segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Previsão para a sexta-feira, dia 21 de dezembro
Na véspera dos feriados natalícios, a atividade do mercado deveria ser muito baixa que possa provocar vibrações dos câmbios dos instrumentos principais, todavia há uns indicadores para que os traders se orientarem: as vendas a retalho canadenses, o índice Fed Chicago e o relatório trimestral da Comissão Européia sobre a situação na zona Euro.
A resistência para o euro/dólar será a nível de 1,44, o suporte – a 1,4250. O limite superior do libra será a 1,6250, mas é mais provável a oscilação para o suporte de 1,6000. O dólar/franco vai novamente subir para 1,0050, o dólar/iene dirigir-se-á para 91,00.
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Resumo analítico do mercado Forex para a sexta-feira, dia 18 de dezembro
Além disso, na sexta a unidade monetária européia foi afetada pela divulgação do relatório do BCE sobre a estabilidade financeira. Em particular, de acordo com o texto do documento, as perdas dos bancos dos 16 países da zona Euro na época da crise provavelmente foram maiores que o esperado. Ao mesmo tempo o Banco elevou os prejuízos potenciais dos bancos relativo às dívidas “problemáticas” e amortização dos ativos de 65 biliões de euros – até 553 biliões desde 2007 até 2010. Porém, um pouco abrandaram a situação os dados do Instituto IFO em relação da situação econômica corrente (90,5 vs 90,0).
Segundo os peritos, os instrumentos de alto risco foram também pressionados pelas informações sobre um provável golpe de Estado no Paquistão. Mas a seguir o presidente do país desmentiu os rumores, contribuindo para a retração dos câmbios.
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Após atingir R$ 1,80, dólar fecha em baixa a R$ 1,783
Após a forte alta de mais de 2% ontem e de atingir o nível de R$ 1,80 hoje pela manhã, o dólar recuou e fechou a sexta-feira em baixa de 0,39%, cotado a R$ 1,783 no mercado interbancário de câmbio. A taxa máxima registrada hoje durante as negociações foi de R$ 1,801, e a mínima ficou em R$ 1,78.
No mês, o dólar comercial
acumula alta de 1,65%, mas no ano a queda acumulada é de 23,64%. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a moeda negociada à vista encerrou a sessão de hoje na mínima do dia, em baixa de 0,47%, a R$ 1,7812; no mês acumula ganho de 1,54%, mas no ano perde 22,99%.
O dólar turismo caiu 0,69% e fechou a semana cotado a R$ 1,877 na ponta de venda; para compra, R$ 1,733. Já o euro turismo recuou 0,26%, cotado a R$ 2,683 (venda) e R$ 2,483 (compra).
A volatilidade marcou o comportamento das cotações do dólar hoje. Nos momentos de alta registrados pela manhã prevaleceram os movimentos especulativos e o cenário internacional. A queda, sentida na abertura e retomada no início da tarde teve influências diversas, também técnicas, já que a agenda do dia estava esvaziada no mercado interno e no exterior. Internamente, alguns operadores do mercado futuro acreditam que a pressão de alta do dólar ontem e hoje pela manhã foi apoiada ainda por um movimento de desmonte de posições no mercado futuro de ações. Na quarta-feira teve vencimento de Ibovespa futuro e os estrangeiros não rolaram todas as suas posições. A diferença seria considerável e capaz de exercer influência no câmbio, segundo os especialistas.
Já a queda do dólar à tarde foi atribuída ao fato de o Banco Central ter feito o seu leilão de compra no mercado à vista antecipadamente. "O BC compra e tira a pressão dos movimentos especulativos, já que o comprador certo, que pode zerar as posições no final do dia, sai do mercado", diz um profissional de câmbio. No leilão, o BC definiu taxa de corte de R$ 1,7988.
Fonte: Último Segundo
BCE não irá apoiar a Grécia a ultrapassar crise de finanças públicas
Banco Central Europeu não irá socorrer países, como a Grécia, que atravessam uma grave crise de finanças públicas e dificuldades no pagamento da dívida externa, afirmou ontem um dos membros do conselho de governadores do BCE, Ewald Nowotny.
"Uma coisa é clara. O BCE não tem mandato nem intenções de apoiar a consolidação das finanças públicas de um determinado país", referiu Nowotny citado pelo The Wall Street Journal.
As declarações de Nowotny surgem depois de o Banco Central Europeu ter alertado para a possibilidade de as instituições financeiras da zona euro poderem registar novas perdas, devido a uma forte exposição aos países de leste e ao sector imobiliário, que ainda não emergiu da crise dos últimos tempos.
Um dos casos mais recentes de exposição a este factores de risco foi o do banco austríaco Hypo Group, que teve de ser socorrido pelo Governo para não cair na bancarrota. Nowotny apoia a intervenção, para reduzir margem para que os problemas do Hypo pudessem alastrar a todo o sistema.
Fonte: Publico. PT