grécia.
Lá fora, perto das 17h, o dólar mostrava leve queda ante o euro. A moeda europeia subia a US$ 1,4148 (+0,11%). Entretanto, o dólar avançava ante o iene, cotada a 90,25, ante 89,96 ienes no fechamento anterior. Hoje, o banco central do Japão anuncia sua decisão de política monetária. A expectativa é de manutenção da taxa básica de juro em 0,1%, e os analistas estarão atentos aos comentários do presidente da instituição, Masaaki Shirakawa, a respeito dos riscos da apreciação do iene e da deflação.
No Brasil, o noticiário trouxe o resultado da balança comercial da terceira semana de janeiro (18 a 24) e a pesquisa Focus. Segundo dados revelados ontem pelo BC, o saldo comercial do período ficou positivo em US$ 71 milhões. As exportações somaram US$ 3,105 bilhões e as importações, US$ 3,034 bilhões. No mês de janeiro, a balança comercial ainda é deficitária em US$ 896 milhões. Na pesquisa Focus, foi mantida em R$ 1,75 a estimativa para a taxa de câmbio em 2010. Também não houve alteração da perspectiva para a cotação ao final de 2011, em R$ 1,83.
Fonte: Jornal do Commercio
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
FED TEM O MELHOR RESULTADO DA SUA HISTÓRIA
O pagamento ao Tesouro é o maior desde 1914, logo depois de o Fed ter sido criado, segundo a Dow Jones. Em 2008, o Fed havia apresentado lucro líquido de US$ 35,5 bilhões e repassado ao Tesouro US$ 31,7 bilhões.
Fonte: Ultimo segundo
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Tóquio encerra em baixa de 1,4% após alta do iene
A Bolsa de Tóquio fechou em queda depois que uma valorização do iene contra o dólar e o euro juntou-se ao mau desempenho de algumas bolsas asiáticas para puxar para baixo a cotação das ações, especialmente à tarde. O índice Nikkei 225 perdeu 141,90 pontos, ou 1,4%, para 9.
862,82 pontos, pela primeira vez em uma semana abaixo da marca psicológica dos 10 mil pontos.
Os movimentos do câmbio forneceram um catalisador para a venda de ações de exportadoras. Toyota Motor recuou 1,6%, Honda Motor perdeu 1,5% e Sony encerrou em queda de 0,8%. As ações das empresas de transporte marítimo seguiram a terceira queda consecutiva do Índice Seco do Báltico. Nippon Yusen perdeu 2,3% e Mitsui O.S.K. Lines recuou 2,5%.
Suzuki Motor despencou 6,5%. A aliança de capital da montadora japonesa com a Volkswagen, anunciada ontem, rendeu opiniões mistas. Segundo os traders, acabou predominando a visão negativa do Bank Of America Merrill Lynch, que questionou as sinergias proporcionadas pela aliança em tecnologias ambientais. As informações são da Dow Jones.
Fonte: Último segundo
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
BOLSAS DOS EUA ATINGE MAIOR NÍVEL EM MAIS DE UM ANO
As Bolsas dos Estados Unidos fecharam em alta nesta terça-feira (1º), com o dólar fraco levando a alta das ações de empresas ligadas a recursos naturais.
O índice Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 1,23%, para 10.471 pontos, seu maior patamar em 14 meses. O termômetro de tecnologia Nasdaq subiu 1,46%, para 2.175 pontos. O Standard & Poor's 500 ganhou 1,21%, para 1.108 pontos.
Também contribuiu com o tom positivo o arrefecimento de preocupações sobre a dívida de Dubai, após notícias de que a Dubai World planeja reestruturar cerca de US$ 26 bilhões em dívidas.
Dados mostraram que as vendas pendentes de casas usadas nos Estados Unidos subiram em outubro mais que o esperado, para o maior nível em três anos e meio.
"As pessoas estão começando a se dar conta de que as coisas estão voltando ao que eram. Ainda há alguns bolsões de fraqueza, mas, de maneira geral, estamos nos recuperando em nível global, as perspectivas como um todo são muito positivas", disse Thomas Belesis, vice-presidente-executivo da John Thomas Financial, em Nova York.
A queda da moeda norte-americana deu fôlego às ações lastreadas em commodities, como as de U.S. Steel, em alta de 1,2%, Alcoa, com valorização de 2,2%, e Newmont Mining, que subiu 3,8%.
Fonte: G1
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Já outros pregões seguiram a orientação de Wall Street
Este foi o caso da Bolsa de Hong Kong. O índice Hang Seng perdeu 197,17 pontos, ou 0,9%, e terminou aos 22.643,16 pontos.
A bolsa da China fechou em elevação pelo quinto pregão seguido. O índice Xangai Composto subiu 0,5% e encerrou aos 3.320,61 pontos. O Shenzhen Composto ganhou 1,2% e terminou aos 1.202,70 pontos.
O yuan apresentou pouca variação em relação ao dólar, à medida que a taxa de paridade central dólar-yuan seguiu estável, reforçando as expectativas de que Pequim irá manter o câmbio estável indefinidamente. No mercado de balcão, o dólar fechou cotado em 6,8278 yuans, acima do fechamento de quarta-feira, que foi de 6,8270 yuans.
Já a Bolsa de Taipé, em Taiwan, fechou próxima da estabilidade. Em sessão instável, o índice Taiwan Weighted caiu apenas 0,1% e encerrou aos 7.759,98 pontos.
Investidores estrangeiros retomaram as compras agressivas na Bolsa de Seul, na Coreia do Sul, levando o índice Kospi a fechar em alta de 1%, encerrando aos 1.620,54 pontos.
Na Bolsa de Sydney, na Austrália, o índice S&P/ASX 200 teve modesto ganho de 0,2% e fechou aos 4749.20 pontos, liderado por uma recuperação nas ações dos bancos.
O índice PSE da Bolsa de Manila, nas Filipinas, avançou 1% e fechou aos 3.083,30 pontos.
A Bolsa de Cingapura fechou em alta liderado por ganhos nos bancos domésticos que tiveram rali ancorado pelo sentimento dos analistas. O índice Straits Times subiu 0,5% e fechou aos 2.758,79 pontos.
O índice composto da Bolsa de Jacarta, na Indonésia, teve baixa com realizações de lucros após ganhos de mais de 4% na últimas 6 sessões. O índice perdeu 0,6% e fechou aos 2.468,79 pontos.
O índice SET da Bolsa de Bangcoc, na Tailândia, cedeu 0,5% e fechou aos 703,87 pontos, uma vez que os investidores evitaram o mercado esperando notícias sobre a suspensão de 76 projetos industriais em Map Ta Phut. Mas o otimismo sobre os lucros do quarto trimestre limitaram as perdas.
O índice composto de cem blue chips da Bolsa de Kuala Lumpur, na Malásia, subiu 0,1% e fechou aos 1.276,65 pontos, com a debutante Maxix fechando em alta de 8,4%. Mas o sentimento do mercado esteve negativo, com realizações de lucros por investidores de varejo. As informações são da Dow Jones.