Frankfurt (Alemanha), 8 dez (EFE).- O euro abriu hoje praticamente estável na bolsa de Frankfurt e, por volta das 5h35 de Brasília, era negociado a US$ 1,4825, pouco menos do que o preço de US$ 1,4381 registrado no fechamento desta segunda-feira.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou ontem o câmbio oficial do euro em US$ 1,4787. EFE.
Fonte: G1
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Dólar sobe frente ao euro e cai em relação ao iene
Nova York, 7 dez (EFE).- O dólar subiu hoje frente ao euro e caiu em relação ao iene, em um dia em que o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Ben Bernanke, se mostrou cauteloso sobre o ritmo de recuperação da atividade econômica no país.
Ao final do pregão em Nova York, um euro era negociado a US$ 1,4813, frente a US$ 1,4846 do fechamento de sexta-feira.
Já em relação à moeda japonesa, o dólar fechou cotado a 89,52 ienes, em comparação com os 90,50 ienes do pregão anterior.
Cotação da moeda americana frente às principais divisas internacionais:.
MOEDA FECHAMENTO FECHAMENTO ANTERIOR.
EURO/DÓLAR 1,4813 1,4846
DÓLAR/IENE 89,52 90,50.
DÓLAR/LIBRA ESTERLINA 0,6083 0,6079.
DÓLAR/FRANCO SUÍÇO 1,0201 1,0170.
DÓLAR/DÓLAR CANADENSE 1,0530 1,0581.
EFE
Fonte: G1
Reação dos EUA segue em 2010, diz Fed
A economia dos EUA deve continuar se recuperando no próximo ano, mas um mercado de trabalho fraco e o crédito apertado devem deixar o crescimento num ritmo moderado, disse Ben Bernanke, o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Quando a recuperação for suficientemente forte, disse, o Fed estará pronto para desativar as medidas de estímulo extraordinários à economia, para evitar inflação.
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"Embora tenhamos começado a ver alguma melhora na atividade econômica, ainda temos alguma distância a percorrer antes que possamos assegurar que a recuperação será autossustentada", disse em discurso no Clube Econômico de Washington.
"As previsões econômicas estão sujeitas a grande incerteza, mas creio neste ponto que continuaremos a ver um modesto crescimento econômico no próximo ano - suficiente para trazer a taxa de desemprego para baixo, mas num ritmo mais lento do que gostaríamos."
A taxa de desemprego no país caiu inesperadamente para 10% em novembro, enquanto as perdas de vagas recuaram ao menor nível desde que a recessão começou em dezembro de 2007, segundo os dados divulgados na sexta-feira. Foi um dos mais fortes sinais nas últimas semanas de que a economia dos EUA está saindo da pior recessão em décadas.
Os mercados financeiro viram os dados do emprego de sexta-feira como um possível estímulo para que o Fed eleve os juros num futuro próximo e estavam aguardando por sinais de Bernanke em seu discurso.
No início da semana passada, 20% dos contratos de mercado futuro consideraram que as taxas dos Fed Funds subiriam para 0,5% até a reunião do Fed de junho de 2010. No fechamento de sexta-feira, foram quase 70% dos contratos futuros.
No entanto, Bernanke foi cauteloso, indicando que o mercado de trabalho continua fraco, apesar da melhora. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Yahoo
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"Embora tenhamos começado a ver alguma melhora na atividade econômica, ainda temos alguma distância a percorrer antes que possamos assegurar que a recuperação será autossustentada", disse em discurso no Clube Econômico de Washington.
"As previsões econômicas estão sujeitas a grande incerteza, mas creio neste ponto que continuaremos a ver um modesto crescimento econômico no próximo ano - suficiente para trazer a taxa de desemprego para baixo, mas num ritmo mais lento do que gostaríamos."
A taxa de desemprego no país caiu inesperadamente para 10% em novembro, enquanto as perdas de vagas recuaram ao menor nível desde que a recessão começou em dezembro de 2007, segundo os dados divulgados na sexta-feira. Foi um dos mais fortes sinais nas últimas semanas de que a economia dos EUA está saindo da pior recessão em décadas.
Os mercados financeiro viram os dados do emprego de sexta-feira como um possível estímulo para que o Fed eleve os juros num futuro próximo e estavam aguardando por sinais de Bernanke em seu discurso.
No início da semana passada, 20% dos contratos de mercado futuro consideraram que as taxas dos Fed Funds subiriam para 0,5% até a reunião do Fed de junho de 2010. No fechamento de sexta-feira, foram quase 70% dos contratos futuros.
No entanto, Bernanke foi cauteloso, indicando que o mercado de trabalho continua fraco, apesar da melhora. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
Fonte: Yahoo
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Previsão para a semana que vem
As informações positivas do emprego americano , divulgadas no fim da semana, despertaram otimismo entre partidários do dólar. Obtiveram a opinião que a reabilitação da economia americana ganha mais força, enquanto a taxa de juros nos EUA pode ser elevada mais cedo que o esperado. Nesta situação a moeda americana conseguiu atinigir novos valores máximos frente aos rivais principais. O mesmo contexto pode contribuir para a manutenção do reforço americano no decorrer da semana que vém. Como o euro/dólar terminou a semana cotado a 1,48, a tendência bearish seria mais lógica para o par que pode descer para 1,46. Frente à libra esterlina, a valorização do dólar mais lenta, quer dizer o par vai pertencer no corredor de 1,64-1,67, com uma provável queda para 1,63. Contra o iene, a moeda americana vai continuar a retração para cima, a resistência de 92,00 será muito estável.
Na semana que vém terão lugar três sessões dos Bancos centrais. No dia 8 anunciará sua taxa de juros o Banco Central canadense, no dia 9 vai divulgar sua decisão o banco neozelandês e no dia 10 publicará sua estratégia o Banco da Inglaterra. De acordo com os peritos, todos os bancos vão conservar suas taxas inalteradas: 0,25%, 2,5% e 0,5% respetivamente. Além disso, a Alemanha e a Grã-Bretanha vão fornecer os números do setor manufatureiro delas. Na ordem do dia americana merecem atenção as vendas a varejo, a balança comercial e a confiança ao consumidor da universidade Michigan.
Resumo analítico do mercado Forex para a semana de 30 de novembro a 4 de dezembro
A semana corrente não revelou qualquer tendência acentuada para a maioria dos pares de moedas. Os gaps em favor dos euro/dólar e libra/dólar, formados na abertura da sessão da segunda, foram brevemente neutralizados, permitindo que o dólar devolvesse gradualmente o território perdido. Como já foi indicado pelos peritos, a força motriz que causou a queda do libra e do euro abaixo de 1,6500 e 1,5000 respetivamente, foi a informação dos Emirados Árabes Unidos. Em particular, a fundação Dubai World pediu a credores o adiamento por seis meses das dívidas. Nessa situação as cotações dos índices de ações asiáticos seguidos pelas moedas de alto risco começaram a fortalecer. Por sua vez, os dados da zona Euro e da Grã-Bretanha não deram o apoio suficiente às moedas nacionais: o volume líquido do crédito ao consumidor britânico reduziu-se 0,6 biliões de libras esterlinas, enquanto a estimação dos preços ao consumidor da zona Euro aumentou 0,6% frente à previsão de 0,4%. Os índices da atividade empresarial no setor manufatureiro dos EUA do FRS-Dallas e Chicago revelaram uma dinâmica positiva. Neste contexto a moeda americana conseguiu desenvolver a retração gradual num crescimento estável que durou até o final do dia.
Tendo retornado à marca de 1,5000 frente ao euro e a de 1,6400 contra a libra, o americano novamente ficou pressionado. Os receios dos investidores relativo à declaração da fundação Dubai World de adiar o momento da liquidação da dívida por 6 meses se apagaram, por que a crise no emirado foi classificada como local. Pois, os índices de ações no contexto dos humores positivos bolsistas tiveram uma forte alta. O release do índice produtivo do ISM revelou a redução de 0,7 até 53,6 em vez da queda para 55, mas não incentivou o câmbio do dólar, enquanto os dados do mercado imobiliário dos Estados Unidos não afetara seriamente as oscilações dos instrumentos principais.
Pois, no fim da terça o euro/dólar aproximou-se de novo da figura 1,51, a libra aubiu para 1,6646.
Como sempre se destacou o iene japonês. O mínimo 87,53 foi causado pela reação dos traders aos receios do governo do Japão em relação da valorização contínua da moeda nacional. Além disso, a sessão extraordinária do Banco do Japão resultou em medidas adicionais da flexibilização quantitativa. Em particular, o Banco planeja fornecer mais 10 triliões de ienes sob caução das obrigações do Estado e das corporações e dos títulos comerciais. Assim, o aumento da liquidez no mercado tem como objetivo de desacelerar o crescimento do iene. Portanto, o efeito das medidas tomadas não se tornou contínuo e o USD/JPY novamente desceu para 86,48.
O dia seguinte também forneceu comentários dos executivos japoneses. O primeiro-ministro do Japão notou que o crescimento do iene não será desleixada, pois, a seguir o porta-voz do governo precisou que não se tinha tratado de quaisquer intervenções. Todavia as palavras do executivo afetaram a movimentação da moeda nacional japonesa: o par de USD/JPY após tendo aberto perto de 86,70 se pôs para cima. A resistência de 87,00 não conseguiu parar o reforço do dólar que finalmente ultrapassou a fasquia de 87,50.
Os preços de fabricante da zona Euro cresceu 0,2% frente à previsão de 0,00%. Foi também importante a divulgação dos números em relação das reservas de petróleo e derivados do petróleo nos EUA, portanto, os dados não revelaram a tendência única. Não influenciou no mercado o release do Livro Bege, relatório económico das regiões americanas.
Assim sendo, o par de euro/dólar, tendo aberto acima de 1,5000, negociava com o apoio de 1,5000 no final da semana. O libra/dólar começou a nível de 1,6500 e finalizou perto de 1,6700. O dólar/franco cedeu uns 100 pontos a partir do princípio da semana na área de 0,9950, enquanto o dólar/iene teve o cantrário, ganhando mais de 100 pontos.
Na quinta no contexto da procura crescente dos ativos de alto risco o câmbio do dólar amricano ficou pressionado. Pois, no cenário habitual interveio o chefe do Banco Central Europeu. Na conferência de imprensa mensal Trichet fez umas declarações, em particular, anunciou o início da retirada gradual da massa enorme da liquidez, fornecida ao sistema bancário na época da crise, classificou o nível atual das taxas de juros como correspondente ao objetivo geral do banco de manter neutral relativo à política monetária e qualificou os esforços do Fed para apoiar o dólar forte como positivos.
Convém mencionar, que o BCE manteve a taxa de juros principal inalterada a nível de 1%.
Pois, após o crescimento até 1,5140 o câmbio do euro/dólar caiu suas posições no decurso da sessão americana para 1,0538, enqunto o do libra desceu para 1,6554.
Quanto à sexta-feira, finalmente inverteu as tendências de consolidação de divisas de alto risco. A divulgação dos dados da Massa Salarial Não Agrícola americana ficou um verdadeiro teste de estabilidade para os instrumentos que o falharam. A oscilação relativamente tranquila do euro/dólar perto de 1,5050 foi seguida pela queda brusca das cotações da moeda única européia, que em breve cedeu mais de 200 pips, descendo para 1,4818. O fracasso da libra foi também muito grave. A cerca de 14-00 GMT o britânico começou a perder pontos, nomeadamente, de 1,6666 despancou-se para 1,6420. Não se segurou e o iene: o câmbio do USD/JPY, negociando perto de 88,30, pôs-se a subir e no final do dia conseguiu se fixar acima de 90,50. O gráfico do dólar/franco também registrou um salto de uns 200 pontos: sendo vendido antes da notícia abaixo de 1,0000, enfim atingiu 1,0190.
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