Muitos perguntam, que devem colocar no GCN, SWIFT ou IBAN. Para o Brasil pedimos SWIFT, mas, vejamos a definição deles:
SWIFT: é a identificação internacional da região nacional do seu banco, ou seja, O banco do brasil por exemplo tem um swift para cada região do país. No RJ tem um swift, em SP tem outro swift, etc.
Isso você tem que perguntar na sua agência.
IBAN: O código IBAN (International Bank Account Number) que contém o número do banco, agência e conta (ambos com dígito) num formato de 18 dígitos: BBBAAAACCCCCCCCCCC onde B é o número do banco, A é o número da agência (4 números e mais o dígito) e C é a conta corrente, com o dígito no final (já incluso no total de 18 dígitos do IBAN completo) com zeros à esquerda pra preencher.
Exemplo:
Se seu banco é o 123, agência 1234-5, conta 123456-7, o seu IBAN seria: 123123450001234567
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
O que é cotação?
Cotação é o preço atual cotado de uma reserva, commodity, um título, etc. No caso das paridades monetárias, a cotação é o preço de uma moeda em unidades de uma outra em um certo momento. Sua informação é mais completa que a do câmbio, uma vez que fornece ambos os preços bid e ask, informando aos traders o preço atual pelo qual eles podem comprar ou vender um par de moedas. Além disso, fornece também o spread entre bid e ask, dando aos traders um noção da liquedez atual do par (spread menor indica mais liquidez).
Resumo analítico do mercado Forex para o dia 24 de novembro
Na terça o dólar americano e a unidade monetária européia mantiveram se confrontando. Segundo os peritos, a competição por liderança no mercado começou ainda no decorrer do pregão asiático e continuava mesmo até o final do americano.
Na primeira metade os instrumentos de alto risco ficaram pressionados devido à queda dos índices de ações asiáticos junto com o barateamento das matérias primas. O euro caiu para o mínimo de 1,4887, a libra esterlina desceu para 1,6518. Frente ao franco suiço o dólar cresceu até 1,0151. A única moeda a resistir a pressão do dólar ficou o iene japonês: no início da quarta o americano enfraqueceu para 88,54.
Convém mencionar, que os investidores frequentemente utilizam as moedas de abrigo seguro, em particular, o dólar e o iene, na altura dos dados económicos pessimistas e o apetite diminuido por risco.
Em meados do dia a situação melhorou reduzindo as vendas dos ativos com a taxa de juros relativamente alta. Além do mais, os rivais do dólar foram incentivados pelos dados favoráveis do Instituto alemão IFO: o clima empresarial na Alemanha cresceu até 93,9 em novembro frente a 92,0 em outubro.
A unidade monetária européia conseguiu devolver seus ganhos de manhã, subindo para 1,4987. A libra esterlina também recuperou parcialmente, atingindo 1,6594. O franco desforrou completamente contra o dólar e revelou um pequeno avanço a marca de 1,0079. Frente ao iene a moeda americana manteve caindo, atualizando a sua maior baixa de 88,34.
Os números do PIB alemão coincidiram com os dados preliminários e geralmente não afetaram o mercado. Pois, em terceiro trimestre o Produto Interno Bruto da Alemanha cresceu 0,7% frente ao trimestre anterior, mas comparado com o mesmo periodo do ano passado cedeu 4,7%.
Porém, a maioria dos concorrentes estava predestinada a cair as posições atingidas devido à estatística macroeconómica americana desfavorável.
Apesar da confiança ao consumidor positiva em novembro (49,5 contra 47,5) e o PIB revisado de terceiro trimestre próximo à previsão (o PIB americano cresceu 2,8% em terceiro trimestre anual após a queda de 0,7% em segundo), os números do índice produtivo do FRS-Richmond revelou +1 em novembro em vez de +8 previsto, enquanto os preços de habitação registraram 0.0% frente o prognóstico de 0.1%.
De acordo com o Protocolo da sessão da Comissão Federal do Mercado Aberto do Fed americano (3-4 de novembro), “qualquer tendência da queda acelerada do dólar ou da elevação forçada da inflação será fixamente monitorada”. Pois, o release não provocou sérias vibrações no mercado.
Assim sendo, no decurso do pregão americano os câmbios das moedas principais se fixaram nos canais relativamente estreitos: o euro negociava entre 1,4920 e 1,4980, a libra, tendo caido até 1,6529, oscilava entre 1,6560 e 1,6600. O franco suiço foi novamente empurrado para 1,0129, mas a seguir conseguiu retornar para 1,0075. O dólar/iene cotava num canal de 88,35-88,65.
Na primeira metade os instrumentos de alto risco ficaram pressionados devido à queda dos índices de ações asiáticos junto com o barateamento das matérias primas. O euro caiu para o mínimo de 1,4887, a libra esterlina desceu para 1,6518. Frente ao franco suiço o dólar cresceu até 1,0151. A única moeda a resistir a pressão do dólar ficou o iene japonês: no início da quarta o americano enfraqueceu para 88,54.
Convém mencionar, que os investidores frequentemente utilizam as moedas de abrigo seguro, em particular, o dólar e o iene, na altura dos dados económicos pessimistas e o apetite diminuido por risco.
Em meados do dia a situação melhorou reduzindo as vendas dos ativos com a taxa de juros relativamente alta. Além do mais, os rivais do dólar foram incentivados pelos dados favoráveis do Instituto alemão IFO: o clima empresarial na Alemanha cresceu até 93,9 em novembro frente a 92,0 em outubro.
A unidade monetária européia conseguiu devolver seus ganhos de manhã, subindo para 1,4987. A libra esterlina também recuperou parcialmente, atingindo 1,6594. O franco desforrou completamente contra o dólar e revelou um pequeno avanço a marca de 1,0079. Frente ao iene a moeda americana manteve caindo, atualizando a sua maior baixa de 88,34.
Os números do PIB alemão coincidiram com os dados preliminários e geralmente não afetaram o mercado. Pois, em terceiro trimestre o Produto Interno Bruto da Alemanha cresceu 0,7% frente ao trimestre anterior, mas comparado com o mesmo periodo do ano passado cedeu 4,7%.
Porém, a maioria dos concorrentes estava predestinada a cair as posições atingidas devido à estatística macroeconómica americana desfavorável.
Apesar da confiança ao consumidor positiva em novembro (49,5 contra 47,5) e o PIB revisado de terceiro trimestre próximo à previsão (o PIB americano cresceu 2,8% em terceiro trimestre anual após a queda de 0,7% em segundo), os números do índice produtivo do FRS-Richmond revelou +1 em novembro em vez de +8 previsto, enquanto os preços de habitação registraram 0.0% frente o prognóstico de 0.1%.
De acordo com o Protocolo da sessão da Comissão Federal do Mercado Aberto do Fed americano (3-4 de novembro), “qualquer tendência da queda acelerada do dólar ou da elevação forçada da inflação será fixamente monitorada”. Pois, o release não provocou sérias vibrações no mercado.
Assim sendo, no decurso do pregão americano os câmbios das moedas principais se fixaram nos canais relativamente estreitos: o euro negociava entre 1,4920 e 1,4980, a libra, tendo caido até 1,6529, oscilava entre 1,6560 e 1,6600. O franco suiço foi novamente empurrado para 1,0129, mas a seguir conseguiu retornar para 1,0075. O dólar/iene cotava num canal de 88,35-88,65.
Previsão para quarta-feira, dia 25 de novembro
Uma atividade baixa dos bolsistas na véspera do Dia de ação de graças (data nacional americana e canadense e feriado para bolsas de valores), os instrumentos principais não vão sair das faixas recentemente formadas. Ao mesmo tempo, as flutuações dos câmbios podem ser rápidas e bruscas.
Devido a vendas prováveis do dólar ascendente o euro/dólar manterá dentro do corredor de 1,5000-1,4950. A libra nãp vai sair do canal de 1,6700-1,6470.
No que se refere à agenda fundamental, vale prestar atenção o PIB da Grã-Bretanha, os gastos pessoais, as encomendas de bens duráveis e a taxa de desemprego dos EUA.
Devido a vendas prováveis do dólar ascendente o euro/dólar manterá dentro do corredor de 1,5000-1,4950. A libra nãp vai sair do canal de 1,6700-1,6470.
No que se refere à agenda fundamental, vale prestar atenção o PIB da Grã-Bretanha, os gastos pessoais, as encomendas de bens duráveis e a taxa de desemprego dos EUA.
Resumo analítico do mercado Forex para o dia 24 de novembro
Na terça o dólar americano e a unidade monetária européia mantiveram se confrontando. Segundo os peritos, a competição por liderança no mercado começou ainda no decorrer do pregão asiático e continuava mesmo até o final do americano.
Na primeira metade os instrumentos de alto risco ficaram pressionados devido à queda dos índices de ações asiáticos junto com o barateamento das matérias primas. O euro caiu para o mínimo de 1,4887, a libra esterlina desceu para 1,6518. Frente ao franco suiço o dólar cresceu até 1,0151. A única moeda a resistir a pressão do dólar ficou o iene japonês: no início da quarta o americano enfraqueceu para 88,54.
Convém mencionar, que os investidores frequentemente utilizam as moedas de abrigo seguro, em particular, o dólar e o iene, na altura dos dados económicos pessimistas e o apetite diminuido por risco.
Em meados do dia a situação melhorou reduzindo as vendas dos ativos com a taxa de juros relativamente alta. Além do mais, os rivais do dólar foram incentivados pelos dados favoráveis do Instituto alemão IFO: o clima empresarial na Alemanha cresceu até 93,9 em novembro frente a 92,0 em outubro.
A unidade monetária européia conseguiu devolver seus ganhos de manhã, subindo para 1,4987. A libra esterlina também recuperou parcialmente, atingindo 1,6594. O franco desforrou completamente contra o dólar e revelou um pequeno avanço a marca de 1,0079. Frente ao iene a moeda americana manteve caindo, atualizando a sua maior baixa de 88,34.
Os números do PIB alemão coincidiram com os dados preliminários e geralmente não afetaram o mercado. Pois, em terceiro trimestre o Produto Interno Bruto da Alemanha cresceu 0,7% frente ao trimestre anterior, mas comparado com o mesmo periodo do ano passado cedeu 4,7%.
Porém, a maioria dos concorrentes estava predestinada a cair as posições atingidas devido à estatística macroeconómica americana desfavorável.
Apesar da confiança ao consumidor positiva em novembro (49,5 contra 47,5) e o PIB revisado de terceiro trimestre próximo à previsão (o PIB americano cresceu 2,8% em terceiro trimestre anual após a queda de 0,7% em segundo), os números do índice produtivo do FRS-Richmond revelou +1 em novembro em vez de +8 previsto, enquanto os preços de habitação registraram 0.0% frente o prognóstico de 0.1%.
De acordo com o Protocolo da sessão da Comissão Federal do Mercado Aberto do Fed americano (3-4 de novembro), “qualquer tendência da queda acelerada do dólar ou da elevação forçada da inflação será fixamente monitorada”. Pois, o release não provocou sérias vibrações no mercado.
Assim sendo, no decurso do pregão americano os câmbios das moedas principais se fixaram nos canais relativamente estreitos: o euro negociava entre 1,4920 e 1,4980, a libra, tendo caido até 1,6529, oscilava entre 1,6560 e 1,6600. O franco suiço foi novamente empurrado para 1,0129, mas a seguir conseguiu retornar para 1,0075. O dólar/iene cotava num canal de 88,35-88,65.
Previsão para quarta-feira, dia 25 de novembro
Uma atividade baixa dos bolsistas na véspera do Dia de ação de graças (data nacional americana e canadense e feriado para bolsas de valores), os instrumentos principais não vão sair das faixas recentemente formadas. Ao mesmo tempo, as flutuações dos câmbios podem ser rápidas e bruscas.
Devido a vendas prováveis do dólar ascendente o euro/dólar manterá dentro do corredor de 1,5000-1,4950. A libra nãp vai sair do canal de 1,6700-1,6470.
No que se refere à agenda fundamental, vale prestar atenção o PIB da Grã-Bretanha, os gastos pessoais, as encomendas de bens duráveis e a taxa de desemprego dos EUA.
Clique para ver o calendário para o dia 25 de novembro
Na primeira metade os instrumentos de alto risco ficaram pressionados devido à queda dos índices de ações asiáticos junto com o barateamento das matérias primas. O euro caiu para o mínimo de 1,4887, a libra esterlina desceu para 1,6518. Frente ao franco suiço o dólar cresceu até 1,0151. A única moeda a resistir a pressão do dólar ficou o iene japonês: no início da quarta o americano enfraqueceu para 88,54.
Convém mencionar, que os investidores frequentemente utilizam as moedas de abrigo seguro, em particular, o dólar e o iene, na altura dos dados económicos pessimistas e o apetite diminuido por risco.
Em meados do dia a situação melhorou reduzindo as vendas dos ativos com a taxa de juros relativamente alta. Além do mais, os rivais do dólar foram incentivados pelos dados favoráveis do Instituto alemão IFO: o clima empresarial na Alemanha cresceu até 93,9 em novembro frente a 92,0 em outubro.
A unidade monetária européia conseguiu devolver seus ganhos de manhã, subindo para 1,4987. A libra esterlina também recuperou parcialmente, atingindo 1,6594. O franco desforrou completamente contra o dólar e revelou um pequeno avanço a marca de 1,0079. Frente ao iene a moeda americana manteve caindo, atualizando a sua maior baixa de 88,34.
Os números do PIB alemão coincidiram com os dados preliminários e geralmente não afetaram o mercado. Pois, em terceiro trimestre o Produto Interno Bruto da Alemanha cresceu 0,7% frente ao trimestre anterior, mas comparado com o mesmo periodo do ano passado cedeu 4,7%.
Porém, a maioria dos concorrentes estava predestinada a cair as posições atingidas devido à estatística macroeconómica americana desfavorável.
Apesar da confiança ao consumidor positiva em novembro (49,5 contra 47,5) e o PIB revisado de terceiro trimestre próximo à previsão (o PIB americano cresceu 2,8% em terceiro trimestre anual após a queda de 0,7% em segundo), os números do índice produtivo do FRS-Richmond revelou +1 em novembro em vez de +8 previsto, enquanto os preços de habitação registraram 0.0% frente o prognóstico de 0.1%.
De acordo com o Protocolo da sessão da Comissão Federal do Mercado Aberto do Fed americano (3-4 de novembro), “qualquer tendência da queda acelerada do dólar ou da elevação forçada da inflação será fixamente monitorada”. Pois, o release não provocou sérias vibrações no mercado.
Assim sendo, no decurso do pregão americano os câmbios das moedas principais se fixaram nos canais relativamente estreitos: o euro negociava entre 1,4920 e 1,4980, a libra, tendo caido até 1,6529, oscilava entre 1,6560 e 1,6600. O franco suiço foi novamente empurrado para 1,0129, mas a seguir conseguiu retornar para 1,0075. O dólar/iene cotava num canal de 88,35-88,65.
Previsão para quarta-feira, dia 25 de novembro
Uma atividade baixa dos bolsistas na véspera do Dia de ação de graças (data nacional americana e canadense e feriado para bolsas de valores), os instrumentos principais não vão sair das faixas recentemente formadas. Ao mesmo tempo, as flutuações dos câmbios podem ser rápidas e bruscas.
Devido a vendas prováveis do dólar ascendente o euro/dólar manterá dentro do corredor de 1,5000-1,4950. A libra nãp vai sair do canal de 1,6700-1,6470.
No que se refere à agenda fundamental, vale prestar atenção o PIB da Grã-Bretanha, os gastos pessoais, as encomendas de bens duráveis e a taxa de desemprego dos EUA.
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