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Primeiro, convém mencionar que na quinta os bolsistas dos EUA e do Canadá celebram o Dia de ação de graças, por isso as praças financeiras serão fechadas. Na agenda fundamental merecem atenção o agregado monetário M3 da zona Euro e os preços ao consumidor da Alemanha.
A resistência para o euro vai se colocar a 1,5170 com o apoio de 1,4950. A libra pode manter no canal de 1,6750-1,6640. O iene pode manter fortalecendo até 87,00 com o suporte de 88,20.
O único impulso para grandes vibrações no decurso das negociações relativamente tranquilas da quarta ficou o Protocolo da sessão da FOMC de 3-4 de novembro. De acordo com o documento, a queda do câmbio americano foi reconhecida “objetiva” e a Reserva Federal vai monitorar como a desvalorização da moeda nacional afeta as expetativas inflacionárias da população dos EUA.
Assim, ficou evidente que o Fed concorda com a situação corrente e, como consequência, em breve não haverá quaisquer medidas para estabilizar o câmbio do dólar. Neste contexto o apetite dos investidores por risco se expandiu muito, provocando as vendas intensas da moeda americana.
Também pesou sobre o dólar a declaração do Banco Central da Rússia sobre a conversão provável duma parte das reservas monetárias ao dólar canadense para reduzir a dependência da divisa dos EUA. A notícia estimulou a moeda do Canadá que atingiu o valor máximo semanal frento ao amricano a marca de 1,0447.
O crescimento da libra esterlina frente ao dólar fraco foi moderado pelos números negativos do PIB britânico: o PIB em terceiro trimestre reduziu-se 0,3%, coincidindo com a previsão. Como resultado, o limite superior para o GBP/USD foi a marca de 1,6744, enquanto o euro e o franco continuavam atualizando as suas maiores altas mansais.
As notícias americanas também revelaram a dinâmica positiva: os pedidos iniciais de auxílio-desemprego foi inferior à previsão e registrou 466 mil contra 500 mil previstos. Ao mesmo tempo as vendas de casas novas em outubro marcou 430 mil frente à previsão de 404 mil, em particular, o indicador cresceu 6,2% frente a 0,4% predicado.
Pois, a agiotagem crescente ajudou a unidade monetária européia a reforçar até o máximo de 15 meses 1,5144, o franco superou o nível de paridade com dólar, registrando a sua maior alta de 19 meses 0,9954. Convém mencionar que a moeda suiça foi apoiada pelo Presidente do Banco central do país Jean-Pierre Roth que fez alusão sobre a saída do programa de estimulação a medida que a economia mundial vai consolidando.
No que diz respeito ao iene, ficou muito mais exigida após o Fed tinha declarado a falta das medidas para fortalecer o dólar. Neste contexto, os traders viram a maior vantagem na manutenção contínua das taxas de juros entre as duas moedas. Finalmente, o dólar/iene desceu para o valor mínomo de 10 meses 87,19.
Tóquio, 26 nov (EFE).- O dólar caiu nesta quinta-feira em Tóquio até 86 ienes, o nível mais baixo em 14 anos, o que gerou alarme nas grandes empresas exportadoras japonesas e deixou o Governo perto de uma possível intervenção no mercado de divisas.
Ao final do pregão, o dólar era comprado no mercado de Tóquio a 86,78 ienes, após ter chegado a 86,30 ienes, o mínimo desde 1995, quando chegou a ficar abaixo dos 80 ienes, no meio da rivalidade comercial entre Japão e EUA.
Por trás dessa queda do dólar, estão as previsões de uma recuperação lenta da economia americana e de que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) manterá a taxa básica de juros extremamente baixa por algum tempo. Desde janeiro, está entre 0 e 0,25%.
"Se o iene continuar subindo a um ritmo acelerado, não há dúvida de que haverá um impacto na economia" do Japão, advertiu o porta-voz do Governo, Hirofumi Hirano, antes de admitir que a força do iene poderia chegar a influenciar o próximo orçamento geral.
O ministro das Finanças japonês, Hirohisa Fujii, disse que o Governo tomará as "medidas adequadas" para prevenir movimentos "anômalos" no mercado de divisas, mas afirmou que, por enquanto, se limita a vigiar "muito de perto" os mercados.
Há meses, o Executivo japonês indicou a possibilidade de uma intervenção no mercado de divisas para estabilizar a cotação do iene, que colocou em alerta a companhias exportadoras, um dos principais motores da economia do Japão.
Em meio a cortes de despesas e reestruturações para enfrentar a crise, grupos exportadores como Toyota, Honda e Sony temem que seus esforços para consolidar a recuperação sejam reduzidos o nada por causa do câmbio monetário.
O Japão, a segunda maior economia mundial, saiu no segundo trimestre deste ano da pior recessão após a Segunda Guerra Mundial e está em uma incipiente recuperação que, no entanto, ainda sofre a ameaça da persistente deflação.
Uma divisa forte pode prolongar o problema da deflação japonesa, já que, por sua vez, contrai o consumo interno, porque os compradores ficam à espera de preços mais baixos no futuro.
O estímulo à demanda interna é um dos objetivos do atual Governo japonês, que chegou ao poder em meados de setembro com um programa eleitoral que, entre outros, propunha reorientar a economia para torná-la menos dependente das exportações.
Fonte: hostednews
Frankfurt (Alemanha), 26 nov (EFE).- O euro estava em alta hoje na abertura do mercado de divisas de Frankfurt e cotado a US$1,5084, frente aos US$1,5061 de ontem pela tarde.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou ontem o câmbio oficial do euro em US$1,5083. EFE
Fonte: G1
O par EUR/USD (euro frente ao dólar) se negocia a 1.5027 dólares por euro, oscilando entre 1.4962 e 1.5038, acima do fechamento de ontem em 1.4996. Os traders devem considerar para o próximo período os preços máximos conhecidos como as resistências de: 1.5050, 1.5100, e 1.5150.
Com respeito aos preços mínimos conhecidos como os suportes teremos: 1.5000, 1.4950 e 1.4900. Com relação aos sinais, como primeira opção teremos uma subida a de 1.4970, podendo chegar a 1.5030 e 1.5050. Depois da alta, podemos ter uma segunda opção de queda a 1.4940, seguindo a 1,4920.
Vale ressaltar que, as tendências podem variar periodicamente, devido a divulgação das notícias que saem no calendário
Fonte:ibtimes