terça-feira, 24 de novembro de 2009
Fed pressiona bancos para traçarem um plano de devolução das ajudas dadas
A Reserva Federal (Fed) norte-americana pediu a nove dos bancos norte-americanos que fizeram parte dos “stress testes” para elaborarem planos de devolução do capital que foi injectado pelo governo de forma a evitar falências. O Bank of America é uma das instituições.
A notícia é avançada pela Bloomberg, que cita uma pessoa próxima do assunto, e adianta que a Fed pediu já este mês para o Bank of America e a outros oito bancos que entreguem planos para devolverem as ajudas, incluindo um calendário de pagamentos ao governo.
Os bancos que estarão a ser pressionados para devolver ao governo as ajudas concedidas são o Bank of America, o Citigroup, o PNC, o Fifth Third Bancorp, o GMAC, o Keycorp, o Regions Financial, o SunTrust Bancks e o Wells Fargo, segundo a mesma fonte.
Fonte: Negócios Online
Cotação do euro na abertura do mercado de Frankfurt
Frankfurt (Alemanha), 24 nov (EFE).- O euro estava hoje em queda na abertura do mercado de divisas de Frankurt e cotado a US$1,4892, frete aos US$1,4981 de segunda-feira pela tarde.
O Banco Central Europeu (BCE) fixou ontem o câmbio oficial do euro em US$1,4968. EFE
Fonte: G1
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
O dólar enfraquece como os investidores vêem o Fed manter o estímulo
A libra britânica caiu drasticamente na sexta-feira, caindo mais de 1% contra o dólar, as preocupações sobre a saúde fiscal do Reino Unido e diminuição do apetite dos investidores por risco percebido moedas. Sterling também caiu face ao euro e uma cesta de moedas que caiu ainda mais, na esteira dos dados na quinta-feira mostrando as finanças públicas do Reino Unido se deteriorou quase duas vezes mais rápido como o esperado no mês passado. O governo do Reino Unido enfrenta a pressão de montagem para expor a forma como ele irá reduzir o endividamento público, que se prepara para lutar contra uma eleição prevista para Junho de 2010, em meio a preocupações de que os níveis de endividamento recorde irá ameaçar triplo da Grã-Bretanha Um rating da dívida soberana. "A pressão sobre a libra esterlina não vai diminuir. O Banco de Inglaterra não tem pressa para mudar sua política monetária muito frouxa e sterling deve permanecer fraco face ao euro", Bank of New York Mellon, estrategista de moeda Neil Mellor disse. O GBP / USD está atualmente negociando em 1,6590 dólares a partir das 8h07, GMT, com uma tendência de baixa.
Os gastos dos consumidores, provavelmente, se recuperou em outubro, mostrando que o desemprego de montagem é de contenção, não descarrilar, a maior parte da economia E.U., afirmaram analistas antes dos relatórios desta semana. "A recuperação de empresas, criou raízes, nomeadamente na produção e vendas, embora ainda não no emprego", disse Neal Soss, economista-chefe do Credit Suisse em Nova York. Empréstimos bancários "A recuperação provavelmente será medíocre em relação às recuperações anteriores seguinte recessões severas." O mercado de trabalho e reduzidos são alguns dos ventos contrários "que enfrenta a economia, presidente do Federal Reserve Ben Bernanke, disse na semana passada. Para ajudar a garantir a economia não vacile, Bernanke e seus colegas banqueiros E.U. central será, provavelmente, manter a política monetária inalterada bem em 2010.
Fonte: FxStreet
BCE alerta contra retirada das medidas de apoio económico
A autoridade monetária europeia não tem certeza de que a economia da zona euro está pronta para a retirada prematura das medidas de estímulo por parte dos Governos.
“Ainda não sabemos qual a medida em que a incipiente retoma económica tem força própria para permitir a retirada dos programas de estímulo sem que existe o perigo de uma nova quebra da actividade”, afirmou hoje em Madrid o membro do Conselho do Banco Central Europeu, Miguel Angel Ordoñez, citado pela Bloomberg.
Ordoñez, que também é governador do Banco de Espanha, avisou que uma retirada precoce das medidas de apoio poderá colocar em causa a recuperação económica, mas que se estas foram eliminadas demasiado tarde o crescimento poderá ser prejudicado.
Quanto à inflação, o mesmo responsável precisou que esta deverá ficar em terreno “positivo, e irá ficar em níveis moderados no futuro próximo, não sendo visto por agora nenhum risco de deflação”.
No início do mês, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, revelou que em Dezembro a autoridade monetária europeia irá anunciar a retirada de algumas medidas de apoio ao sector financeiro.
Fonte: BCE