quarta-feira, 25 de novembro de 2009

USD/JPY: mínimos de nove meses

O par está a cair com força, negociando-se neste momento a 87.27 ienes por dólar. O preço está a quebrar a banda inferior de Bollinger, indicando uma possível correcção até à banda média, enquanto o RSI com velas de uma hora está em claríssima sobrevenda.
O Estocástico indica sinais de venda neste momento. Se a tendência se inverter, a próxima resistência está a 88.20 ienes por dólar.

Fonte: IBT

Cotação do euro na abertura do mercado de Frankfurt

 
Frankfurt (Alemanha), 24 nov (EFE).- O euro estava hoje em queda na abertura do mercado de divisas de Frankurt e cotado a US$1,4892, frete aos US$1,4981 de segunda-feira pela tarde.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou ontem o câmbio oficial do euro em US$1,4968. EFE
Fonte: G1

Fed diz que acompanhará qualquer intensificação em queda do dólar

Washington, 24 nov (EFE).- Os funcionários do Federal Reserve (Fed, banco central americano) disseram, durante a última reunião do Comitê de Mercado Aberto, este mês, que acompanhará "de perto" qualquer desvalorização adicional do dólar, segundo as atas do encontro, divulgadas hoje.
Os participantes da reunião em 3 e 4 de novembro disseram que a recente queda da divisa foi gradual e parece refletir um menor interesse em ativos refúgio, diante da melhora das condições nos mercados financeiros este ano.
Mesmo assim, o Fed afirmou que não baixará a guarda e acrescentou que acompanhará de perto "qualquer intensificação na tendência de desvalorização do dólar".

O banco central indicou que se manterá alerta também diante da possibilidade de que as oscilações no valor do dólar pressionem a inflação para cima.
O presidente do Fed, Ben Bernanke, disse, durante um discurso em Nova York na semana passada, que o organismo acompanha muito de perto a evolução da divisa.
Os funcionários do banco central temem que as baixas taxas de juros no país provoquem uma brusca queda do dólar, o que poderia impulsionar a inflação e os preços dos produtos importados.
Bernanke disse que o Fed defende um dólar forte, como uma forma de assegurar a estabilidade financeira no país.
Acrescentou que o compromisso do banco central com a estabilidade de preços e as políticas destinadas à criação de emprego, junto à força subjacente da economia americana, ajudarão a apoiar o dólar.
Os analistas acham que esse tipo de comentários terá pouco efeito, a menos que sejam acompanhadas de mudanças na política monetária. EFE
Fonte: G1

Euribor a seis meses volta a subir

A Euribor a seis meses voltou hoje a subir depois de ontem ter ficado estável, enquanto no prazo a três meses o indexante ficou inalterado depois de ontem ter subido.
A Euribor a seis meses voltou hoje a subir depois de ontem ter ficado estável, enquanto no prazo a três meses o indexante ficou inalterado depois de ontem ter subido.
As taxas Euribor subiram em todos os prazos, com excepção nos três meses. Neste prazo o indexante estabilizou em 0,716%, depois de ontem ter subido.

Na Euribor a seis meses, o indexante mais utilizado no crédito à habitação em Portugal, a tendência foi a inversa. Hoje subiu para 0,993%, depois de ontem ter estabilizado em 0,991%.
Este indexante não perde terreno desde a quarta-feira da semana passada, tendo nas últimas sessões ficado estável ou registado ligeiras subidas.
Na sessão de hoje a Euribor 9 meses subiu para 1,124% e o indexante a 12 meses avançou para 1,235%. No prazo mais curto de um mês a Euribor subiu para 0,436%.
As taxas Euribor têm negociado com alterações pouco acentuadas, e a variar entre quedas e subidas numa altura em que não se prevêem alterações de taxa de juro para a Zona Euro.
O presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, já deixou claro que o preço do dinheiro é “apropriado” e que não deve ser alterado nos próximos meses, o que deverá manter as taxas Euribor próximas dos actuais níveis por mais tempo.
Fonte: Negócios

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Previsão para a terça-feira, dia 24 de novembro

A agenda da terça-feira não tem indícios claros de consolidação da moeda americana, permitindo a atualização dos valores máximos dos rivais.
Na Alemanha e EUA serão divulgados os números do PIB de terceiro trimestre, o Instituto IFO vai publicar o clima empresarial alemão em novembro. Além disso, os Estados Unidos vão fornecer o índice de FRS-Richmond junto com o Protocolo da sessão da FOMC (Comissção Federal do Mercado Aberto) de 4 de novembro.
O euro/dólar tentará se fixar acima de 1,5050 com o apoio de 1,4880, a libra/dólar tem como objetivo 1,6750, o limite inferior será o nível de 1,6500. O franco vai aproximar da resistência de 1,0040, o dólar/iene dirigir-se-á para o apoio de 88,30.