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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Chegou o momento de requisitar ajuda', diz premiê grego

O primeiro-ministro da Grécia, George Papandreou, afirmou que "chegou o momento" de o país requisitar ajuda sob um plano de resgate conjunto da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI) depois de meses de turbulência nos mercados financeiros gregos. Falando na ilha de Kastellorizo, Papandreou descreveu o pacote de socorro como "uma necessidade". "É uma extrema necessidade, é uma necessidade nacional".

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, vai agir rapidamente para tomar uma decisão sobre o pedido da Grécia para ativação do mecanismo de empréstimo emergencial financiado pelos 16 países que usam o euro, em conjunto com o FMI, afirmou Amadeu Altafaj Tardio, porta-voz da Comissão.

O pedido da Grécia deve ser examinado pela Comissão, o Banco Central Europeu (BCE) e países da zona do euro. A Comissão e o BCE darão uma opinião sobre o pedido grego e então, os membros da zona do euro deverão tomar a decisão final. Para a Comissão, não há grandes obstáculos para conceder ajuda para a Grécia. "Há um compromisso para que isso aconteça rapidamente", disse Altafaj. "Estamos trabalhando lado a lado com o FMI", acrescentou. Segundo o porta-voz, a decisão sobre a ajuda à Grécia não levará semanas.

terça-feira, 23 de março de 2010

Divergências na Zona Euro sobre situação da Grécia

Líderes europeus deram sinais contraditórios durante o fim-de-semana relativamente à ajuda a prestar à Grécia, com a Primeira-Ministra alemã, Angela Merkel, a pedir ao Governo grego que resolva sozinho o problema das suas dívidas e o Primeiro-Ministro italiano, Silvio Berlusconi, a defender um apoio da União Europeia. 
Estas discrepâncias foram o mais recente sinal de divisão dentro da Zona Euro, formada por 16 nações, sobre se uma ajuda financeira à Grécia é correcta e como fazê-la.
O país está a passar por crescentes dívidas, que colocaram o bloco na sua maior crise desde que começou a funcionar, há 11 anos.
Merkel, que tem pela frente uma eleição em Maio, está ciente de que o eleitorado alemão se opõe a uma ajuda à Grécia e endureceu o seu discurso contra uma declaração concreta da UE de apoio financeiro. Um ponto de vista que a coloca contra Bruxelas e importantes parceiros no continente, que apoiam uma acção que ponha fim à onda especulativa sobre os activos gregos, que tem agravado os problemas do país, com o aumento do custo do crédito para mais do dobro.
Em declarações à rádio Deutschlandfunk, Merkel negou que a Grécia possua “necessidades financeiras agudas” e rejeitou as propostas do presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, de que os líderes da UE deveriam acertar um pacote reserva de ajuda durante o encontro da próxima quinta-feira.
“Não acho que a Grécia precise de dinheiro neste momento e o Governo grego confirmou isso. Portanto, exorto-vos a não aumentarem a turbulência dos mercados, elevando as falsas expectativas para o encontro de quinta-feira”, disse Merkel, referindo-se à reunião de 25 e 26 de Março.
Barroso respondeu em alemão ao jornal Handelsblatt, dizendo que a UE precisa urgentemente de resolver o problema grego, “apesar da agenda política dos países-membros da União Europeia.
Assegurar a estabilidade da união monetária é do interesse da Alemanha", disse Barroso numa entrevista publicada ontem, antes de acrescentar que “a Alemanha dará uma contribuição construtiva para resolver a actual crise”.
O Primeiro-Ministro italiano, cujo país é há muito tempo considerado um dos pontos fracos da Zona Euro, disse à Reuters, durante um comício realizado no domingo, em Bolonha, que é “absolutamente a favor” de uma ajuda da União Europeia à Grécia.
E acrescentou que a UE “não tinha razão de existir” se os seus membros não estivessem prontos para acudir um país da zona euro que está em crise.
A Itália tem uma relação dívida-PIB similar à da Grécia. O país projectou chegar aos 117 por cento neste ano, perto dos 120 por cento da Grécia, embora Roma tenha conseguido maquilhar o seu défice orçamental e passar pela crise financeira melhor do que outras nações do continente europeu, em particular e do mundo, em geral, destacando-se os EUA.
Fonte:jornaldeangola.sapo.ao

23 March

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

PIB da zona do euro sobe 0,1% no 4º trimestre

Londres - O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro (que reúne os 16 paíes que adotam o euro como moeda) subiu 0,1% no quarto trimestre do ano passado, em comparação com o terceiro trimestre. Em relação ao mesmo período de 2008, houve queda de 2,1%. No terceiro trimestre, o PIB havia crescido 0,4%.

A desaceleração da expansão e o fato de a Itália e a Espanha terem tido contração sugerem que a recuperação da segunda maior área econômica do mundo pode ter perdido força, depois de ter recebido um impulso temporário da formação de estoques global.

Os números provavelmente vão convencer o Banco Central Europeu (BCE) a não elevar a taxa de juros básica e a não retirar as medidas de suporte para o setor bancário rapidamente. Também podem convencer os governos da necessidade de manter suas medidas de estímulo fiscal em um momento em que os investidores do mercado de bônus estão pedindo ações para redução de déficits orçamentários e contenção do aumento das dívidas.

No terceiro trimestre do ano passado, a Alemanha havia guiado a recuperação da zona do euro, mas isso foi revertido no quarto trimestre, quando a economia alemã se estagnou em relação ao terceiro trimestre. No caso da França, houve crescimento de 0,6%.

Na mesma base de comparação, a economia da Itália teve 0,2% de contração e a da Espanha, 0,8%. Portugal se estagnou, enquanto o crescimento na Holanda e na Áustria se desacelerou. Na República Checa, a economia teve 0,6% de contração. Na União Europeia como um todo, o PIB cresceu 0,1% em comparação com o terceiro trimestre e caiu 2,3% ante o quarto trimestre de 2008.

Indústria

A produção industrial caiu 1,7% na zona do euro em dezembro, na comparação com novembro, informou hoje a agência de estatísticas da União Europeia (Eurostat). Houve queda de 5% em relação a dezembro do ano passado. A queda mensal é a maior desde fevereiro de 2009, mas a retração anual é a menor desde setembro de 2008. Os números surpreenderam os analistas, que esperavam aumento mensal de 0,2% da produção industrial e uma queda anual de 1,4%. As informações são da Dow Jones.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

EUR - Euro se Recupera com o Possível Resgate da Grécia

O euro subiu acentuadamente ontem contra à maioria das principais moedas, ganhando mais de 150 pips frente ao dólar, e mais de 200 pips contra o iene. Também, obteve uma ligeira tendência de alta contra à libra.

A moeda única européia foi impulsionada sobre as perspectivas de que zona-euro irá ajudar a Grécia a conter a crise orçamental. Especulações sobre um possível plano de resgate tem encorajado a demanda por ativos de maior rendimento, reforçando o euro, em particular contra os ativos portos-seguros, como o dólar e o iene.

Estimativas consideram a possibilidade de que a Alemanha virá com um plano de apoio à economia grega. Enquanto o otimismo sobre a economia grega continuar, os ativos de maior rendimento, como o euro e a libra, serão provavelmente apoiados.

Hoje, os comerciantes são aconselhados à continuar procurando novas indicações referente à economia da Grécia, já que parecem ter forte impacto sobre o euro no momento. Além disso, os comerciantes devem acompanhar o relatório francês da produção industrial, agendado para às 07:45 GMT.

Esse relatório mede a variação no valor total de produção de produtores franceses. Expectativas atuais são de que a produção industrial francesa cresceu 0,6% em dezembro. Se o resultado assim for, deverá seguir apoiando o euro.

Fonte: IBTimes

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Barroso apela aos investidores para não duvidarem da força do euro

Não duvidem da força do euro. Este foi o apelo deixado pelo presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, aos investidores, numa altura em que a moeda europeia tem sido fortemente penalizada pela situação das contas públicas de alguns países da Zona Euro.
"O euro vai continuar a ser um instrumento essencial no nosso [Zona Euro] desenvolvimento", garantiu Barroso no dia em que a nova comissão é aprovada pelo Parlamento Europeu.
Barroso garantiu ainda que a região está em condições de enfrentar todos os desafios que surjam no seu caminho. As palavras do presidente da Comissão Europeia surgem numa altura em que o euro tem estado sob pressão devido à situação das contas públicas de alguns países da Zona Euro, em particular da Grécia, Portugal e Espanha.
Os problemas orçamentais destes três países têm levado os investidores a aumentar a procura de dólares, como moeda de refúgio. À excepção da sessão de hoje, o euro esteve em queda face ao dólar durante quatro sessões consecutivas, tendo chegado a negociar abaixo dos 1,37 dólares.
Na sessão de hoje, o euro está a recuperar das quedas e segue a ganhar 0,59% para negociar nos 1,3730 dólares.
Fonte:Jornal de negocios

9 February

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Bolsas da Europa operam em alta, mas preocupação com a zona do euro persiste

Quando questionado se os EUA corriam o perigo do corte, o ex-presidente do Fed de Nova York foi enfático - “absolutamente não”, respondeu em entrevista à rede televisiva ABC. “Isso nunca ocorrerá para este país”, completou.

Conforme o secretário do Tesouro, quando investidores ao redor do mundo estão avessos ao risco, eles procuram alocar recursos em Treasuries e em ativos denominados em dólares, o que reflete a “confiança básica” nos EUA e em sua habilidade de emergir da recessão global.

Cura e crescimento
“Estamos no início do processo de cura”, disse Geitnher, ao ressaltar que o risco atual de uma nova recessão “está muito, muito menor do que em qualquer momento nos últimos doze meses, ou mais”.

Por fim, o secretário do Tesouro enfatizou que os EUA planejam reduzir o déficit assim que o mercado de trabalho se recuperar. No curto prazo, as medidas deverão ser focadas “para assegurar que a economia mostra crescimento novamente”.,

Fonte: Yahoo

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Grécia é um problema que diz respeito a toda a Zona Euro

O Governo do Reino Unido, "o" grande ausente da união monetária europeia, considera que o problema da Grécia é uma questão que diz respeito a todos os países que integram a Zona Euro, e não apenas a Atenas. O Governo do Reino Unido, “o” grande ausente da união monetária europeia, considera que o problema da Grécia é uma questão que diz respeito a todos os países que integram a Zona Euro, e não apenas a Atenas. Reiterando uma opinião que tem sido crescentemente ventilada por vários responsáveis europeus e de organismos internacionais, como o FMI, o primeiro-ministro Gordon Brown veio hoje, através do seu porta-voz, afirmar os “problemas da Grécia são bem conhecidos”, mas é “uma matéria que diz respeito à Zona Euro”. Por detrás destas declarações parece estar a convicção de que a debilidade das finanças públicas gregas poderá pôr em perigo toda união monetária europeia, devendo, por tal, ser encarada como um problema que exige um esforço de resolução conjunto. Fonte: Jornaldenegocios.pt

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Preços ao consumidor na zona do euro sobem 1%

LONDRES - O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro (que reúne os 16 países que adotam o euro como moeda) apresentou alta de 1,0% em janeiro, em comparação com igual mês do ano passado. O resultado ficou abaixo da previsão dos economistas, de alta de 1,3%. O aumento registrado em janeiro foi o maior em 11 meses.
Em dezembro, o indicador havia subido 0,9%. O Banco Central Europeu, que tem como meta manter a inflação da zona do euro pouco abaixo de 2% no médio prazo, prevê que o CPI ficará aquém desse nível ao longo deste ano. Desde maio, a taxa básica de juros da zona do euro é mantida em 1% ao ano, um recorde de baixa. Além disso, a autoridade monetária tem sinalizado que a retirada das medidas de estímulo à economia será gradual. As informações são da Dow Jones.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Desemprego na zona euro alcança 10% e bate recorde

BRUXELAS, 8 Jan 2010 (AFP) - O índice de desemprego na zona euro voltou a bater recorde e chegou em novembro pela primeira vez a 10%, anunciou a agência europeia de estatísticas, Eurostat.

Em outubro, o desemprego na Eurozona, integrada por 16 países, afetava 9,9% da população ativa, segundo dados revisados para cima.

O nível de desemprego em novembro é o mais elevado desde agosto de 1998, segundo a Eurostat, que estabeleceu registros para os meses anteriores à criação da zona euro em 1999.

O desemprego registra uma alta constante desde o agravamento da crise econômica e financeira mundial no verão (hemisfério norte) de 2008.

Em novembro de 2008, o índice era de 8%.

Na União Europeia (UE), integrada por 27 países (incluindo os 16 da zona euro), o desemprego em novembro foi de 9,5%, contra 9,4% em outubro. O número também é um recorde desde o início da atual série estatística, iniciada em janeiro de 2000.

Os desempregados da zona euro somam 15,712 milhões, uma alta de 102.000 em novembro na copmparação com outubro. Na UE são 22,899 milhões (+185.000).

Fonte: G1

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Confiança econômica da zona do euro melhora em dezembro

BRUXELAS, 7 de janeiro (Reuters) - A confiança econômica na zona do euro melhorou mais que o esperado em dezembro, devido otimismo generalizado na indústria, no setor de serviços e entre os consumidores.

A Comissão Européia informou nesta quinta-feira que seu índice subiu para 91,3 pontos ante 88,8 pontos em novembro. Analistas previam uma leitura de 90,0.

A confiança na indústria aumentou em 3 pontos, para menos 16 pontos. Houve melhora de um ponto no setor de serviços, para menos 3, na confiança do consumidor, para menos 16 pontos, e no varejo, para menos 10 pontos.

Fonte: oglobo

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Setor de serviços registra crescimento na zona do euro

LONDRES - O índice dos gerentes de compra (PMI) sobre a atividade no setor de serviços da zona do euro (grupo dos 16 países que adotam o euro como moeda) subiu para 53,6 em dezembro, de 53,0 em novembro. Os dados, finais, foram divulgados hoje pela Markit Economics. De acordo com a pesquisa, a França e a Alemanha foram as condutoras da recuperação econômica na região, enquanto a Espanha registrou dois anos de contração contínua de atividade no setor de serviços.
Economistas esperavam que o índice da zona do euro subisse para 53,7. Um dado acima de 50 indica expansão da atividade. "Apesar de o PMI final de serviços ter vindo novamente levemente abaixo da leitura preliminar, a melhora no nível mês a mês sugere que o fôlego da recuperação continua aumentando", disse Chris Williamson, economista-chefe da Markit. O PMI composto, que mede a atividade industrial e no setor de serviços da zona do euro, subiu para 54,2 em dezembro, de 53,7 em novembro.
Na Alemanha, o PMI de serviços subiu para 52,7 em dezembro, de 51,4 em novembro. O PMI de serviços da França cedeu a 58,7 em dezembro, de 60,9 em novembro, mas ainda se manteve em nível forte. Já o PMI de serviços da Espanha caiu para 45,0 em dezembro, o menor nível em cinco meses.
"O setor de serviços da Espanha termina 2009 em nível baixo, atingindo a indesejável marca de dois anos de declínio contínuo na atividade", destacou Andrew Harker, economista da Markit. "Os dados de dezembro dão pouca indicação de que as condições vão melhorar no futuro próximo."
Reino Unido
O PMI sobre a atividade no setor de serviços do Reino Unido subiu para 56,8 em dezembro, de 56,6 em novembro, segundo os dados da Markit Economics. Este é o oitavo mês seguido em que o índice ficou acima de 50, mostrando expansão da atividade. Já o componente de novas encomendas subiu no maior ritmo desde setembro de 2007, sugerindo que a economia do país finalmente emergiu da recessão no último trimestre de 2009.
"Os dados de dezembro confirmam que o setor de serviços do Reino Unido registrou crescimento robusto durante o último trimestre de 2009", disse Paul Smith, economista sênior da Markit. As informações são da Dow Jones.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Recuperação da zona do euro será moderada e frágil-membro do BCE

A economia da zona do euro continuará crescendo em 2010, mas a recuperação será frágil e modesta, disse o membro do Banco Central Europeu (BCE) Yves Mersch.
Mersch afirmou que os sinais de retomada ficaram mais evidentes no fim de 2009.
– Em 2010, a economia da zona do euro deverá manter sua expansão,
Fonte: Correiodobrasil

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Euro marca passo face ao dólar e sobe 0,38%

A divisa europeia continua a ganhar terreno face à moeda norte-americana e já tocou os 1,4379 dólares, o máximo do dia.
A moeda da Zona Euro soma e segue a beneficiar ainda da divulgação de dados macroeconómicos vindos do outro lado do Atlântico, que ficaram aquém das expectativas dos investidores. Ontem foram conhecidos os resultados de Novembro relativos à vendas de casas novas e despesas dos norte-americanos, assim como a confiança dos consumidores em Dezembro.
Esta tarde serão conhecidos os novos dados sobre pedidos de desemprego nos Estados Unidos.
Às 10h, o euro avança 0,38% e vale 1,4375 dólares.
Fonte:tvi24

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Comissão Europeia acredita que a recessão acabou

A zona euro já conseguiu pôr um ponto final na recessão mais grave que já alguma vez enfrentou, defendem os serviços da Comissão Europeia.
No relatório trimestral sobre a economia da zona euro produzido pela Direcção de Assuntos Económicos e Financeiros, Bruxelas assinala o regresso a taxas de crescimento económico positivas durante o terceiro trimestre deste ano, o que, segundo o documento, significa que "a mais profunda, longa e generalizada recessão na história da zona euro parece estar acabada".
O optimismo da Comissão é sustentado no facto de, durante o terceiro trimestre, a grande maioria dos países que têm o euro como moeda, ter registado já taxas de crescimento positivas, com as excepções a virem apenas da Grécia, Espanha e Chipre. Portugal registou um crescimento em cadeia de 0,7 por cento.


Os motivos para esta saída da recessão são, no entanto, muito específicos, diz o relatório e arriscam-se, em determinadas circunstâncias, a inverter-se. "A retoma na actividade económica reflecte a melhoria do ambiente externo e das condições financeiras, bem como as nunca vistas acções de política orçamental e monetária que foram adoptadas", afirma.

É desta forma que a Comissão deixa o aviso. A recuperação económica pode sair afectada se algum destes factores deixar de dar o seu contributo. Particularmente perigosa é a situação do sistema financeiro, onde as melhorias registadas não conseguem ainda apagar as ameaças que subsistem à saúde das contas do sector.

De igual modo, a forma como se irá processar o desaparecimento das ajudas públicas, quer por via orçamental, quer pela via monetária, pode ser decisivo. Uma saída demasiado brusca e feita antes de tempo poderia conduzir a uma quebra indesejada da procura agregada e a uma deterioração das condições financeiras nos países da zona euro.

http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1414952

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Setor de serviços da zona do euro tem maior ritmo em 2 anos

LONDRES - A atividade no setor de serviços da zona do euro cresceu no ritmo mais forte em dois anos no começo de dezembro, enquanto a produção manufatureira teve a maior expansão desde março de 2008, segundo pesquisas divulgadas nesta quarta-feira.
O índice Markit do setor de serviços --feito com cerca de 2 mil empresas-- subiu para 53,7 na leitura preliminar de dezembro, ante 53 em novembro.
Foi a melhor leitura do indicador desde novembro de 2007 e o quarto mês consecutivo acima da linha de 50 que divide a contração da retração. Analistas previam um dado de 53,2.
O componente de novos negócios teve pico em 25 meses, a 53 no dado inicial do mês, contra 51,2 em novembro.

O indicador do setor manufatureiro cresceu no maior ritmo em 21 meses, para 51,6 na leitura inicial de dezembro, contra 51,2 em novembro. A estimativa do mercado era de 51,5.
O componente de produção registrou o maior dado em 27 meses, a 55,2, contra 54,8 no mês anterior.
Fonte: estadão

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Confiança dos investidores da Zona Euro sobe para máximo de 18 meses

Há ano e meio que a confiança dos investidores da Zona euro não estava tão alta, segundo o índice calculado pelo instituto de conjuntura alemão Sentix
Há ano e meio que a confiança dos investidores da Zona euro não estava tão alta, segundo o índice calculado pelo instituto de conjuntura alemão Sentix.
O índice subiu pelo quinto mês consecutivo em Dezembro, mas ainda se mantém em terreno negativo, após ter passado de menos sete para menos 5,5. "A fase de estabilização económica está a prosseguir lenta, mas firmemente", escreve o Sentix em comunicado, acrescentando que os investidores esperam que os bancos centrais comecem a endurecer a política monetária.
A Zona Euro sai da recessão no terceiro trimestre, impulsionada pelas exportações e pelos gastos públicos.
Fonte: Jornal de Negócios

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Zona Euro: preços devem manter-se estáveis

A estabilidade dos preços não enfrenta grandes riscos, disse esta sexta-feira o membro do Conselho de Governo do Banco Central Europeu, Erkki Liikanen, numa entrevista ao canal de televisão finlandês «YLE».
«A nossa prioridade é manter a estabilidade de preços e hoje não há riscos significativos para isso», explicou.
Liikanen garantiu, ainda, que o BCE está sempre atento às oscliações dos preços, nomeadamente a médio prazo.
O BCE manteve a sua taxa de referência no mínimo histórico, mas deu os seus primeiros passos para a retira das suas políticas de estímulo económico de emergência, usadas para combater a crise financeira.
Fonte: iol.pt

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Economia da zona do euro cresce 0,4% no terceiro trimestre

SÃO PAULO - O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% na zona do euro e teve expansão de 0,3% na União Europeia no terceiro trimestre, em relação aos três meses antecedentes. Os números fazem parte de pesquisa da agência de estatísticas Eurostat. Entre abril e junho, houve contração de 0,2% na área da moeda comum e de 0,3% no bloco europeu.
Perante o período de julho a setembro de 2008, com ajuste sazonal, o PIB declinou 4,1% na zona do euro e recuou 4,3% na União Europeia, depois de queda de 4,8% e 5%, respectivamente, no segundo trimestre, no comparativo com um ano antes.
Durante o terceiro trimestre deste calendário, o gasto com consumo das famílias diminuiu em 0,2% tanto na região do euro como na União Europeia, seguindo estabilidade e redução de 0,1%, nesta ordem, nos três meses antecedentes. Os investimentos caíram 0,4% na área da moeda comum e 0,5% no bloco europeu.
Fonte: oglobo

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

ÍNDICE DE PREÇOS AO PRODUTOR NA EUROZONA CRESCE 0,2% EM OUTUBRO

O índice de preços ao produtor subiu 0,2% tanto na zona do euro como na União Europeia na passagem de setembro para outubro. O resultado significa uma inversão na direção registrada no nono mês deste ano, quando houve queda de 0,4% nas duas regiões.
No confronto mensal, os preços no setor de energia aumentaram 1% na zona do euro e 0,7% no bloco europeu. Em ambas áreas, os bens de capital e os bens de consumo duráveis tiveram estabilidade e os bens intermediários recuaram 0,1%. Os bens de consumo não duráveis caíram 0,3% na primeira região e diminuíram 0,4% na segunda.
Em outubro, perante um ano antes, os preços declinaram 6,7% na área do euro e cederam 5,8% no bloco europeu.
Fonte: G1

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Zona euro sai da recessão e Reino Unido diverge

Economias do euro crescem 0,4%. Na OCDE a subida do PIB é duas vezes maior.
A economia da zona euro saiu da recessão no terceiro trimestre deste ano, segundo dados divulgados ontem pela OCDE. Fora do conjunto de países da moeda única, o Reino Unido diverge e continua no vermelho.
De acordo com os dados divulgados, a economia da zona euro cresceu 0,4% entre Julho e Setembro, depois de ter caído 0,2% no segundo trimestre. No espaço da OCDE, o crescimento foi de 0,8%, mas no Reino Unido continuou o ritmo de contracção evidenciado desde o segundo trimestre de 2008 e caiu 0,4%
Fonte: Económico